A carreira solo de Eddie Vedder 

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há 19 horas atrás.

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eddie vedder

Lembro perfeitamente daquele final de tarde, era final de 2005, dezembro, precisamente, quando, num Pacaembu lotado estava a então minha melhor banda do planeta, o Pearl Jam. No meio daquele show, Eddie Vedder, já numa fase madura, esbravejou sobre o quão estúpido eles foram por demorar tanto para vir ao Brasil. De fato, as palavras não foram ditas da boca para fora, já que desde então o Pearl Jam voltou ao país por mais duas vezes e, um ano após sua última apresentação, no Lollapalooza 2013, Eddie Vedder está prestes a desembarcar novamente, agora no Rio e em São Paulo, para alguns super shows que prometem estar na lista de melhores do ano. Pena que desta vez não estarei lá.

A carreira solo de Eddie chamou mais atenção da mídia mundial quando ele lançou a trilha sonora do estupendo filme Na Natureza Selvagem, dirigido pelo cineasta Sean Penn. Aquele álbum ficou semanas, meses, na minha lista de melhores, escutava quase todas as semanas e de fato era um dos trabalhos mais interessantes já criados pelo vocalista do Pearl Jam. Mas ele daria continuidade aos trabalhos fora da banda e em 2011 acabou lançando o maravilhoso Ukulele Songs.

O ukulele, para quem não sabe, é um instrumento havaiano de 4 cordas, bem semelhante ao cavaquinho. Foi desse pequeno, simples e tocante instrumento que Eddie Vedder extraiu tudo que pudesse ser necessário para a criação do disco. O resultado é satisfatório, surpreendente e extremamente prazeroso. A primeira faixa, Can’t Keep, é bem familiar aos fãs do Pearl Jam, pois a banda já gravou em Riot Act, em 2002. Aqui ela está bem menos produzida e consegue apresentar da melhor maneira possível o que veríamos nas próximas 15 faixas do álbum: intimismo, simplicidade e harmonia. Can’t Keep acaba sendo uma das mais intensas músicas de Ukulele, uma canção de abertura que leva o ouvinte a balançar a cabeça e bater palmas.

Eddie Vedder – Can’t Keep

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 Por que Landing Pages são importantes para a sua empresa? 

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há 2 dias atrás.

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Landing page optimization concept

Você já deve ter ouvido falar do termo Landing Page ou Página de Destino. Se você ainda não está familiarizado com elas aqui vai um breve explicação. Landing Pages são páginas únicas com objetivos específicos, criadas com o propósito de direcionar o visitante a uma ação específica. Veja o exemplo abaixo:

landingpage

Você pode verificar que quem visita esta página não possui muitas opções a não ser clicar na call-to-action em destaque na página. Elas dizem para o visitante, de maneira curta e clara, tudo o que ele precisa saber sobre o produto ou serviço oferecido e qual ação ele deve realizar. No exemplo a intenção era levar o visitante a fazer o download de um novo e-book. E lá estava o botão, pronto! Acabamos de captar contatos de novos leads.

Existem basicamente dois tipos de landing Pages. Aquelas que têm o objetivo de capturar mais leads (ou contatos) e aquelas que visam levar o usuário a tomar uma ação, como comprar um produto. Não importa qual é o objetivo de sua Landing Page, sempre ofereça uma recompensa para o visitante em troca das suas informações de contato. Se seu objetivo é captar leads, os itens abaixo são boas recompensas em troca de informações de contato:

- E-book
- Inscrição em um webinar ou demonstração ao vivo
- Cupons de desconto
- Inscrição para teste gratuito
- Informações em primeira-mão sobre um novo lançamento
- Cadastro para receber newsletters

Mas se você tem um e-commerce e está divulgando um novo produto, por exemplo, e deseja que a pessoa vá para a página de pagamento, ofertas exclusivas ou descontos são ótimas formas de agradecer ao seu cliente por ter interagido com sua página e avançado para a etapa seguinte: a compra.

Com Landing Pages, você aumentar a taxa de conversões, justamente por não oferecer muitas opções ou distrações para o usuário. Ele já está na página do produto e ela contém todas as informações que ele precisa para se decidir. Existem agora poucas barreiras entre ele e a compra.

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 O Crowdfunding no Cinema 

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há 2 dias atrás.

