
Bates Motel é a série de TV do canal pago estadunidense A&E que – pouco mais de 2 meses depois de sua estreia – se mostra como uma das mais bem sucedidas incursões do cinema na televisão. Isso acontece por conta da série ser simplesmente o prelúdio ao clássico filme de Alfred Hitchcock Psicose (1960). A trama conta como Norman Bates, vivido muito bem por Freddie Highmore, desenvolveu seu lado sombrio e psicótico entre a infância e a adolescência, explicando como o amor de sua mãe, Norma – até aqui esplendidamente interpretada por Vera Farmiga – ajudou a moldar um dos mais conhecidos maníacos da história do cinema.
Carlton Cuse e Kerry Ehrin são os produtores-executivos, o que me deixa infinitamente feliz com o futuro da série. Carlton Cuse esteve à frente de uma das mais bem sucedidas séries da história, a já lendária e icônica Lost, enquanto que Kerry Ehrin veio de Friday Night Lights, que durante anos foi uma das séries queridas da crítica especializada. Ou seja, se depender do alto escalão, Bates Motel vai longe, muito longe.A série foi uma das atrações mais aguardadas para este ano. Os fãs de Alfred Hitchcock (incluindo eu) estão tendo a grata oportunidade de reviver o maior sucesso do diretor, Psicose (1960), já que Bates Motel tem mostrado eficientemente como o menino Norman (Freddie Highmore) vem construindo o seu lado dark na adolescência. Alguns episódios desta primeira temporada já vem dando indícios de como se dará essa passagem de menino indefeso e frágil para um maníaco perturbado e assassino.
A direção de arte tem se mostrado competente, fazendo um equilibrio entre a contemporaneidade (a história se passa em dias atuais) e o passado (Psicose é de 1960). Assim, ao mesmo tempo em que temos aparelhos celulares e músicas atuais, temos também toda uma estética vintage, clássica, como em roupas e até mesmo nos carros, alguns tão antigos que mais parecem sair de um filme da década de 20. A fotografia também ajuda, sobressaindo-se sempre uma atmosfera acinzentada, que remete muito ao tempo passado.
Bates Motel

Criatividade é tudo! Somam-se os recursos digitais hoje facilmente disponíveis para qualquer usuário da Internet à criatividade, e temos boas possibilidades que imagens e conceitos interessantes sejam criados. É exatamente o caso a seguir.
O BuzzFeed fez uma seleção super interessante de 25 capas famosas de CDs que foram digitalmente modificadas para gif animados. A ideia foi dar movimento aos personagens e objetos, levando em consideração o conceito da obra. Simplesmente foda. Sério, dá uma olhada!
25 capas famosas de CDs como gifs animados
Pink Floyd – Wish You Were Here


De uma viagem pelo nordeste entre dois amigos surgiu um sonho maior. Uma experiência que transforma os sonhos e os destinos, que mexe com o coração. Um coração que grita querendo ser ouvido. E entre tantas dúvidas e incertezas sobre a vida, por que não ouvi-lo? A vida que passa tão rápido, que nos pede tanta pressa, nos traz a escolha de brigar com o tempo e seguir com calma. Fazer no tempo desejado, não no tempo imposto. O desejo de conhecer, de fazer parte do mundo, de dar e receber olhares sinceros e verdadeiros. Para Beto Ambrosio, fotógrafo e aprendiz de qualquer assunto mundano, a bicicleta parece ser a melhor maneira de se fazer tudo isso. Sentir-se livre, humano e verdadeiro, bicho e gente. Daí surge uma viagem de 2,5 anos, que terá 17 países como cenário de fotos e histórias.
A ideia foi, viajar pela América Latina conhecendo tudo com o olho vivo, com o peito aberto, e nada melhor do que uma bicicleta para viver coisas tão verdadeiras em tantos lugares. Esse o projeto Vestígio de Aventura. Pedalando, vivendo experiências únicas, e capturando cada momento especial, Beto espalha a sua graça pelas redondezas do nosso continente. Desde criança, ele, o Betão, ouviu as historias do pai, que já foi paraquedista, caminhoneiro, já fez algumas viagens de bicicleta, tudo o que foi enchendo a cabeça do moleque. Isso mexeu demais com a cabeça sonhadora de Beto, que sempre foi solto, pra lá e pra cá com sua magrela, sempre vendendo os seus brigadeiros para realizar os seus sonhos, sempre acordando disposto a ir atrás de alguma coisa, qualquer coisa que o fizesse feliz.
Em 2010, seu pai ganhou um livro de aniversário que cutucou mais ainda a vontade de viver. Um brasileiro que deu a volta ao mundo de bicicleta. “Que coisa incrível, eu quero isso pra minha vida”. Seis meses depois, lá estava ele no nordeste do Brasil com seu parceiro Guto, com pouco dinheiro, muito amor no coração e vontade de viver intensamente cada segundo. Foi aí que ele descobriu o valor que as coisas tem, o valor de um olhar, o valor de um copo d”água, de um sorriso. Foi ai que ele descobriu que a bicicleta é uma das melhores maneiras de se conquistar sorrisos, olhares, copos d’água e aprendizados. Descobriu o quanto é bom viajar com calma, apreciando a natureza, apreciando o cheiro das coisas, o silêncio das estradas.
Vestígio de Aventura


