Arquivo do mês: Março, 2008

Campanha Luxor Highlighter

17 de Março de 2008

A agência Leo Burnett Mumbai na Índia, preparou esse fabuloso case para as canetas marca-textos Luxor. Com certeza uma idéia criativa, e de impacto. Talvez, não com os melhores personagens, mas a idéia com certeza é claramente passada ao consumidor. Ai vão os trabalhos.

Luxor Che Guevara

 

Luxor Hitler

 

Luxor Chaplin

Agência: Leo Burnett Mumbai, India
Diretores de Criação: Santosh Padhi, KV Sridhar
Diretor de Arte e Tipografia: Santosh Padhi
Tipográfo e Ilustrador: Kunal Mhabadi
Redator: Russell Barrett

Fonte: Frederiksamuel.com

O poder do consumidor no mundo digital

13 de Março de 2008

Com o advento da Web 2.0 ganharam forma na internet a interação e a geração autônoma de conteúdo por parte dos usuários. Em sites como orkut, blogs, entre outros, os usuários não apenas têm a possibilidade consumir, mas, também a de produzir conteúdo, surgindo assim um novo tipo de consumidor, capaz de, simultaneamente, criticar, adular e ajudar as empresas que souberem aliar-se a ele. Isso é inédito desde o advento do capitalismo, antes só as companhias detinham as ferramentas necessárias para criar e propagar o discurso sobre suas marcas.

Essa evolução permite aos consumidores elogiarem ou detonarem um produto, isso é muito bom para as empresas que se preocupam com suas marcas, pois, cada vez mais, os consumidores procuram a opinião de outras pessoas, na internet, antes de comprar. Empresas que têm seus produtos mal falados na rede e não se preocupam, podem ter um futuro nada bom. Por isso estar antenado em como o consumidor está sentindo o produto e o que ele espera de novo é a cada dia mais importante para ganhar mercado e ter bons resultados.

Escute o Podcast sobre o assunto.

Clique aqui e ouça o Podcast.

Fonte: Época Negócios Por Amauri Segalla, Aline Ribeiro e Rafael Barifouse.

Teste de Audição

13 de Março de 2008

Ainda arrepiado com os resultados, passo aos leitores do Publistorm esse fantástico teste de audição. O teste é em inglês. Espero os resultados comentados mais tarde. Para fazer o teste, CLIQUE NA IMAGEM.

Teste de Audição


Retirei esse teste do Brainstorm9, não poderia ter vindo de um blog melhor.

Apenas 2,7% das verbas publicitárias vão para web

12 de Março de 2008

Números de março de 2008 do projeto Inter-Meios, divulgados pelo Meio&Mensagem, mostram duas informações muito importantes em relação à internet.

A primeira informação é que a web se tornou no Brasil o terceiro veículo em alcance, atrás apenas de rádio e TV. O segundo dado é que apenas 2,77% do total das verbas publicitárias são usados na internet.

As duas informações são aparentemente conflitantes. Afinal, como pode um meio com tanto alcance e tantas vantagens ter investimentos tão baixos? Não são os brasileiros os líderes tanto em navegação quanto no uso do Orkut e do Messenger?

O que aconteceria se, de repente, as agências e empresas resolvessem dobrar a verba usada na web? Se esse valor passasse dos atuais 2,8% para 6%? Imagine uma agência que fatura anualmente R$ 50 milhões (no Brasil temos pelo menos 100 agências assim). Se hoje a verba usada para internet é de R$ 1,4 milhão (2,8%), imagine que de repente essa verba suba para R$ 3 milhões (6% do total).

Para absorver esse aumento de verba, sendo bastante “econômico”, seria preciso ampliar a equipe em, no mínimo, 5 profissionais (um gerente de projetos, um mídia, um redator, um diretor de arte e um producer). Se 100 agências contratassem 5 profissionais cada, teríamos uma demanda de 500 profissionais. Isso contando apenas as agências médias/grandes. Se está difícil hoje achar um bom profissional, imagine 500.

Haveria também fatores externos: será que os fornecedores conseguiriam atender tanta demanda? Será que os veículos teriam espaço para tantos anunciantes? Em dezembro de 2007, por exemplo, foi difícil encontrar espaços disponíveis para anunciar online.

