Imagens Manipuladas: De outro mundo 

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há 2 dias atrás.

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imagens manipuladas

Você precisa conferir essas imagens manipuladas pelo russo Tebe Interesno. Com muito talento e habilidade no Photoshop, Tebe faz incríveis montagens surreais, com situações que parecem vir de outro mundo. Submarino viajando no espaço, dinossauros habitando solo lunar, animais no metrê e trens voadores estão entre as surreais imagens manipuladas de Tebe.

O trabalho artístico do talentoso russo não envolve o processo de captura da fotografia, mas exige criatividade e domínio de Photoshop na hora de unir tudo que ele encontra. Então digitalmente compor sua arte, aplicando objetos incomuns em lugares incomuns. É o que Tebe tenta conceituar em suas peças. Confira!

Imagens Manipuladas: De outro mundo

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 O Novo Clipe do Interpol 

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há 3 dias atrás.

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interpol 2

Essa semana saiu o novo clipe da banda de Nova York, Interpol. A música que ganhou o vídeo foi a última faixa do novo álbum da banda, a canção Twice as Hard do álbum El Pintor, lançado também nesse mês. Interpol, aclamada banda independente é um dos fenômenos do post-punk revival do final da década de 90 e continua na estrada até os dias de hoje, independente das mudanças de formação.

Depois de ter os mais recentes discos criticados por fãs e críticas, o Interpol tenta retomar a cena que já foi inflamada no início dos anos 2000. Quatro anos depois do último álbum, eles voltam a produzir novas canções, agora sem o baixista Carlos Dengler. Sem dúvida ele deixa saudades e foi um dos responsáveis pelo sucesso anterior da banda, principalmente no aclamado álbum de estréia deles Turn on the Bright Ligths. Paul Banks, o vocalista acabou assumindo o baixo e Interpol tornou-se agora um trio. Na produção do disco esteve Alan Moulder, que já realizou trabalhos com bandas como Yeah Yeah Yeahs, The Killers e Nine Inch Nails.

Quem dirigiu o clipe foi também o próprio Paul Banks, em um vídeo que transmite bem a atmosfera que o estilo musical do Interpol cria, uma atmosfera melancólica, monocromática e mal humorada. Além do mais, não é sempre que uma última música de um disco ganha um vídeo. Todo clipe foi rodado na academia de boxe Mendez Boxing e mostra atletas lutando e treinando. Assista!

Interpol – Twice as Hard

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 Casamento Inspirado no Super Mario Bros. 

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há 3 dias atrás.

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casamento

O game Super Mario Bros. sem dúvida marcou uma geração, sendo jogado por milhares de gamers. Se você é um deles, vai se divertir conferindo esse casamento inspirado no jogo. O responsável pelo projeto de toda a identidade visual é Larry T. Quach, para o casamento de seus amigos Esther Tanouye e Ryan Watkins. O designer montou tudo inspirado no clássico 8-bit.

Além de usar a divertida temática, Larry foi muito criativo e caprichoso para desenvolver o convite, cheio de surpresas como blocos para os convidados confirmarem presenças e até para escolher o cardápio. Além disso Larry fez também lembrancinhas muito divertidas e criativas. Confira as imagens!

Casamento Inspirado no Super Mario Bros.

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 Pintura em Miniatura: O projeto de 365 dias de Lorraine Loots 

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há 4 dias atrás.

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pintura em miniatura

A artista Lorraine Loots trabalhou em um incrível projeto de pintura em miniatura, no qual ela pintou uma ilustração todos os dias do ano. A artista de Cape Town chamou o projeto de Postcards for Ants, ou Cartões Postais para Formigas, em português. Para fazer essas incríveis mini ilustrações, a artista usa pincéis, lápis de cor, habilidade e muita criatividade, além de um visão e precisão muito aguçada, para pintar em uma área tão pequena.

Lorraine Loots reserva as pinturas para venda em seu website, assim você pode comprar uma data antes mesmo dela pintar. Ela também emoldura as ilustrações para serem comercializadas. Um adorável projeto, com um nível de detalhe impressionante para uma ilustração tão pequena. Confira abaixo algumas das peças da belíssima pintura em miniatura de Lorraine Loots!

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 O Doador de Memórias 

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há 5 dias atrás.

