Arquivo do mês: Abril, 2008

PODCAST - Mídia Interna

30 de Abril de 2008

Podcast

PODCAST - PROGRAMA PUBLISTORM

» Tema: MÍDIA INTERNA
» Participantes: Felipe Agnello, David Lineu, João Paulo Benassi e Vinicius Machado
» Coordenação: Afrísio Lucas Junior
» Local: Rádio Cesumar Maringá (94,3 FM)

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MÍDIA INTERNA
Podemos definir mídia interna ou mídia indoor como uma forma de comunicação com o público dentro de um determinado ambiente, seja ele um prédio, um shopping, um banheiro, um mercado ou qualquer outro lugar. Esse tipo de mídia vem crescendo em grande escala com as agências tentando atingir de varias formas seu público.

Em São Paulo, por exemplo, as Mídias Exteriores como: outdoors, placas e fachadas foram proibidas pela lei cidade limpa. Com isso as agências têm que procurar novos meios de atingir o seu público alvo. Um desses locais é o metro de São Paulo que tem seu crescimento em faturamento com publicidade estimado em 30%. Um anúncio nas portas de um trem, por exemplo, rende à empresa R$ 15.142 por mês. Uma volta em qualquer estação da companhia revela a mudança. Propagandas de filmes, celulares, faculdades e chocolates preenchem o cenário onde 2,8 milhões de pessoas passam todos os dias.

A criatividade dos publicitários tem inovado cada vez mais. Sobrou até para as catracas do Metrô. Desde dezembro do ano passado, a agência Monster Mídia Brasil entrou no mercado com contrato de exclusividade para a exploração de anúncios em catracas das estações. A agência também vai controlar a publicidade nas catracas dos principais estádios do País. No exterior, a Monster Mídia é especialista neste tipo de anúncio.

A Monster Mídia fechou a primeira campanha no Metrô com a Nestlé. A multinacional alimentícia comprou espaço em todas as estações para anunciar três de suas marcas de chocolate. O diretor comercial da agência, Marcelo Rocha, diz que um dos motivos para a Monster Mídia se instalar em São Paulo foi a Lei Cidade Limpa.

Outras formas de mídia indoor também começaram a aparecer na cidade. Alguns ônibus da frota municipal contam com displays digitais que, além de anúncio, trazem conteúdo próprio. O mesmo acontece em drogarias, livrarias e em alguns shoppings. Para a professora da ESPM, o grande desafio desta nova mídia será trazer opções de qualidade para o público. “Essas novas plataformas precisam se aprimorar em termos de conteúdo. Quem anda de ônibus, assiste todo dia a estes programas. É preciso um conteúdo bom, do contrário não há interesse para o mercado anunciante”, analisa.

TVS DE VAREJO
Outro tipo de mídia interna que vem crescendo muito são as chamadas TVs de Varejo, que nada mais são do que TVs com anúncios de produtos dos próprios pontos de venda. É difícil imaginar que o consumidor saia de casa para assistir à televisão em um supermercado. Mas é exatamente nisso que grandes varejistas, como Carrefour e Wal-Mart, acreditam com fervor cada vez maior. O negócio das redes de varejo continua a ser a construção de uma ponte entre os fabricantes e o consumidor final. Mas, hoje, em meio às gôndolas de molho de tomate, detergente e sabão em pó de lojas do Carrefour e do Wal-Mart, encontram-se telas de 40 polegadas que transmitem programas, notícias e, sobretudo, anúncios de produtos oferecidos a poucos passos de distância.

Trata-se de mais uma prova do poder exercido pelo ponto-de-venda. Pesquisas apontam que 75% das decisões de compra são tomadas dentro da loja. Apoiados nelas, os varejistas tentam com seus canais exclusivos convencer o cliente a comprar algo que está fora de sua lista de supermercado. Eles descobriram, também, que poderiam unir o útil ao agradável e, assim, transformaram suas TVs de ponto-de-venda numa fonte extra de renda, com a venda dos anúncios para seus fornecedores.