De vez em quando, sem pretensão nenhuma, surgem alguns ótimos sons durante a vida. Com o Ray Harris, foi mais ou menos assim. A história toda você vai ver aí embaixo na entrevista. É uma mescla do que as mídias sociais podem fazer hoje, aproximando o público de novos artistas ou inflando o mercado. Alias as mídias sociais foram um dos assuntos que tratamos com o o músico e jazzista escocês Ray Harris.
Seu talento nato, torna seu trabalho único, um som extremamente energizante. Uma mistura bem sucedida de música latina e Jazz, embalado à muito teclado/piano. Enfim, curtam aqui embaixo 4 músicas selecionadas especialmente pra você ir escutando enquanto lê a ótima entrevista. Deixa o som rolando e SCARAMUNGA!
As músicas

A Entrevista

Ray, Primeiramente gostaríamos de lhe agradecer muito por nos conceder essa entrevista. Sem dúvida é um prazer para nós já que somos bastante fãs das suas músicas. Gostaríamos de contar um pouco como conhecemos sua banda “Ray Harris” para que os nossos leitores saibam um pouco dessa história toda.
Aqui no Brasil, em São Paulo, existe uma rádio chamada Eldorado, especializada em blues/jazz e derivados. Um dos editores aqui do blog, o Heitor Magri, costuma ouvir a rádio com bastante frequência. Na época, há uns 2 anos atrás, tocaram uma de suas músicas e ele conseguiu fazer o download do seu CD ao vivo, “Ray Harris and The Fusion Experience”.
Posteriormente ele compartilhou suas músicas comigo (Felipe Agnello) e eu comentei a respeito do CD no meu perfil do Facebook. Um amigo de São Paulo, o Clóvis Garroux viu a publicação e instantaneamente também se tornou fã da banda. O Clóvis acabou entrando em contato contigo e foi quando recebemos gentilmente os CDs que você nos enviou. De lá pra cá acompanhar suas músicas se tornou algo bastante prazeroso já que gostamos muito de Jazz e similares.
Publistorm.com: Nos conte um pouco sobre você: De onde você é? Como surgiu a banda Ray Harris?
Ray Harris: Eu sou de Glasgow, a maior cidade da Escócia, com uma população de pouco mais de um milhão pessoas. Eu nasci nesta cidade e vivi aqui toda a minha vida. Glasgow é famosa pela construção de navios, os times de futebol, a cultura, e claro, pela música! Glasgow, na verdade, significa “querido lugar verde “. Eu comecei fazer música aos 15 anos quando na escola de Jazz que estudei antes de começar a banda, que foi após a graduação. Comecei a ouvir Dave Brubeck, The Doors, The Beatles, Miles Davis e, claro, um dos meus artistas favoritos Deodato quando tinha aproximadamente 14 anos de idade. Após isso, comecei a aprender piano sozinho para poder ingressar na escola de Jazz.
Publistorm.com: Quais são os integrantes da banda?
Ray Harris: Eu uso uma variedade de músicos e artistas, mas trato o grupo como um time de futebol, faço a melhor escalação de acordo com o objetivo/local da performance. Alguns músicos têm qualidades que são melhores para pequenos espaços, outros para espaços maiores, onde eu procuro usar artistas que são mais adequados a proposta do show. Apesar disso, eu tenho músicos permanentes que tocam sempre comigo, como minha mulher e percussionista Signy Jakobsdottir. Ela é da banda desde o começo e é sempre o primeiro nome na equipe! (Depois de mim, é claro!) Haha!
Publistorm.com: Nota-se claramente uma pegada bastante animada e energética em suas músicas, com elementos de Jazz e até em certas horas um toque latino. Como você define seu som? Qual estilo musical?
Ray Harris: Sim, eu tenho um lado muito enérgico e animado para a minha música, que eu suponho que, em muitos aspectos reflete minha pessoa, apesar de eu ter, canções mais lentas que também reproduzem a pessoa que sou. Eu sou influenciado por todos os tipos de música, especialmente Jazz, mas também sou imensamente influenciados pela música britânica, os Beatles, por exemplo. Mas a minha banda favorita de todos os tempo é The Doors. Música latina significa muito para mim também, especialmente no aspecto da improvisação.
Publistorm.com: Quais os músicos ou músicas que são sua fonte de inspiração? Quais são suas influências musicais? O que move você? É a música?
Ray Harris: Eu não diria que eu sou influenciado por um certo tipo de música ou músicos, mas um coletivo. Eu sou um grande fã de Chopin e, recentemente, comecei a estudar suas obras novamente, mas há dois minutos atrás eu poderia estar ouvindo John Lennon, ou novamente, The Doors! Minha música é influenciada pelas experiências pessoais minha e das pessoas.