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doador memorias

O Doador de Memórias é um filme belo. No eco de livros como 1984 e Admirável Mundo Novo trata-se de uma obra que aborda, na essência, o que afinal significa ser humano, ter uma vida completa e gozar do sentimento agridoce de ser livre e ser responsável por suas próprias escolhas. Com uma direção interessante por parte de Phillip Noyce, que apesar de dirigir séries como Revenge e outros filmes como Salt não ser muito conhecido, o filme apresenta imagens belíssimas em vários momentos e toques estéticos que não são muito comuns.

Baseado em um livro chamado The Giver (traduzido como O Doador em seu lançamento e em seguida uma nova edição com o nome O Doador de Memórias) da autora Lois Lowry, publicado pela primeira vez em 1993, trata-se de uma série de quatro livros, onde só primeiro chegou no país. Ganhadora de vários prêmios, Lois Lowry constrói um mundo aparentemente ideal onde não existe dor, desigualdade, guerra nem qualquer tipo de conflito. Por outro lado, também não existe amor, desejo ou alegria genuína.

Os habitantes da pequena comunidade, satisfeitos com suas vidas ordenadas, pacatas e estáveis, conhecem apenas o agora – o passado e todas as lembranças do antigo mundo foram apagados de suas mentes. Porém, uma única pessoa é encarregada de ser o guardião dessas memórias, com o objetivo de proteger o povo do sofrimento e, ao mesmo tempo, ter a sabedoria necessária para orientar os dirigentes da sociedade em momentos difíceis.

Aos 12 anos (idade do livro, no filme creio que seja em torno de 14 anos), idade em que toda criança é designada à profissão que irá seguir, Jonas recebe a honra de se tornar o próximo guardião. Ele é avisado de que precisará passar por um treinamento difícil, que exigirá coragem, disciplina e muita força, mas não faz idéia de que seu mundo nunca mais será o mesmo.
Orientado pelo velho Doador, Jonas descobre pouco a pouco o universo extraordinário que lhe fora roubado. Como uma névoa que vai se dissipando, a terrível realidade por trás daquela utopia começa a se revelar.

O Doador de Memórias – Trailer

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 Phideaux: Para quem gosta de art rock 

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há 5 dias atrás.

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phideaux

Phideaux é a banda do multi-instrumentista Phideaux Xavier, que além de ótimo músico também é um roteirista de sucesso na TV americana. Desde o colégio o talentoso artista já tocava em diversas bandas como Sally Dick & Jane, Neck Tie Party, The SunMachine, and Satyricon. Influenciado por ícones da música como Jethro Tull, David Bowie, Pink Floyd, Van Der Graaf Generator, e a a fase inicial de Genesis, Phideaux lançou diversos álbuns de art rock, com influências do progressivo, folk, space rock e rock psicodélico. É meio complicado de definir o estilo musical, porque Phideaux é um tanto quanto eclético, não se limitando a um estilo específico, procurando sempre novas combinações musicais. O tipo de música ideal para colocar os fones, aumentar o volume e entrar na viagem.

Tudo começou em 1992 com Friction, uma compilação de trabalhos de Phideaux com outros músicos, embora não tenha sido muito distribuído, nem é considerado parte da discografia. E só surgiram novidades em 2002, 10 anos depois, quando se reuniu com o baterista Rich Hutchins e lançou o álbum Fiendish, um folk espacial progressivo, como define o próprio Phideaux. Uma das músicas do disco, “Soundblast” usa o texto de panfletos arremessados sobre o Japão após a bomba atômica.

Phideaux retornou em 2004 com Ghost Story, quando Rich Hutchins assumiu a bateria, Mark Sherkus com marcantes solos de teclado e Sam Fenster no baixo. Durante a gravação desse disco, a banda já estava trabalhando em uma épica canção chamada Chupacabras, que seria o próximo disco. Esse que levou a banda a ser mais reconhecida no cenário musical, com uma marcante canção de mais de 20 minutos. O álbum seguinte, 313, de 2006, foi um projeto de gravar um disco em um dia. Seguido também em 2006, por The Great Leap, que é a primeira parte de uma trilogia sobre “a vida em um mundo ecologicamente utópico desintegrando”. A trilogia foi seguida por Doomsday Afternoon, considerado por muitos um dos melhores álbuns da banda, inclusive pelo próprio músico. Esse disco recebeu a colaboração da Orquestra Sinfônica de Los Angeles, e o resultado foi excelente.