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crowdfunding

É comum pensar que para fazer cinema é preciso ter muito dinheiro, e é verdade, o cinema custa caro, mas não precisa ser sempre assim. Existem muitas produções que são feitas com orçamento mínimo, ou até nulo, mas há ainda uma terceira opção: o crowdfunding. O financiamento coletivo ou crowdfunding é basicamente a obtenção de capital através do financiamento por várias fontes, normalmente pessoas físicas ou até mesmo empresas. Esses sites funcionam através da doação de dinheiro em troca de recompensas, mesmo que não materiais, como, por exemplo, a participação como figurante ou o nome nos créditos, no caso de um filme. O termo surgiu em 2006 pelo empresário americano Michael Sullivan, mas apenas atualmente é que se tornou muito popular no Brasil.

Muitas celebridades também tem utilizado essas plataformas para o financiamento de projetos pessoais ou sociais. O cinema também se aproveitou dessa oportunidade de forma geral, tanto no Brasil quanto em outros países. Um exemplo bastante atual é o da atriz Katherine Heigl que utilizou o site Indiegogo para tentar arrecadar 150 mil dólares para realizar a pós-produção do longa “Jenny’s Wedding”, no qual ela é a protagonista.

O Crowdfunding no Cinema – Jenny’s Wedding

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 Empregos Alternativos Para Super-Heróis 

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há 6 dias atrás.

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Empregos Alternativos Para Super-Heróis

O artista Chow Hon Lam criou uma série de ilustrações que demonstram empregos alternativos para super-heróis. O ilustrador da Malásia resolveu desenhar super-heróis desempenhando empregos normais, ao invés de enfrentar vilões e salvar o planeta, afinal combater o crime não paga as contas, a não ser no caso do Batman e do Homem de Ferro que já possuem uma fortuna considerável.

E se o mundo acabasse de uma vez por toda com o crime, o que os super-heróis iriam fazer? Será que o Superman seria um bom entregador de cartas? E que tal o Capitão América usar seu escudo como bandeja e tornar-se um garçom? Essas e outras ideias estão presentes no trabalho de Chow Hon Lam. Confira as ilustrações!

Empregos Alternativos Para Super-Heróis

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 DisHollywood: Um remix dos personagens Disney 

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há 7 dias atrás.

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dishollywood

José Rodolfo Loaiza Ontiveros criou um projeto chamado DisHollywood, trata-se de um remix dos personagens da Disney com renomados personagens do cinema, celebridades e músicos. Os amados personagens de desenhos mundialmente conhecidos da Disney, assumem novas posturas e comportamentos em ousadas ilustrações que trazem referências da cultura mundial. José Rodolfo também adicionou uma boa dose de críticas sociais nos desenhos.

Muitos desses personagens são inocentes em seus respectivos filmes, sempre submissos a um final feliz, e é nesse ponto que o artista prendeu-se, dar um novo significado a esses personagens e ver até que ponto o nível de aceitação e tolerância das pessoas vão. Portanto, José Rodolfo trouxe novos sentidos a suas ilustrações, apropriando-se desses símbolos de inocência em um contexto sombrio de nossa sociedade contemporânea. Guerra, tortura, suicídio, drogas e obesidade são alguns dos polêmicos temas. Confira as ilustrações de DisHollywood!

DisHollywood: Um remix dos personagens Disney

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 5 grandes musicais que o cinema produziu 

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há 7 dias atrás.

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Audio tape

Sempre gostei de musicais. Há toda uma magia neste tipo de estrutura narrativa que me faz, literalmente, sonhar com os olhos abertos. E o cinema soube muito bem se apropriar do poder que este tipo de filme exerce nas pessoas e produziu ao longo das décadas maravilhosos exemplos desta peculiar arte. Criar um filme já é uma tarefa bastante difícil e desafiadora, imagina então construir uma história toda, ou quase toda, musicada. A seguir falarei um pouco de cinco grandes musicais que o cinema produziu. Todos eles tiveram a capacidade de marcar minha vida cinéfila, e alguns deles certamente marcaram a história do cinema como exemplos de obras primas.