Essas mini-emissoras são montadas em parceria com empresas especializadas, responsáveis pela tecnologia de transmissão, produção dos programas e venda dos anúncios. O varejista entra com a instalação dos aparelhos e a carteira de fornecedores como potenciais anunciantes e, em troca, recebe parte da receita publicitária — valor que, no Brasil, fica em torno de 15% da receita total.

Tanto o Carrefour quanto o Wal-Mart não divulgam dados, mas estima-se que projetos como os implantados pelas duas redes tenham potencial de alcançar uma receita anual de 70 milhões de reais.

A TV do varejo já existe há pelo menos dez anos, mas seu crescimento efetivo como ferramenta de marketing aconteceu, de maneira mais intensa, nos últimos dois anos. O impulso ocorreu graças à popularização das telas de plasma e LCD, que tornou viável a implantação de redes de TV nas lojas — antes o custo era proibitivo e o formato dos televisores era pouco prático. Ao mesmo tempo, crescia o interesse pela chamada mídia alternativa, o que colocou a TV do varejo no mesmo patamar da publicidade online, de entretenimento e de guerrilha. Uma pesquisa da consultoria PQ Media aponta que entre 2002 e 2007 a mídia alternativa dobrou sua representação no bolo publicitário americano, passando de 8% do total dos investimentos para 16%.

No Brasil, os números das TVs de ponto-de-venda são ainda modestos quando comparados com as estatísticas americanas. Juntos, Carrefour e Wal-Mart têm um público estimado em 42 milhões de espectadores por mês. A rede francesa reúne 112 lojas equipadas com o sistema, enquanto na subsidiária brasileira do Wal-Mart são 98 unidades. Os primeiros testes, segundo as redes de supermercados, são animadores. “Uma propaganda piloto de uma marca de adoçantes exibida nas lojas levou a um aumento de 70% nas vendas do produto e de 20% em toda a categoria”, diz Rodrigo Lacerda, diretor de marketing do Carrefour. “Esse tipo de publicidade não só ajuda a aumentar as vendas por impulso como também estimula o cliente a experimentar lançamentos.

OUTROS TIPOS DE MÍDIA INTERNA
Na verdade o mercado de mídia interna abrange um leque enorme de possibilidades. Desde uma TV com anúncios em um shopping, assim como um cartaz em um banheiro. Toda a comunicação que é feita em ambientes internos, sejam eles quais forem, podem ser considerados como Mídia Interna.

Um exemplo que muitos conhecem acontece exatamente em shoppings. Nesses locais, podemos ver diversos tipos de adesivagens, em escadas rolantes, em paredes, teto, portas automáticas, etc. A Mídia Interna, se mostra muito eficiente justamente pela possibilidade de se segmentar o público alvo, atingindo exatamente os pontos necessários e com uma precisão muito maior. Com a proibição dos anúncios exteriores em São Paulo, por exemplo, a mídia interna se desenvolveu muito. Essa proibição já é estudada em outras cidades no Brasil, com isso é bem provável que a Mídia Interna se desenvolva cada vez mais, e as agências criem peças espetaculares.

Conar suspende veiculação de anúncios da Petrobras

27 de Abril de 2008

Petrobras

O Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar) suspendeu no dia 17/04/08 a veiculação de dois anúncios publicitários da Petrobras por considerar que os comerciais passavam uma falsa idéia de que a estatal tem contribuído para a qualidade ambiental e o desenvolvimento sustentável do País. A Petrobras ainda pode recorrer da decisão. Em nota, a companhia informou que ainda não foi comunicada oficialmente sobre a decisão do Conar.

Foram suspensas as campanhas “Petrobras - Sonhar pode valer muito” e “Petrobras - Estar no meio ambiente sem ser notada”. A decisão do Conar foi tomada a partir de uma ação movida por entidades governamentais e não-governamentais, como as secretarias estaduais de meio ambiente de São Paulo e Minas Gerais, do Verde e Meio Ambiente do Município de São Paulo e o Fórum Paulista de Mudanças Climáticas Globais e de Biodiversidade.