Além desses problemas de estrutura, existem dois outros motivos para a baixa participação da internet nas verbas publicitárias: o modelo de negócios das agências, que privilegia as mídias mais caras, e a acomodação em usar os meios que dão certo sem risco, como TV. Devido a esses fatores, tudo indica que a internet deve continuar crescendo muito em relação a ela mesma, mas pouco em relação aos outros meios. Será que vamos precisar de um PAC online?

Fonte: Webinsider Por Cezar Calligaris

A campanha do Youtube

12 de Março de 2008

Vídeo de sucesso no YouTube normalmente costuma ser sinônimo de celebridades flagradas em um momento constrangedor. Nas últimas semanas, essa regra infalível tem sido subvertida por um videoclipe que promove a candidatura do senador americano Barack Obama à Presidência dos Estados Unidos pelo Partido Democrata. De acordo com o site Viral Video Chart, do conglomerado inglês MediaGuardian, o vídeo Yes We Can (”Sim, nós podemos”) — produzido com trechos de discursos de Obama e protagonizado por uma constelação de astros pop — foi o mais compartilhado da rede nos últimos 30 dias. Desde que entrou no ar, no dia 4 de fevereiro, mais de 11 milhões de pessoas baixaram o vídeo, produzido por Jesse Dylan, filho do cantor Bob Dylan, e pelo líder da banda Black Eyed Peas, William James Adams. Por 4 minutos, celebridades como a atriz Scarlett Johansson, o jogador de basquete Kareem Abdul-Jabbar e o pianista Herbie Hancock cantam trechos musicados de discursos de Obama marcados pelo refrão “Yes we can”, espécie de mantra do pré-candidato do Partido Democrata. “O Yes We Can é a grande novidade política da internet”, escreveu o colunista de política Alex Koppelman, da revista online Salon.

Tanto Obama como Hillary e McCain têm páginas publicadas e constantemente atualizadas em sites de relacionamento, como MySpace e Facebook, que têm funcionado como base de mobilização de simpatizantes nas eleições primárias. Sites de busca, como Google e Yahoo!, tornaram-se parte da estratégia publicitária das campanhas, concorrendo com o rádio e a televisão na distribuição de anúncios. O comitê de campanha de McCain, por exemplo, montou uma estratégia agressiva no Google em que o anúncio com o nome do candidato aparece em buscas envolvendo mais de 2 500 palavras, como president, McCain e mesmo Obama e Clinton. “A internet tornou-se hoje para a política o que a televisão foi na década de 60 e o rádio na década de 40″, disse a EXAME o consultor Peter Leyden, do New Politics Institute, centro de estudos americano especializado no estudo do impacto das novas tecnologias no marketing político.

A excepcional performance de Obama na internet — e a importância que sua campanha deu a esse recurso de marketing — tem muito a ver com o perfil dos simpatizantes de sua candidatura. Obama é o candidato preferido de 61% dos jovens americanos com idade entre 18 e 24 anos, segundo uma pesquisa da rede de televisão CNN. É a parcela da população chamada de millenials (uma referência ao novo milênio), que tem grande afinidade com a internet. Entre os conselheiros de Obama está Chris Hughes, de 24 anos, co-fundador do Facebook, um dos mais populares sites de relacionamento dos Estados Unidos, com 50 milhões de usuários. Apenas em comunidades pró-Obama no Facebook estão cadastrados 355 000 membros. Por outro lado, os grupos hostis à rival de Obama na indicação do Partido Democrata, a ex-primeira-dama Hillary Clinton, agregam mais de 420 000 membros. Essa rede de apoios garante ao comitê de Obama um notável poder de mobilização via internet — embora nem sempre isso se traduza em vitória nas primárias. Na cidade de Nova York, os partidários de Obama organizaram pela internet 292 eventos, ante apenas 13 organizados em favor de Hillary. Em São Francisco, os militantes de Obama realizaram 189 eventos, ante apenas nove de Hillary. No entanto, na totalização de votos nos estados de Nova York e da Califórnia, a política tradicional falou mais alto e Hillary venceu as primárias.