Cantando na Chuva (Singin´ in the rain, 1952)

singin-in-the-rain

Na história de Cantando na Chuva temos Don Lockwood (Gene Kelly) e Lina Lamont (Jean Hagen), dois dos astros mais famosos da época do cinema mudo em Hollywood. Seus filmes são sucesso de público e as revistas de fofocas apostam num relacionamento mais íntimo entre os dois, fato que não existe na realidade. Mas ai chega o cinema falado, que logo se torna a nova moda entre os espectadores. Decidido então a produzir um filme falado com o casal mais famoso do momento, Don e Lina precisam, entretanto superar as dificuldades do novo método de se fazer cinema, para conseguir manter a fama conquistada. Cantando na Chuva é uma obra prima do cinema e toda sua construção narrativa é primorosa, desde a abertura inicial, já com os acordes da canção que dá título ao filme e que é uma das mais marcantes da história do cinema. Apesar de não haver uma ordem na escolha desta lista, devo dizer que Singin´ in the rain pode e deve ser considerado o melhor musical de todos os tempos.

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 Avicii 

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há 1 semana atrás.

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avicii

Apesar de nunca ter gostado muito de música eletrônica, devo dizer que a primeira vez que me deparei com a música de Avicii fiquei bastante empolgado e impressionado. Havia – e ainda há – algo nos seus trabalhos que o diferenciavam enormemente dos outros DJs mundo afora. Suas músicas são trabalhadas de um jeito que parece sempre haver algum conceito por detrás delas, como se fossem pensadas, planejadas e executadas levando-se em consideração algum elemento central, que norteia a música. Isso acontece desde o início de sua carreira.

Lembro um pouco dele em 2010, foi quando sua fama ficou mais nítida, sobretudo com o sucesso do single Seek Bromance, que estourou nas paradas musicais europeias. Somente o vídeo da música conseguiu mais de 50 milhões de visualizações no youtube.Seu trabalho com David Gueta também foi importante para a carreira, o impulsionou de vez para a fama no mercado global. Os dois trabalharam juntos na música Sunshine, que foi nomeado para um Grammy na categoria de Melhor Gravação Dance.

Mas não há dúvida alguma que Avicii ganhou o mundo em 2013 com duas das mais executadas músicas do ano, que foram tão reproduzidas que elas ficaram no limite de ser considerada enjoada. As músicas Wake me Up, em parceria com o cantor americano Aloe Blac e Hey Brother, são daquelas canções que você começa a cantar e não sabe quando parar.O vídeo de Wake me Up com Avicii ainda ganhou o mundo pela sua qualidade cinematográfica. Tem toda uma história sobre aceitação e busca por um lugar onde todos são tratados iguais que deixam o clipe ainda mais atraente.

Avicii – Wake Me Up

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 The Blacklist 

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há 2 semanas atrás.

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The Blacklist

Quem é serie maníaco como eu sabe muito bem que está cada vez mais difícil encontrar, dentre as novidades anuais dos canais americanos, algo que realmente mereça nosso tempo tão precioso. De cada dez séries lançadas, somente uma – talvez duas – possui qualidades suficientes para exercer esta relação de vício no público. Nesta última temporada eu diria que The Blacklist, nova série da NBC, foi uma das pouquíssimas que conseguiu fisgar o espectador mais exigente.

O personagem central da série é Raymond Reddington, um dos criminosos mais procurados pelo FBI. Ele, sem razão aparente alguma, se entrega as autoridades. Promete entregar diversos criminosos e terroristas desde que trate somente com Elizabeth Keen, uma agente novata do FBI. Não há uma ligação imediata entre eles e Reddington não revela o motivo dessa preferência.

Assim já fica fácil imaginar toda a estrutura da série a partir daí: cada semana um novo terrorista ou criminoso será desmascarado pelo FBI com a ajuda imprescindível de Reddington. Simultaneamente, como é de esperar, conheceremos um pouco mais dele, da agente Keen e tentar entender os motivos que fizeram estes dois se conhecerem e se aproximarem. Seria Reddington pai de Keen?

The Blacklist – Trailer 1ª Temporada

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 Muse 

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há 2 semanas atrás.

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muse

Os rapazes do Muse podem festejar, pois desde a última apresentação da banda no país, no Rock in Rio de 2013, que eles foram alçados à categoria de principais atrações em festivais nacionais. O show, um dos mais elogiados, ficou tão marcado na memória do público que, menos de um ano depois, o grupo liderado por Matthew Bellamy já está de volta ao Brasil.