O artista chinês Zhang Xiangxi cria maquetes em TV, ou seja, usa televisões velhas como estrutura para suas detalhadas maquetes. O escultor recria incríveis cenários, minuciosamente construídos dentro de diferentes modelos de aparelhos televisores, resultando em curiosas peças que atraem a atenção de quem as vê.
A habilidade artesanal de Zhang é inquestionável, o artista recria cômodos com muita fidelidade, de salas de estar até o interior do metrô. Cada minúsculo objeto dá ainda mais doses de realidade ao seu trabalho. A inspiração da sua arte vem das ruas e do cotidiano de sua vida, já a parte mais difícil é encontrar soluções técnicas e de materiais para recriar os objetos do cenário. Confira as maquetes em TV!
Maquetes em TV


Se “saudade amarga que nem jiló”, eu não sei, mas, o que eu senti quando assisti ao filme Gonzaga – de Pai para Filho, foi uma maravilhosa saudade desses queridos artistas – Gonzaguinha e Gonzagão – imortalizados pelas suas belíssimas canções.Fiquei extasiada e imensamente feliz pelo que assisti no cinema. Em primeiro lugar, pelo belíssimo trabalho realizado na produção desse filme: elenco afiadíssimo, emocionante e encantador. Trilha sonora, sem comentários, por si só, fala e emociona, também. Fotografia belíssima. Roteiro fantástico, mesmo baseado em uma história real e riquíssima, foi bem sintetizado e amarrado, não deixando nada a desejar (mesmo sabendo que a história desse Rei do Baião é enorme e tem é coisa ainda a ser contada).
A cada dia o cinema nacional está arrasando em suas obras e, nos fazendo ainda mais acreditar no potencial de nossas histórias reais e fictícias, bem como, no de todos os profissionais envolvidos na composição e realização delas. Falando um pouco da minha visão de espectadora, que vivi em cada imagem, diálogo, música, e sentimentos, muito bem interpretados, o orgulho de ter (pois ele é imortal, como assim fala uma narração que inicia o filme) Luiz Gonzaga como ícone e conterrâneo Nordestino, que soube representar o seu povo da forma mais sublime que pode existir: através da música, que eleva, alegra e inebria a alma de sensações, que muitas vezes, nem sabemos descrever.
Uma história de superação, coragem, determinação, garra, valores familiares, do amor de pai para filho, independente dos laços consangüíneos, que inspira a importância do perdão, de fazer as pazes com o passado e sepultá-lo, e mais que tudo, que divulga a coragem de um povo que mesmo diante da seca, da fome, do preconceito, dos sofrimentos, é capaz de transformá-los em poesia, canções que ultrapassam as barreiras da sociedade, dos preconceitos, das grades da acomodação e une todas as raças – como assim foi, é, e sempre será a música de Gonzagão.
Gonzaga: De Pai para Filho