Na ação, as entidades alegam que a Petrobras “afirma recorrentemente em suas campanhas e anúncios publicitários seu compromisso com a qualidade ambiental, com o desenvolvimento sustentável e a responsabilidade social. Entretanto, essa postura que é transmitida por meio da publicidade não condiz com os esforços para uma atuação social e ambientalmente correta”. Isso porque, dizem as entidades, o óleo diesel produzido pela estatal é um dos piores do mundo e contribui para piorar a qualidade de vida dos brasileiros.

Segundo os autores da ação, a estatal não forneceu o combustível de referência para testes de qualidade e de nível já em 2006. Além disso, ressaltam que a empresa, pela ausência de investimentos e planejamento e pelas suas reiteradas declarações, ao que tudo indica, vai deixar de cumprir a legislação ambiental e não reduzirá a partir de 2009 o teor de enxofre no combustível.

Fonte: Exame

PODCAST - Publicidade na Internet

21 de Abril de 2008

Podcast

PODCAST - PROGRAMA PUBLISTORM

» Tema: Publicidade na Internet
» Participantes: Felipe Agnello, David Lineu, João Paulo Benassi, Vinicius Machado
» Coordenação: Afrísio Lucas Junior
» Local: Rádio Cesumar Maringá (94,3 FM)

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A internet teve seu “Boom” mundial na década de 90, porém no Brasil se deu um pouco mais tarde, em meados de 1994. Nesse período a internet não dispunha de recursos interativos, em outras palavras todas as páginas eram estáticas. As empresas apenas faziam suas páginas para rede seguindo uma tendência de crescimento ou modismo. Essas mantinham uma relação de autoridade sob os consumidores, os mesmos não tinham a possibilidade de criticar um serviço ou produto publicamente. As empresas tinham a necessidade de reforçar sua marca, no entanto acabavam por impor a sua visão absoluta. A publicidade digital dessa época, quando ocorria, se dava através de banners e assim como suas paginas eram propagandas estáticas.

Tanto em aspectos técnicos como em comunicativos, é visível o grande avanço da internet em nossas vidas. Deixa de ser uma tendência e passa a ser uma realidade. No Brasil, um país de terceiro mundo, a internet ainda barra na falta de investimentos e no poder aquisitivo das massas mais pobres. A famosa inclusão digital, de fato acontece, porém de forma lenta. Por outro lado, mundialmente, a internet segue crescendo, evoluindo-se e transformando-se, e com ela vemos o surgimento de outras formas de comunicação e mídia.

WEB 2.0
O termo Web 2.0 foi cunhado entre 2003 e 2004 pela Reilly Media, para designar uma segunda geração de comunidades e serviços baseados na plataforma Web. Com o advento da Web 2.0 ganharam forma na internet à interação e a geração autônoma de conteúdo por parte dos usuários. Em sites como Orkut, wikis, blogs, e-commerce, e outros, os usuários não apenas têm a possibilidade de consumir, mas, também a de produzir conteúdo, surgindo assim um novo tipo de consumidor, capaz de, simultaneamente, criticar, adular e ajudar as empresas. Essa nova geração da internet, trás um contexto amplo de informações e divulgação, tornando-se um veículo viável para a publicação de conteúdos diversos inclusive possibilitando as corporações de fazerem propagandas publicitárias, deixando-as mais próximas de seus clientes, comunicando-se e criando um novo tipo de mídia, a mídia digital.

Essa revolução permite aos consumidores elogiarem ou detonarem um produto, tornando-se assim, uma forte arma para as empresas que se preocupam com suas marcas, pois, cada vez mais, os consumidores procuram a opinião de outros consumidores. Empresas que têm seus produtos mal vistos na rede podem ter problemas em mãos. Por isso estar antenado na satisfação do consumidor quanto ao produto e o que ele espera de novo é a cada dia mais importante para ganhar mercado e ter bons resultados.