A banda foi formada em 1994 e tem, além de Matthew Bellamy nos vocais, Christopher Wolstenholme (no baixo, voz secundária e teclado) e Dominic Howard (bateria e percussão). Comemorando vinte anos desde sua formação inicial, eles chegam como grande atração ao país, o que já era algo comum na Europa, desde o lançamento do álbum Absolution, que trazia o que até hoje é um dos maiores hinos da banda: Time Is Running Out, uma das canções mais viciantes e excitantes da última década. Além dela, outros dois petardos sonoros: Hysteria e Stockholm Syndrome. As canções, poderosas, aliadas aos grandiosos shows que a banda fez, levaram o Muse ao posto de headliner em todos os grandes festivais da Europa, incluindo o mitológico Festival de Glastonbury.

Glastonbury inclusive foi um divisor de águas na história da banda, e principalmente de seu baterista, Dominic Howard. Isso porque o pai de Dominic, Bill Howard, que foi ao festival assistir a banda, morreu de ataque cardíaco logo após a apresentação do grupo. No show descrito pela banda como o melhor da carreira o acontecimento, trágico, soou quase como inacreditável.

Muse – Live at Glastonbury Festival

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 Guns N’ Roses 2014 

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há 2 semanas atrás.

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Guns N Roses 2014

Sempre fui um ardoroso fã do Guns N’ Roses. Desde o momento em que eles lançaram, lá no longínquo ano de 1987, o sensacional álbum Appetite for Destruction, e seu primeiro single (Welcome to the Jungle), que eu sabia (mesmo ainda sendo praticamente um bebê na época) que aquele grupo seria um dos melhores surgidos nos últimos trinta anos. E estava certo, pois décadas depois estou aqui ainda falando de Axl, já sem Slash e toda a trupe que fizeram a banda ser relevante e altamente criativa. Muita coisa mudou de 1987 para 2014, mas nada que fizesse deletar a importância da banda de nossas vidas.

Sobre as mudanças, bem, neste meio tempo o Guns lançou os históricos Use Your Illusion I e II e foi alçado definitivamente à categoria de ícone da cultura pop. Destes dois álbuns surgiram a Use Your Illusion Tour e 28 meses de uma das turnês mais marcantes até hoje vistas no showbizz, e que teve seu ápice no Rio de Janeiro, num épico show no Estádio do Maracanã. Lançaram outro álbum, brigaram, se separaram, Slash deixou o grupo e foi em busca de trabalhos solos; a banda ficou anos preparando um novo álbum, que chegou a soar como lenda urbana. Mas este álbum veio, Chinese Democracy, e vieram também novas apresentações, incluindo ai o show final no VMA (Video Music Awards) em 2002, e outro épico show no Rock in Rio, em 2001, agora para cerca de 250 mil fãs ávidos pela voz e energia de Axl, agora sem Slash.

Em 2011, exatamente dez anos após a última apresentação da banda no Rock in Rio, estava eu novamente sentado em meu sofá esperando mais uma grandiosa apresentação de fechamento da edição do evento carioca. Mas o que deveria ser mais um imponente e histórico show, se transformou num dos maiores constrangimentos públicos da banda. Foi uma apresentação com problemas de som, a voz de Axl estava pior que o normal, a chuva também contribuiu para o desastre daquele show. Nem cheguei a assistir a apresentação por completo, preferi me lembrar da noite anterior, em que o Coldplay havia feito uma de suas melhores apresentações da história. O festival era para ter acabado ali.

Guns N’ Roses 2014 – Brasília

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 MTV Movie Awards 2014 

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há 2 semanas atrás.

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mtv movie awards 2014

E eis que chegamos a mais uma edição do peculiar MTV Movie Awards, a principal premiação de cinema da rede musical americana. O show será apresentado ao vivo pelo comediante Conan O’Brien dia 13 de abril e promete levar aquele universo tão glamoroso de Hollywood mais uma vez ao grandioso evento. Como já é de praxe, aqui vai uma breve análise de tudo que pode – e deve – acontecer, já que previsibilidade é a marca de grande parte das premiações de cinema mundo afora.

Na categoria de melhor filme do ano, além de 12 Anos de Escravidão (maravilhoso, vencedor do Oscar de melhor filme), Trapaça e O Lobo de Wall Street se encontram também O Hobbit: A Desolação de Smaug e o grande favorito desta edição, Jogos Vorazes: Em Chamas. Sua vitória é mais que esperada e isso de forma alguma parece injusto, pois se trata de um filme bem produzido e executado, com um elenco grandioso e ao mesmo tempo uma pegada jovem, tudo que a geração MTV anseia.