Phideaux – Doomsday Afternoon (2007)

Phideaux – Doomsday Afternoon by Vinicius Machado on Grooveshark

“Phideaux é uma banda nascida de várias amizades duradouras e uma apreciação mútua de rock progressivo. Somos refugiados de uma época em que o rock and roll foi contra-cultural e as pessoas se uniram para garimpar uma veia escura da música. Mergulhada com mellotrons, violinos e teclados vintage. Nós amamos power chords, assinaturas complicadas e harmonias intrincadas, mas sempre com melodias que hipnotizam e riffs que invadem sua mente.”

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 Interstellar 

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há 6 dias atrás.

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interstellar

Interstellar é o novo filme de Christopher Nolan, diretor de grandes sucessos como a trilogia mais recente de “Batman”, “A Origem”, “Insônia” e “Amnésia”. Dessa vez Nolan vai dirigir uma ficção científica ao lado de um grande elenco, composto por Matthew McConaughey, Anne Hathaway, Jessica Chastain, Bill Irwin, John Lithgow, Casey Affleck, David Gyasi, Wes Bentley, Mackenzie Foy, Timothée Chalamet, Topher Grace, David Oyelowo, Ellen Burstyn e Michael Caine.

E não são só os atores que se destacam nesse lançamento, Nolan reuniu em sua equipe qualificados profissionais da indústria cinematográfica, como o o diretor de fotografia Hoyte van Hoytema de “O Espião que Sabia Demais”, o diretor de arte Nathan Crowley da trilogia “Batman”, a figurinista Mary Zophres de “Caça aos Gângsteres”, o montador Lee Smith também da trilogia “Batman” e de Elysium, o talentoso e renomado compositor Hans Zimmer da trilogia “Batman” e o supervisor de efeitos especiais Paul Franklin de “A Origem” e trilogia “Batman”. Como pode-se notar, esse pessoal já trabalhou junto e deve vir coisa boa.

Para Interstellar, o diretor Christopher Nolan reescreveu o roteiro de seu irmão, Jonathan Nolan, em uma trama baseada em teorias científicas de um físico da Califórna, Kip Thorne, especialista em Teoria da Relatividade, que é um dos consultores do filme. A história narra as aventuras de um grupo de exploradores que usam um “buraco-de-minhoca” no espaço para superar as limitações das viagens espaciais humanas e conquistar vastas distâncias em viagens interestelares. A data de estreia está marcada para 7 de Novembro. Assista o trailer de Interstellar!

Interstellar – Trailer

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 Endless Roads: A Vida Sob 4 Rodinhas 

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há 6 dias atrás.

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endless roads

Todos nós em algum momento de nossas vidas já pensamos em largar tudo para fazer o que realmente gostamos…seja viajar, seja estar com quem a gente gosta… a lista não tem fim. E para você, amante do surf, long board e skate, essas meninas lhe darão uma forcinha para se decidir.

Amanda, Marisa, Maitane, Jacky, Valeria, Carlota e Gador, são garotas comuns que fazem parte do Longboards Girls Crew, um grupo só de garotas apaixonadas por Longboard que decidiram fazer uma viagem e percorreram 4.300 km ao longo da Espanha. Batizaram a viagem como “Endless Roads”. Elas vão de Kombi até até ao Parque Natural do Cabo de Gata em Almería, Espanha, para então sair viajando com seus longs por todo o país durante 15 dias, chegando a pequenas cidades e enseadas na costa do Mediterrâneo. A aventura ousada foi registrada em quatro vídeos pelo diretor espanhol Juan Rayos. O primeiro deles você pode ver aqui!

Endless Roads

FOTO5

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 Os 15 melhores games que já joguei! 

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há 2 semanas atrás.

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Os 15 melhores games que já joguei!

Todos que se consideram gamers ou que pelo menos já passaram algumas infinitas horas em frente a vídeo-games, PCs, fliperamas, etc, provavelmente tem uma lista dos 10 melhores games que já jogaram.