O Of Monsters and Men é certamente a maior e melhor surpresa da cena folk-indie de 2012 mundo afora, e a maior surpresa do meu Ipod este ano, independente do gênero musical. Escutá-los tem sido uma experiência extremamente agradável aos ouvidos e isso não acontecia já há um bom tempo. E é incrível a coincidência, pois creio que a última vez que me aconteceu algo assim foi quando descobri o sensacional Sigur Rós alguns muitos anos atrás. A coincidência em questão é que ambos vieram lá da longínqua e gelada Islândia, terra também da não menos genial Bjork. Fica evidente com isso que esse minúsculo país guarda tesouros musicais em seu território e é bom prestarem mais atenção na cena islandesa, pois se tirar como parâmetro estes três nomes, já dá para colocar entre os mais criativos lugares para se encontrar boa música
Voltando a falar do sexteto islandês, a canção Little talks, do disco My head is an animal, foi a primeira que escutei, provavelmente por ser a mais famosa. O single alcançou excelentes posições nas paradas de vários países e entrou no top 20 de mercados concorridos como o norte-americano e o britânico. A canção é grudenta como chiclete, tão pop quanto Shakira, tão folk quanto She and Him e tão indie quanto Arcade Fire. Toda ela é bem executada, com usos de trompete e tudo. Isso é um dos elementos mais bacanas do grupo, que por ser grande em componentes, pode usar e abusar de diferentes instrumentos, fazendo o som da banda quase que único no mercado musical.
A Banda: Of Monsters and Men

A banda é formada por Nanna Bryndís Hilmarsdóttir (voz e guitarra), Ragnar “Raggi” Þórhallsson (voz e guitarra), Brynjar Leifsson (guitarra), Arnar Rósenkranz Hilmarsson (bateria), Árni Guðjónsson (piano e teclados), Kristján Páll Kristjánsson (baixo) e Ragnhildur Gunnarsdóttir (trompete). Como curiosidade, fica o fato do grupo ter começado a ganhar reconhecimento após vencer uma competição anual de bandas “Músíktilraunir”, que ocorre em Reykjavík, Islândia.
Of Monsters and Men

Até que ponto o amor pode chegar? Sinceramente esse foi uma das séries fotográficas que mais me tocou em quase 5 anos de blog. A história é triste, mas ao mesmo tempo belíssima. Tudo começou quando o fotógrafo americano Angelo Merendino resolveu publicar o ensaio de todas as fotos que ele havia tirado de sua amada esposa Jennifer durante uma luta sem igual pela vida que durou até seu último dia na Terra. O ensaio demonstrou o progresso de uma das piores doenças que existem atualmente que é o câncer.
Após 5 meses de casamento Jennifer e Angelo receberam a trágica notícia que Jennifer tinha câncer de mama e uma quimioterapia era necessária. O processo, é extremamente torturante, quem já viu sabe como é. As fotografias, de início, eram somente para ser mostradas para a família, mas após um pedido de Jennifer antes do seu falecimento, Angelo decidiu publicá-las no Facebook para mostrar a luta de sua esposa para viver. Não me sobram muitas palavras para descrever, as imagens falam por si. (Em memória de Jennifer)
O avanço do câncer em Jennifer


É para poucos. Mas, na verdade, quando que o dinheiro é para muitos? Provavelmente nunca foi, não é e nunca será. Mas como fruto do poder aquisitivo da moeda, estão alguns pertences que acabam se tornando a principal moradia de muitas pessoas que tem as devidas condições financeiras para tal.
Hoje vamos apresentar a lista TOP10 das casas mais caras do mundo. A maioria é de propriedade de celebridades, magnatas ou empresários de sucesso no mundo dos negócios. O luxo é um pré-requisito em qualquer uma dessas casas, assim como o conforto, beleza e principalmente as características únicas, exclusivas que ai vai do gosto do freguês.
As 10 casas mais caras do mundo!
10. Castelo do Drácula | Transilvânia, Romênia

Custo: 135 milhões de dólares
Castelo do Drácula ou Castelo de Bran é um dos mais famosos castelos e museus do mundo, localizado na Transilvânia, Romênia. É agora propriedade de descendentes da família real romena. O museu é uma oportunidade para ver como vive a família real.