Com a Web 2.0 e o crescimento mundial no número de usuários na rede, a internet deixa de ser uma tendência e torna-se uma verdadeira necessidade. No Brasil, em janeiro deste ano (2008), o número de internautas chegou a 21,1 milhões de pessoas, 1,4% a menos que o mês anterior, porém, o total é 50% maior que os 14 milhões de janeiro de 2007. No mundo o número de pessoas que acessam a internet atingiu 824 milhões em janeiro de 2008, um crescimento de 10,4%, de acordo com estudo divulgado, comprovando assim o aumento absoluto de usuários.

Embalado nesse crescimento surgem às corporações digitais, verdadeiros empreendimentos virtuais que consigo trazem uma evolução espantosa de tecnologia, muitas vezes sem espaço físico, restringindo-se ao espaço virtual. Atualmente é impossível falar de grandes corporações digitais sem citar Google, Yahoo! e Microsoft. Verdadeiros gigantes da era digital que ditam tendências para esse mercado, agora, tão visado.

Ainda sobre a Web 2.0 e seu funcionamento, podemos destacar mais uma forte tendência: os blogs corporativos e as comunidades de usuários. Na parte dos blogs corporativos observamos o forte interesse de grandes conglomerados empresariais em manter uma relação ativa com os seus consumidores no mundo digital. Existe um grande investimento por parte destes em fiscalizar e sanar possíveis dúvidas e insatisfações dos consumidores, uma vez que, agora, estes como provedores de conteúdo podem vir a falar mal de empresas e seus produtos. Há também, os blogs pessoais. Esses, cada vez mais “povoam” a internet e entram em um grupo chamado atualmente de “Blogsfera”, uma espécie de mundo virtual de blogs, uma verdadeira revolução em termos de conteúdo, uma vez que, como dito, os usuários passam a se expressarem da forma e como desejarem, muitas vezes atingindo uma grande parte de outros usuários.

Com a evolução dos bancos de dados e de suas ferramentas, hoje é possível personalizar conteúdos criando assim publicidades cruzadas e segmentadas para atingir um determinado grupo de consumidores. É neste ponto que colocamos o Google como a principal organização de publicidade digital mundial. Em 2007 o faturamento do Google em publicidade foi de 99% de seu faturamento em um total de 16,6 bilhões de dólares, seguido do Yahoo! com 87,3% de 6,97 bilhões de dólares. É importante deixar claro, que a publicidade cruzada se dá com anúncios na tela, de acordo com os interesses consumistas de cada usuário do computador em questão. Um exemplo: Ao entrar em um portal de vendas e fazer a procura por um livro de determinado assunto, os próximos anúncios tendem a aparecer de acordo com sua procura. Agora, já está registrado que o usuário se interessa por livros, e qual os seus assuntos preferidos.

O Google é a empresa que mais cresce na publicidade digital. Em 2007 o Google adquiriu a agência DoubleClick por um valor exorbitante de 3,1 bilhões de dólares. Constando, A DoubleClick era uma das maiores empresas especializada em internet e mídia digital, por isso o interesse do gigante Google. Por outro lado, temos a Microsoft, um verdadeiro dinossauro na venda de Softwares operacionais, mostrando forte interesse na aquisição do Yahoo!, por sua grande parcela de lucros na área publicitária. É importante citar que apenas 4,1% do lucro da Microsoft provêm da publicidade digital.

Como sucesso de serviços e publicidade na Web 2.0 temos sites como: Youtube, Wikipédia, Flickr, Orkut, Fotolog, etc. Dentre esses não podemos deixar de destacar o Youtube. Uma verdadeira revolução da Web em termos de vídeos e publicidade. O Youtube provém a seus usuários uma quantidade infinita de vídeos de todos os possíveis gêneros. Com ele, vemos o surgimento de verdadeiras estrelas; pessoas, bandas, grupos que saem do anonimato e passam a ser cultuadas de “artistas”. Há também empresas das quais aproveitam do inteligente mecanismo para fazer publicidade. Um retorno quase sempre certo, visto que o Youtube é um dos sites mais acessados no mundo inteiro.