Comigo não é muito diferente. Não me considero um gamer na atualidade, mas já pude passar muitas e muitas horas na jogatina. Foi-se o meu tempo de Atari, Master System, Nintendinho, Mega Drive, Super Famicom, Super Nintendo, Neo Geo, Nintendo 64, Playstation 1 2 e 3, Xbox 360, Wii e PC. Essas com certeza foram as plataformas que mais joguei durante os meus 28 anos. Com destaque para Mega Drive, Xbox 360 e PC. Desses três últimos, o PC é sem dúvida a plataforma que mais passei tempo em games.

Acredito que com o tempo e principalmente pela Internet fui me acostumando com a ideia do PC ocupar minha principal plataforma de jogos, já que também servia como a principal para entretenimento e trabalho. Também acredito que vários de vocês que estão lendo vão ter características semelhantes.

Esses dias me deparei com algumas listas realizadas por grandes revistas e sites de games, que tentavam cravar um TOP10 dos melhores jogos de todos os tempos. Confesso que quando lia os comentários fiquei com a nítida impressão que tal lista é quase uma blasfêmia. É impossível listar sem nenhum erro 10 produções únicas. Digo isso pois cada jogador tem sua história, tem suas características e teve diferentes experiências sejam em jogos diferentes ou plataformas, muitas em virtude de circunstância outras por escolha própria.

Mas e aí? E aí que a verdade é que cada jogador tem seu TOP10. Cada um sabe quais foram os games que mais tiveram relevância em suas vidas, e os motivos podem ser os mais variados possíveis. Diante desse cenário e dessa conclusão – um pouco óbvia talvez – decidi montar minha lista dos 15 melhores games que já tive a oportunidade de “brincar” um pouco.

Abaixo tentei descrever um pouco de cada game de acordo com minha experiência. Quem já jogou talvez compartilhe da minha breve análise, e os que não jogaram ainda, talvez sirva como uma indicação! Sei que a lista não vai agradar a todos, mas não é a intenção. Como disse é uma lista fruto das minhas experiências. Vamos lá!

1º: The Elder Scrolls III: Morrowind (2002)

Tudo, absolutamente TUDO me encantou nesse game. Alguns podem até se perguntar.. mas e Skyrim com seus gráficos lindos, por quê Morrowind é melhor? Eu respondo que na época, Morrowind era um conceito absurdo, os detalhes espantavam e a trilha sonora – de Jeremy Soule – é simplesmente genial. O salto de The Elder Scrolls II (Daggerfall) para o III (Morrowind) é muito maior do que a diferença de qualquer um dos games da sequência (IV e V).

Passei horas somente lendo os livros que o personagem encontra nas suas aventuras, em bibliotecas, casas etc. A atmosfera, a política, o cenário, as guerras, a sociedade, tudo é construído de uma forma singular, você realmente se prende a narrativa e vai construindo sua própria história. Valeu cada minuto!

2º: Mass Effect 2 (2010)


Acredito que quando se faz ficção científica, na verdade estamos moldando o futuro. Mass Effect é o perfeito exemplo disso. Um jogo futurista, simplesmente marcado por guerras e carregado por decisões políticas que o próprio jogador toma.

Essas decisões te levam a caminhos diferentes com consequências diferentes. A ambientação, a jogabilidade e a trilha sonora simplesmente se encaixaram perfeitamente. Mass Effect 2 é apaixonante.

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 O Céu é de Verdade e a experiência de quase morte 

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há 2 semanas atrás.

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ceu de verdade

Quem somos? Para onde vamos? Estas são duas das questões existenciais mais significativas do ser humano, que volta e meia sentimos a necessidade de discutir, seja com seus pais, seja com o padre de sua igreja, seja com acadêmicos e cientistas. Se a primeira pergunta descamba para o lado da filosofia, o que é ao menos mais palatável e viável do ponto de vista lógico, a segunda questão trabalha com um tema que dos mais difíceis: a fé. É sobre esta segunda perspectiva que O Céu é de Verdade, filme que esteve em cartaz nos cinemas faz pouco tempo, trabalha.

O filme conta a história do menino Colton Burpo, filho de um pastor evangélico, Todd Burpo (Greg Kinnear), que após passar por uma delicada cirurgia de urgência, diz aos pais que durante o tempo em que estava sendo operado ele havia visitado o céu e conhecido Jesus Cristo. Será a partir deste fato que toda a história se desenvolverá, levando o tema à igreja onde o pastor realiza suas pregações, e também ao seio da família do garoto, fazendo o pastor questionar toda a base de sua fé espiritual.