Unindo de modo bem harmonioso o poder de uma bela animação com alguns elementos que incitam reflexões ambientais interessantes, O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida (adaptação do conto clássico do Dr. Seuss) possui força suficiente para conquistar boa parte das famílias brasileiras consumidoras de cinema. É, em suma, um filme dos mais adequados para um pai levar seu(s) filho(s), seja pelo teor educativo de suas principais mensagens, seja pela beleza plástica de suas imagens.
Na história, temos o menino Ted (Zac Efron, na versão original), que descobriu que o sonho de sua paixão, a bela Audrey (Taylor Swift), é ver uma árvore de verdade, algo em extinção. Disposto a realizar este desejo, ele embarca numa aventura por uma terra desconhecida, cheia de cor, natureza e árvores. É lá que conhece também o simpático e ao mesmo tempo rabugento Lorax (Danny DeVito), uma criatura curiosa preocupada com o futuro de seu próprio mundo. Logo de início percebe-se toda uma atmosfera colorida que chama a atenção do espectador. O início é alegre, leve, bonito. Ver toda a cidade desfilando e cantando em coral faz o espectador acreditar que se trata de uma história que já começa feliz. Ledo engano, pois a premissa da história já estava ali: é uma cidade sem árvores naturais, onde o ar é artificial e comercializado pelo seu dono e prefeito.
O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida

Lançado em 2005, com direção de Sérgio Machado e produção de Maurício Andrade Ramos, Cidade Baixa pode ser descrito como um filme que tem sua força motriz no estômago, e não no intelecto. E se uma expressão pode definir este filme, essa expressão é identidade baiana.
É incrível como a linguagem e os trejeitos regionais são bem retratados: na briga de galo, na pechincha com a garota de programa, nas gírias e palavrões em quase todos os diálogos, no jogo de damas com peças feitas de tampinhas de garrafas e no almoço. É, em suma, uma nova perspectiva de se ver e de se produzir cinema no Brasil, que ainda é muito visto sob os olhos das regiões sul-sudeste. Neste aspecto, Cidade Baixa junta-se à uma cinematografia que busca incessantemente prover esta mudança de foco, e isto já o torna digno de respeito.
O filme conta a história de uma dançarina chamada Karina, corretamente interpretada por Alice Braga, que sai de Vitória, no Espírito Santo, e sonha em encontrar um estrangeiro rico no carnaval de Salvador. No meio do caminho encontra dois amigos de infância, Deco (Lázaro Ramos) e Naldinho (Wagner Moura), que lhe dão carona em um barco, onde são sócios, em troca de favores sexuais. Numa das paradas antes de chegar ao destino final, Deco e Naldinho se envolvem numa confusão em Cachoeira, por conta de uma aposta mal sucedida numa rinha de galo. É nesse momento que o filme ganha mais fôlego, quando Karina decide ajudá-los ao invés de seguir viagem numa outra carona que havia conseguido num caminhão.
Cidade Baixa

Apresentamos para vocês: A Assembléia da Rola Santa! Esse é o tema de hoje do Nexo Algum com o Rodolfo Receive. É polêmico, nós sabemos, o Rodolfo é ácido, também sabemos, mas vale a crítica por alguns fatos horríveis que andam acontecendo por aí.
E pra galera que curte o Nexo Algum, confere aí o vídeo e e aproveita para se inscrever no canal aqui!
Nexo Algum: Assembléia da Rola Santa

O tempo passa depressa e com ele vão-se os anos que não voltam mais. Aquele tempo mágico de criança, em que tudo era só fantasia e diversão, onde os sonhos eram fortes e sólidos, e as pessoas, na nossa visão, eram gigantes maravilhosos, heróis e heroínas de um conto de fadas chamado vida.
Mas, logo chega à adolescência, rasgando nossas roupas de renda e sujando nosso rosto com pinturas, quebrando nossos cristais da inocência e nos mostrando que as nuvens não são de algodão, que o circo já não é tão engraçado e que a fantasia faz parte de uma história da carochinha. Nos diz em bom e alto tom, que já não somos mais seguros em nossos castelos de ilusões e que aquela barreira que nos protegia dos dragões, foi derrubada, que estamos vulneráveis aos bandidos das historinhas em quadrinhos, que hoje são reais. E aqueles nossos heróis e heroínas, hoje são criaturas normais, providas de erros e de defeitos como qualquer outro ser humano, inclusive nós mesmos.
E então, quando achamos que a mutação já está completa, chega a maior idade, quase sem nos darmos conta, gritando e escandalizando um novo modo de vida, com grandes responsabilidades, com feridas e também cicatrizes que insistem em nos acompanhar, fazendo com que nossos dias sejam totalmente reais, deixando a doçura de uma noite de natal a espera do papai Noel, adormecer em nossos corações, hoje não mais tranquilos como antes, e sim ansiosos e, por vezes, rancorosos.
Apagando de vez a esperança de podermos voar como Peter pan, de derrotarmos os vilões e de termos super poderes como o super homem. De encontrarmos um mundo louco e mágico como o de Alice, de sermos imortais e imbatíveis, de termos sempre finais felizes como o de Banca de Neve, de encontrarmos o nosso príncipe como Cinderela, de escalarmos a torre, seguros em duas tranças como as de Rapunzel, enfim deixamos para trás todas as bolinhas de sabão, que foram sumindo uma por uma na beira da calçada da vida.
Quem sequestrou nossa infância?