É comum também, no meio digital, encontrar Links patrocinados divulgando produtos, serviços e organizações, e ainda rendendo algum dinheiro aos usuários que decidem e aceitam usar destas ferramentas em suas páginas como uma forma de publicidade. O valor é pago de acordo com visitas, clicks ou compras de produtos, que neste caso ainda rende mais.

O comércio virtual é outra área que vem crescendo a cada minuto. Sites como: Mercado Livre, Submarino, Americanas, E-bay, Amazon, faturam milhões de reais em vendas, sem contar os lucros dos consumidores com a venda de seus produtos. A publicidade não fica fora disso, é comum encontrar banners ou anúncios de produtos do nosso interesse que levam a esses sites, como já falamos; publicidade cruzada, e links patrocinados.

A Web em 2008 se tornou no Brasil o terceiro veículo em alcance, atrás apenas de rádio e TV. No entanto, mesmo com esse absurdo crescimento da internet e da publicidade online, no Brasil a verba publicitária para internet é de apenas 2,77% (2007). Isso gera, no momento, uma intensa discussão envolvendo a publicidade digital, publicidade tradicional, empresas e jornalistas, uma vez que o potencial difere muito dos investimentos, e esses buscam responder quem liderará essa verdadeira revolução da nova mídia.

Com a inclusão digital acontecendo (TV digital, Rede 3G e Computadores), fica difícil determinar tendências e caminhos uma vez que a realidade social econômica, cultural e tecnológica no Brasil difere muito de países como EUA e Japão, onde essa revolução já acontece há anos. A era da internet veio para quebrar barreiras, acabar com a exclusão digital, desigualdade e pobreza social de forma a não barrar as novas tecnologias. É imprescindível ir além das fronteiras alcançadas, manter-se antenado, uma vez que o verdadeiro poder, por hora, está na mão do consumidor.

“A concorrência está a um click de distância.”

PUBLISTORM agora na Rádio!

19 de Abril de 2008

Radio Cesumar - Publistorm

Você não leu errado. É isso mesmo. O Publistorm agora tem um programa com seu nome na Rádio Cesumar de Maringá, Paraná. A idéia do programa baseia-se no mesmo conceito de nosso Blog; mostrar peças publicitárias e debater sobre as mesmas, além de todos os assuntos relacionados à Publicidade e Propaganda.

O programa tem o incentivo da Rádio Cesumar 94,3FM e é coordenado pelo professor e radialista Afrísio Lucas Junior, a quem, deixamos aqui publicamente, o nosso mais sincero agradecimento, pelo incentivo, apoio e paciência com os novatos na área de rádio.

REESTRUTURAÇÃO E NOVO INTEGRANTE
O blog passará por uma reestruturação, preparando-se para servir os podcasts dos programas feitos na rádio. Ficarão disponíveis as matérias, assim como o áudio das mesmas. Em outras palavras, os leitores do Publistorm poderão toda semana escutar os podcasts referentes aos temas propostos, sem falar que esses mesmos leitores poderão fazer suas críticas, comentar e ainda dar sugestões para os próximos programas/podcasts.

Junto a essa maré de novidades, anunciamos a entrada de mais um membro na equipe Publistorm. Seu nome é Vinicius Alejandro Machado, uruguaio, acadêmico de Publicidade e Propaganda que vem para acrescentar, e muito, em nossos debates na rádio e também nas matérias aqui do Blog. Seja bem vindo Vinicius!

OBSERVAÇÕES FINAIS
Por fim, depois das novidades, deixamos aqui o convite para que os leitores do Blog da região de Maringá (PR) sintonizem na Rádio Universitária Cesumar 94,3FM na segunda-feira as 20:45 para o programa inédito, na quarta-feira as 15:00 para a primeira reprise, e sexta-feira as 10:15 para a segunda reprise. Lembramos que o programa é semanal, com isso todas as segundas-feiras temos um programa inédito.