O uso da internet e do marketing viral na política se inspira, em certa medida, nas estratégias utilizadas em outro universo: o das grandes empresas. Nos últimos anos, companhias de todo o mundo têm aproveitado o poder de fogo de sites como YouTube e redes de relacionamento para fortalecer suas marcas e buscar novos consumidores, principalmente entre os jovens. O mais notável exemplo dessa estratégia foi desenvolvido pela subsidiária americana do gigante anglo-holandês dos produtos de consumo Unilever. Em 2006, a empresa criou o filme Dove Evolution, em que mostra o uso da tecnologia para transformar uma jovem comum em uma top model. O filme é até hoje um dos mais acessados do site, já atraiu mais de 15 milhões de espectadores e no ano passado foi o vencedor do Grand Prix do Festival de Publicidade de Cannes. “O uso da internet na política é uma conseqüência das inovações que começaram no setor privado”, diz o consultor Leyden. “É um fenômeno que diz muito sobre como será o marketing daqui para a frente. Se eu fosse um presidente ou diretor de marketing de uma grande empresa, estaria analisando cuidadosamente cada passo desse movimento.” Seja qual for o candidato vencedor das eleições presidenciais americanas, a campanha de 2008 promete entrar para a história como a primeira eleição na qual a internet teve, de fato, um peso relevante.

Fonte: Exame Por Daniel Hessel Teich

Manutenção e troca de servidores

12 de Março de 2008

Olá a todos …

Alguns leitores devem ter percebido que ficamos por algumas horas fora do ar. Isso aconteceu, devido a uma mudança de servidores e restruturação de dados. Os serviços já voltaram ao normal, e o Publistorm agradece e pede desculpas para quem acessou a página nesse meio tempo.

Um abraço à todos

Yahoo rejeita proposta da Microsoft

10 de Março de 2008

Yahoo

O presidente e co-fundador do Yahoo, Jerry Yang, enviou ontem uma carta a seus acionistas explicando porque a empresa decidiu rejeitar a proposta de compra da Microsoft, inicialmente avaliada em US$ 44,6 bilhões. A empresa de internet considerou baixa a oferta.

“O Yahoo tem a flexibilidade financeira para executar seus planos, graças à nossa situação saudável de caixa, que ultrapassava US$ 2 bilhões em 31 de dezembro de 2007, e ao nosso substancial fluxo de caixa operacional, que esperamos que tenha dois dígitos de crescimento em 2009″, escreveu Yang, ao enumerar os motivos.

Ele também argumentou que a empresa tem uma grande oportunidade de mercado e que está preparada para aproveitá-la. “O mercado global de publicidade online deve crescer de US$ 45 bilhões em 2007 para US$ 75 bilhões em 2010″, apontou o presidente do Yahoo. “E estamos nos movendo rapidamente para tirar vantagem do que vemos como uma janela única de oportunidade no crescimento - e evolução - desse mercado, para ampliar a participação de mercado e criar valor para os acionistas.”

Ele disse ainda que o Yahoo tem uma marca forte, mais de 500 milhões de usuários no mundo e a liderança na venda de banners publicitários. A empresa possui participações acionárias no Yahoo Japan, líder do mercado japonês, e no site chinês Alibaba.

Acionistas da Microsoft, por sua vez, estão insatisfeitos com os planos de compra do Yahoo. “Quero que a Microsoft diga ?sayonara Yahoo? (adeus Yahoo) e vá embora”, disse o administrador Robert Olstein, cujos fundos possuem cerca de 1 milhão de ações da Microsoft. Para ele, a gigante do software não deve aumentar sua oferta em nenhuma circunstância.

Desde que a proposta foi apresentada, as ações da Microsoft caíram 11%, reduzindo seu valor de mercado em cerca de US$ 34 bilhões. Vários investidores acham que os esforços para comprar o Yahoo podem distrair a administração num momento em que a companhia começa a usufruir do sucesso do Windows Vista e da lucratividade do videogame Xbox.

Analistas também estão céticos em relação às conversas do Yahoo com a News Corp., do magnata australiano Rupert Murdoch, como alternativa à Microsoft. “É difícil imaginar que Murdoch esteja a fim de colocar dinheiro suficiente no negócio para torná-lo interessante aos acionistas do Yahoo”, disse Jordan Rohan, da RBC Capital.

Fonte: Estadão