Buscar o elemento principal da história pode soar confuso, pois o grande acontecimento do filme – uma experiência de quase morte que culminou na ‘certeza’ de que há um céu nos esperando, de que há alguma forma de vida no pós-morte e na existência de anjos e de Jesus – é questionado justamente pelos mesmos membros da igreja que pregam estas ideias. Isso nos faz perceber que talvez não estejamos preparados para confirmar uma série de crenças que possuímos sobre questões religiosas. Acreditamos cegamente na existência de Jesus, mas ao nos confrontar – hipoteticamente – com ele a primeira reação que teríamos seria a de incredulidade e desconfiança. Soa estranho, não?

O Céu é de Verdade – Trailer

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 Quinta temporada de Rookie Blue 

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há 2 semanas atrás.

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rookie blue

Desconhecida do grande público, a série canadense Rookie Blue vem sendo há quase cinco anos um dos grandes destaques da chamada summer season americana (época em que as principais séries estão de férias, então as emissoras buscam projetos dos mais diversos para ao menos preencher a programação). Normalmente as produções duram somente uma temporada, mas sempre há boas surpresas que se mantém por mais tempo. Rookie Blue é uma dessas. A série, que é estrelada pela linda da Missy Peregrym acaba de ter seu último episódio da quinta temporada exibido, e entre altos e baixos, ela passou na avaliação final com um sete bem arrastado, nota apenas razoável.

Começarei pontuando as partes interessantes deste ano: 1) a quinta temporada retornou com a mesma atmosfera agitada de sempre e não houve nenhuma baixa no grande elenco, o que já é motivo suficiente para comemorar; 2) Dos novos personagens, dois chamam atenção, sendo que o primeiro, o novato Duncan, policial visivelmente bobo, desleixado e que entra na série para dar um novo gás ao trabalho de Andy McNally (Missy Peregrym) teve sua história contada ao longo da temporada, com algumas reviravoltas interessantes e um aparente desfecho. Entretanto, a personagem que realmente promete deixar a próxima temporada mais interessante é Juliet, interpretada pela linda Erin Karpluk (da ótima Being Erica). Ela participou dos últimos episódios, como o possível futuro relacionamento de Nick Collins, ex-namorado de Andy.

E 3) O grande destaque desta temporada foi o gancho deixado como possível grande tema da próxima temporada. A história (meio clichê) envolvendo a máfia irlandesa e a corrupção policial pode render uma trama bem interessante, e possivelmente a mais ousada da série até aqui, pois envolveria conspirações, traições e os inimigos agora podem estar na própria corporação policial. Os grandes catalisadores deste arco serão Sam Swarek (Ben Bass) e o Comissário todo poderoso que tem grande influência política.

Quinta temporada de Rookie Blue – Teaser

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 A Trilha Sonora das Novelas 

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há 3 semanas atrás.

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Img: br.fotolia.com

Img: br.fotolia.com

Neste último mês a Rede Globo estreou duas novas novelas: Império, no horário das 21 horas e Boogie Oogie, no horário das 18 horas. Como não sou espectador assíduo delas, não entrarei no mérito da questão que envolve qualidade, se são boas ou não, mas falarei estritamente de algo que me chamou a atenção e que vale para ambas: a trilha sonora.

Não é a primeira vez que este tema merece minha atenção. A própria Globo, tempos atrás, colocou como canção principal de Amores Roubados (novela das 23 horas) a sensacional Intro, da dupla The XX. Houve até um burburinho jornalístico, querendo saber o porquê da escolha de uma banda indie para representar comercialmente uma novela global. A escolha, acertada e ousada, novamente se fez valer com estas duas produções atuais.

Em Império é mais fácil de se notar, já que a novela não é de época, e por isso percebemos mais rapidamente o quão diversificado e interessante a trilha sonora da novela ficou. A começar pela música de abertura, a cargo dos Beatles e sua linda e emblemática Lucy in the sky with Diamonds, cantada aqui pelo jovem e ainda não muito conhecido Dan Torres. Não me lembro de outra abertura tão interessante quanto esta na história recente das novelas brasileiras.