Para aqueles que não moram na região de Maringá, é possível acessar o site da rádio através do endereço: www.radiocesumar.com.br e ouvir a rádio através do site. Porém se ainda assim não for possível, os podcasts estarão disponíveis aqui juntamente com a matéria completa para serem ouvidos e lidos.

É com certeza, uma nova fase para o Blog e seus leitores. De agora para frente teremos muito mais novidades e conteúdos únicos, para assim, deixar o Publistorm cada vez melhor!

Um abraço à todos!

PUBLISTORM SINTONIZE ESSA IDÉIA

Yahoo! estuda fusão com AOL

13 de Abril de 2008

Yahoo! Aol

O Yahoo! e a America On Line (AOL), empresa da Time Warner, estão próximos de um acordo para juntar suas operações de internet, disseram fontes próximas ao The Wall Street Journal. A movimentação tem o objetivo de impedir a tentativa da Microsoft de comprar o Yahoo!.

A Microsoft, porém, prepara um novo plano de ataque ao Yahoo! por meio de uma negociação com a News Corp., a empresa de Rupert Murdoch que edita o The Wall Street Journal. Segundo fontes, a Microsoft e a News Corp. ainda não chegaram a um acordo para juntar forças, mas uma pessoa a par do plano disse que as discussões são sérias. O acordo combinaria três dos maiores domínios da internet: o MySpace, da News Corp., o MSN, da Microsoft, e o Yahoo!.

O acordo AOL-Yahoo! incluiria a recompra de algumas ações do Yahoo! a um preço acima da oferta feita pela Microsoft. Junto com um possível acordo para terceirizar ao Google a venda de anúncios em páginas de busca, o plano daria ao Yahoo! uma alternativa à oferta da Microsoft, embora muitos analistas e investidores acreditem que a Microsoft acabará vencendo a disputa. No mínimo, os esforços do Yahoo! podem lhe dar mais poder para negociar um preço mais elevado com a Microsoft.

Há nove semanas, a Microsoft iniciou a batalha pelo Yahoo! com uma oferta em dinheiro e ações avaliada em US$ 44,6 bilhões, ou US$ 31 por ação. Ontem, o acordo valia US$ 29,24 por ação, por causa da queda no preço das ações da Microsoft. As ações do Yahoo! fecharam a US$ 27,77 por ação na bolsa Nasdaq, com alta de 0,25%. O Yahoo! resistiu aos avanços da Microsoft, dizendo que a oferta é muito baixa.

Um acordo entre a Microsoft e a News Corp. para comprar o Yahoo! criaria uma enorme loja unificada para os anunciantes online e juntaria alguns dos maiores players em redes de relacionamento, notícias online e e-mail.

A Microsoft e a News Corp. já discutiram separadamente com o Yahoo! a possibilidade de uma aliança tripla, disse uma fonte próxima ao assunto. Essa fonte informou que a News Corp. pode investir algum dinheiro como parte do acordo. Mas a aliança tripla também aumentaria a complexidade de qualquer integração pós-acordo em áreas como sistemas de informática, administração e estratégia de desenvolvimento de marcas. Também seria difícil conseguir apoio dos acionistas do Yahoo!. As informações são da Dow Jones.

Campanha publicitária da Coca-Cola propõe eleição entre Maradona e Biro Biro

13 de Abril de 2008

Maradona Biro Biro

Em votações fictícias nos bares, o consumidor poderá escolher qual jogador considera melhor
A rivalidade entre Brasil e Argentina nos campeonatos de futebol servirá de inspiração para a nova campanha publicitária da Coca-Cola, veiculada a partir do próximo domingo (13/04). Com anúncios em televisão, rádio, mídia impressa e internet, a empresa de refrigerantes vai propor ao consumidor uma “polêmica bem-humorada”: quem foi melhor jogador, o argentino Diego Maradona ou o brasileiro Biro Biro?

O aspecto mais interativo da campanha será o estímulo à participação numa eleição fictícia. Nos bares que vendem Coca-Cola, o consumidor poderá votar no jogador de sua preferência, depositando tampinhas da garrafa de refrigerante em urnas com o nome de Biro Biro ou de Maradona.