Se tem uma característica que me impressiona bastante nos trabalhos do curitibano Butcher Billy, são as fusões não só nas ilustrações mas na cultura e comportamento em sí dos personagens. Seu último trabalho, talvez seja o auge dessa questão, principalmente quando percebemos e pontuamos quais foram nossos verdadeiros heróis e como essas pessoas (de carne e osso) nos influenciaram durante nossa estadia nessa planeta chamado Terra.
A pergunta/inspiração do Butcher Billy, é bastante coerente para esse trabalho: como é criado um ícone da cultura pop? Seria sua contribuição para um movimento cultural? É a forma como impactam o tempo e a geração a qual se dirigem? Ou apenas suas características que acabam definindo uma determinada sociedade?
Como uma criança dos anos 80, eu fui influenciado por tudo, desde os desenhos animados de sábado de manhã na TV à música que vinha do rádio. Ian Curtis ou Johnny Rotten são tão icônicos para mim como o Superman ou Batman.
Pessoas reais ou personagens imaginários, os ideais incorruptíveis de super-heróis perfeitos ou as falhas e desejos humanos, por muitas vezes são desesperadamente descritos nas letras de músicas – todas essas influências nos afeta ao ponto de definir nosso caráter e personalidade, carreiras e escolhas na vida.
As referências a que estamos expostos e, especificamente, as que escolhemos para absorver nos fazem quem somos. Quem são seus heróis?
Confira o novo trabalho do Butcher Billy abaixo. Além das ilustrações fantásticamente #FODAS ainda temos os cartazes e também as camisetas. Para quem quiser ver as que estão a venda pelo próprio Butcher Billy, vai ai o link: society6.com/ButcherBilly/tshirts
Butcher Billy: Quem são seus heróis?


Nestas últimas semanas resolvi revisitar algumas séries de TV que havia deixado pelo meio do caminho, sobretudo as comédias caracterizadas pelo humor mais rebuscado e sutil. Na lista estavam séries como The Office, Parks and Recreation e 30 Rock. Após uma grande maratona televisiva, assistindo episódio atrás de episódio, resolvi atualizar meu ranking de melhores comédias americanas da atualidade, e para minha grande surpresa o posto mais alto do pódio, que já algum tempo era da outrora genial Community, passou a pertencer a sempre boa Parks and Recreation.
Para quem ainda não conhece, Parks and Recreation é uma série de comédia de situação criada por Greg Daniels e Michael Schur. Ela retrata a vida de Leslie Knope, interpretada maravilhosamente pela atriz e ex-participante do lendário programa Saturday Night Live, Amy Poehler. Leslie é a vice-diretora do Departamento de Parques e Recreação da cidade ficcional de Pawnee, localizada no estado do Indiana. As histórias da série são contadas em forma de um documentário fictício, e durante as filmagens os personagens aparecem dando suas opiniões sobre o assunto debatido.
A série é desenvolvida em formato documentário (muito próximos de Modern Family ou The Office), e segue Leslie Knope, burocrata do Departamento de Parques, em uma missão que deveria ser bastante simples, que é ajudar a enfermeira Ann Perkins (Rashida Jones) a transformar uma construção abandonada em um parque comunitário. A partir deste plote mostrado logo no piloto somos apresentados à insana equipe de Leslie, capitaneada por Tom Haverford (Aziz Ansari), Ron Swanson (Nick Offerman) e April Ludgate (Aubrey Plaza). Duas temporadas depois a série adiciona ao já ótimo elenco os atores Rob Lowe e Adam Scott e seus sensacionais personagens.
Parks and Recreation
















