A categoria de melhor atriz traz algumas mudanças em relação ao Oscar e somente Amy Adams, por Trapaça e Sandra Bullock, por Gravidade também estão incluídas na lista. As novidades são as presenças de Jennifer Aniston, pelo interessante Família do Bagulho, Jennifer Lawrence, por Jogos Vorazes: Em Chamas e Lupita Nyong’o, por 12 Anos de Escravidão. Lupita concorreu no Oscar na categoria de atriz coadjuvante. Aniston é uma grata surpresa, já que sua atuação na comédia Família do Bagulho pode não ser marcante, mas é bem simpática. Ainda assim, certamente será a outra Jennifer, a Lawrence, a grande vencedora da categoria.

MTV Movie Awards 2014

mtv movie awards

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 Suas estratégias de marketing devem ter personalidade 

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há 2 semanas atrás.

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personalidade

Ser pessoal e expressar personalidade em seu conteúdo podem gerar maior aproximação com seus clientes e leitores. Mas encontrar o tom certo pode não ser tarefa fácil. Por isso, neste artigo, vou apresentar os aspectos que destacam a importância de abordar clientes e leitores de maneira pessoal, como isso pode trazer benefícios para sua empresa e como encontrar a abordagem correta para conversar com seu público. Então, vamos começar.

Por que devemos ser pessoais

Devemos ser mais pessoais se desejamos nos destacar em meio a tanta informação de qualidade oferecida aos usuários todos os dias. Nossa concorrência está escrevendo artigos, tão bons quanto os nossos, e ainda possuem designers em suas equipes criando infográficos maravilhosos em 20 minutos. Como competir com isso? Você se lembra de todo aquele conteúdo que você já leu sobre as melhores práticas em marketing de conteúdo, marketing online, marketing digital, etc. Essa é hora de colocar todo esse conhecimento em prática. Ser pessoal é uma dessas práticas.

Algumas coisas mudaram e essas mudanças servem para justificar a necessidade de estabelecer um diálogo mais pessoal com seus leitores e clientes. Antes da popularização das redes sociais como ferramentas de marketing, era mais fácil ganhar a confiança de seus públicos com discursos formais, assinados pelos diretores de empresas em diversos setores. No entanto, as redes sociais ganharam força e espaço e usuários estão mais críticos e exigentes, não acreditando com tanta facilidade no velho discurso publicitário.

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 Quem se doa demais ao outro, acaba se perdendo de si 

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há 2 semanas atrás.

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Connecting broken heart

Quem se doa demais ao outro, acaba se perdendo de si e o resultado pode ser devastador para o íntimo. Doar-se é necessário, claro, mas é preciso verificar e identificar quando está se doando mais ao outro que a si mesmo. Quando deixamos de ser quem somos para satisfazer ou viver a vida de outro alguém, damos a essa pessoa poderes que ela não deveria ter sobre nós. Damos à ela, basicamente, nossa identidade. É por isso, que a maioria das relações quando findam, quem se doou exageradamente, fica perdido, sem rumo, em desequilíbrio, pois ao ver o outro partir vê, também, a si mesmo indo embora e sente-se vazio, oco e, mais que tudo, enfraquecido e inseguro.

É preciso entender que somos seres individuais, mas vivendo em coletividade. Que estamos aqui para viver uns COM os outros e não uns PARA os outros. Quando deixamos de ser “EU” para viver como “NÓS” perdemos os melhores momentos de nossa essência, as melhores descobertas do outro e, também, de nós mesmos ao lado dele. Deixamos de ser DOIS para viver UM e, acredite, nessa relação há mais de possessividade que amor. O amor é leve, livre, ambos se permitem ser quem são e vivem em comunhão, mas jamais submissão.

Viver a dois se torna uma tarefa simples quando aprendemos a viver como um; quando passamos a nos conhecer mais, valorizar, respeitar e, acima de tudo, amar. Não há como fazer pelo outro aquilo que não conseguimos fazer por nós mesmos. Somos diferentes e sempre seremos, mas se aprendermos a lidar com essas diferenças, respeitando-as e ajustando-as às nossas, sem precisar fingir, se autoflagelar, ignorar ou auto sabotar, certamente, teremos relações mais fortalecidas, enriquecidas e com amor próprio duplicado.