Dan Torres – Lucy In The Sky With Diamonds | Novela Império

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 Burning Man 2014 

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há 3 semanas atrás.

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burning man

Já mostramos esse incrível festival por aqui, e agora chegou a hora de mostrar a edição do Burning Man 2014. Todo ano, milhares de pessoas vão para o Deserto de Black Rock, em Nevada para experimentar uma das experiência mais surreais de suas vidas. Uma aventura muito original no deserto, repleta de todos os tipos de arte. No festival você tem que criar um novo mundo, uma semana para todos adaptarem-se ao deserto, conhecer pessoas, criar utensílios, roupas, tendas. Experimentar. Ajudar e ser ajudado, ter consciência da vida em comunidade e divertir-se. O resultado é espetacular!

As imagens do Burning Man são sempre registros incríveis, repletos de vida, cores e alegria. No meio do deserto essas pessoas podem expressar-se livremente, traduzindo a imaginação delas para manifestações artísticas, que vão do vestuário aos seus abrigos. Tudo isso colabora para a criação de um cenário surreal, que parece coisa de cinema. É como se Alice no País da Maravilhas se encontrasse com Mad Max. Se quer saber mais sobre esse festival, clique aqui. Confira as imagens da edição do Burning Man 2014 abaixo!

Burning Man 2014 – Fotos de Trey Ratcliff

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 Isolados – O Filme Brasileiro Mais Esperado do Ano 

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há 3 semanas atrás.

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isolados

Fico sempre chateado quando alguém vem me dizer que não gosta do cinema nacional porque ele é feito basicamente de comédias ruins com pseudo atores globais. É uma mentira, já que o cinema produzido no nosso país é tão amplo e plural no que diz respeito à temas e gêneros que nem daria aqui para listar a quantidade de exemplos que corroboram com minha opinião. Mas para não ficar sem exemplos, cito O Som ao Redor, Tatuagem, Riscado e O Lobo atrás da Porta. Quatro filmes bem diferentes uns dos outros, com temas variados e com algo em comum: são sensacionais.

Prestes a entrar para este clube (é muito mais uma torcida, já que ainda não assisti) está o suspense Isolados, thriller psicológico estrelado pelos astros Bruno Gagliasso e Regiane Alves e que tem direção do cineasta Tomas Portella. O filme só será lançado no em 18 de setembro, mas já vem causando um enorme burburinho nos cinéfilos de plantão. A produção, bastante ousada, aposta em um gênero ainda não muito explorado no cinema brasileiro, mas que cada vez mais tem despertado interesse de cineastas e roteiristas.

A história do filme gira em torno de Lauro, um jovem psiquiatra que se apaixonou por sua ex-paciente Renata. Um dia, decidem viajar para as montanhas em busca de tranquilidade, sem saber que o local abriga uma dupla de assassinos em série, que vêm atacando mulheres da região. Isolados, eles vão ter de lutar sozinhos pela própria vida.

Isolados – Trailer

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 Rio 2 

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há 4 semanas atrás.

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rio 2

É sempre complicado falarmos de continuações, seja de filmes live action, seja de animações. Normalmente ficamos com aquela sensação de que contar novamente uma história com os mesmos personagens soa uma ação somente comercial, sem viés criativo algum. Claro que sempre há exceções, e são muitas. Rio 2, do brasileiro Carlos Saldanha, pode ser considerado uma dessas salvações.

O mais curioso é que a sequência da história de Blu e Jade poderia tranquilamente não ter sido produzida, já que o projeto original não deixou brechas para muita coisa. Rio contou uma história das mais belas, com um roteiro bem amarrado e uma conclusão que deixou todo o amante de uma boa animação feliz. No entanto, Carlos Saldanha e equipe trabalharam, e muito, para buscar alguma nova premissa que sustentasse a ideia de realizar uma sequência sem serem taxados de mercenários somente. E o resultado empolga.

A trama agora traz Blu, Jade, e seus agora três filhos, deixando o Rio de Janeiro em busca de aventuras na Amazônia, pois descobrem que lá há indícios de mais araras de sua espécie. Fora de casa, em um lugar distante de seu habitat, Blu terá que enfrentar seu maior medo (seu sogro Eduardo) enquanto procura escapar do plano de vingança de Nigel.

Rio 2 – Trailer

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