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 D Chirico: A padaria conceito na Austrália 

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há 2 semanas atrás.

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D Chirico

Projetada pelo escritório March Studio, em Melbourne, na Austrália, essa padaria possui um conceito totalmente inusitado. Partindo do pressuposto de se assemelhar a um celeiro, os arquitetos utilizaram de ripas de madeiras em formatos sinuosos e de diferentes tamanhos que partem do teto até o chão para formar o elemento principal onde são guardados os pães e que marca o desenho da padaria.

Proporcionando um design singular e, ao mesmo tempo, artesanal, a ideia do celeiro partiu do briefing que os arquitetos tiveram com o cliente. O dono da padaria gostaria que os clientes se sentissem em um local simples, onde o atendimento fosse em pé e os funcionários pudessem cortar o pão, ou embalá-lo com papel e vendê-lo, sem firulas. Outro apontamento foi a forma de tratar o produto, pelo fato de o pão ser algo comum, de poucos ingredientes, consumido diariamente, deveria ser fabricado e vendido de forma simples, tal qual como se fosse feito em um celeiro.

É possível ver que o pão está totalmente evidente na loja, pois além de ser único a ser vendido, consegue dialogar muito bem com as formas sinuosas das madeiras em cor semelhantes a ele. Portanto, foram utilizados poucos tipos de materiais, mas utilizados de forma muito criativa!

D Chirico: A padaria conceito na Austrália
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 [Vídeo Patrocinado] Asus e Intel lançam campanha para nova linha de linha Fonepads 

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há 3 semanas atrás.

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[Vídeo Patrocinado] Asus e Intel lançam campanha para nova linha de linha Fonepads

A Asus e a Intel lançaram uma campanha bastante interessante objetivando a interação do internauta para divulgar os novos Fonepads da Asus com processadores Intel. “Olá Tablet, conheça o Smartphone!” é um dos conceitos apresentados, uma vez que para a Asus/Intel nossa vida é uma mistura de família, amigos, trabalho e diversão, e num mundo onde todos estão sempre conectados, por que deixar Smartphones e Tablets separados?

A campanha com o tema “Fonepad está Chamando” promove as características únicas dos novos ASUS Fonepad 7 e Fonepad ASUS Note 6; Tela grande como de um Tablet combinado com a tecnologia 3G e os processadores Intel ATOM. Os fablets – como são chamados – ainda são um conceito novo, que vão depender da aceitação do público-alvo, a chamada geração Y ou Millennials.

A geração Y representava, em 2012, cerca de 20% da população global. Cresceram num mundo digital e estão, desde sempre, familiarizados com dispositivos móveis e comunicação em tempo real, como tal são um tipo de consumidores exigentes, informados e com peso na tomada de decisões de compra. São a primeira geração verdadeiramente globalizada, cresceram com a tecnologia e usam-na desde a primeira infância. A Internet é, para eles, uma necessidade essencial e, com base no seu acesso facilitado, desenvolveram uma grande capacidade em estabelecer e manter relações pessoais próximas, ainda que à distância.

A tecnologia e os dispositivos móveis (tablets e smarphones) em particular, criaram condições para os Millennials ligarem-se e comunicarem entre si como nenhuma outra geração o tinha feito anteriormente, permitindo partilhar experiências, trocar impressões, comparar, aconselhar e criar e divulgar conteúdos, que são o fundamento das redes sociais.

No vídeo da campanha, você vai reparar que o humor foi um dos conceitos essenciais para a promoção dos novos aparelhos. De forma divertida o público é cometido a associar a diversão ao trabalho – ou vice-versa – provando que é possível ter um só aparelho para ocasiões diferentes, gerando uma ótima satisfação para o usuário.

“A filosofia de pensamento do design da ASUS começa com a ideia de que a tecnologia deve se adaptar aos nossos hábitos de vida, que estão em constante mutação, e não o contrário – é por isso que a ASUS foi uma das primeiras empresas a lançar um fablet de 7 polegadas no mundo.” (Jeff Yang, Diretor de Marketing da ASUS)

Confira abaixo o vídeo principal da campanha e não esqueça de deixar sua opinião nos comentários.

“Fonepad está Chamando”

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