Na televisão, cinco filmes publicitários apresentarão os jogadores de forma épica e grandiosa e convidarão o espectador a participar da votação nos botecos. O mesmo tom de disputa irônica permeará os spots de rádio e as propagandas em mídia impressa. Na internet, por sua vez, o usuário poderá participar de um confronto entre bonecos virtuais que representam cada jogador.

A escolha do tema reflete uma tentativa da Coca-Cola de associar-se ao bom-humor que marca a relação entre os torcedores, quando se encontram num bar ou restaurante para assistir aos jogos.

“Esse tom divertido e lúdico reflete o ‘lado Coca-Cola’ do futebol”, comenta Ricardo Fort, diretor de marketing da empresa no Brasil, em referência ao slogan que a marca adotará, durante a campanha.

O recurso à rivalidade entre o futebol dos dois países já foi explorado por outras marcas na Copa de 2006. Num dos filmes publicitários veiculados na televisão, o próprio Maradona aparecia sonhando ser um dos craques da seleção brasileira e tomando um Guaraná Antarctica, refrigerante que é um dos maiores concorrentes da Coca-Cola no mercado brasileiro.

Fonte: Exame

Yahoo! vai exibir anunciantes do Google em parte de suas buscas

13 de Abril de 2008

Yahoo! Microsoft

Iniciativa ainda está em fase de testes, e é apontada pelos analistas como uma forma de escapar à oferta hostil da Microsoft

Em sua tentativa de escapar das garras da Microsoft, o Yahoo! reaproximou-se do Google, seu velho rival, e ressuscitou uma antiga idéia: uma parceria na área de publicidade online. A partir da próxima semana, o Yahoo! passará a exibir, em caráter de teste, anunciantes do Google em parte dos resultados das buscas realizadas por seus usuários. O teste deverá durar duas semanas e será limitado a 3% do total de buscas solicitadas ao Yahoo!.

A medida, anunciada pela empresa nesta quarta-feira (9/4), é defendida há algum tempo por analistas de Wall Street. Para eles, este é o caminho para o Yahoo! reduzir seus custos operacionais e elevar de modo significativo suas receitas com publicidade online. A ferramenta desenvolvida pelo Google para atrelar anunciantes a resultados de busca dos usuários é tida pelo mercado como mais eficiente que a similar do Yahoo!. Por isso, o Google consegue gerar de 30% a 40% mais receita por busca que a concorrente, de acordo com o jornal britânico Financial Times.

A assinatura de uma parceria maior e de longo prazo, porém, esbarra em problemas com os órgãos de concorrência do mercado. A própria idéia de uma parceria de publicidade online já havia sido discutida e abandonada anteriormente pelas empresa, devido às possíveis restrições antitruste.

A primeira reação contrária à aproximação partiu da parte mais interessada neste momento em impedir o negócio – a Microsoft, que lançou uma oferta hostil de compra do Yahoo! em janeiro. O valor total, 44,6 bilhões de dólares, foi considerado baixo pela companhia, que o rejeitou. “Qualquer acordo definitivo entre as empresas consolidará mais de 90% do mercado de publicidade online nas mãos do Google, reduzindo a competição”, afirmou Brad Smith, conselheiro geral da Microsoft, em nota divulgada nesta quarta. O executivo acrescentou que a Microsoft recorrerá a todos os meios para manter sua oferta de compra, a única alternativa que aumentaria “as opções para os desenvolvedores de conteúdo, anunciantes e consumidores”.

O mercado também está cético quanto ao futuro da parceria. “De qualquer modo, acreditamos que um acordo desses sugere que o Yahoo! está menos propenso a aceitar a atual oferta da Microsoft”, afirmou, em nota, Scott Kessler, analista de serviços de internet da Standard&Poor’s. Pessoas familiarizadas com o acordo e consultadas pelo FT afirmam que isto pode ser uma manobra do Yahoo! para ganhar tempo e se fortalecer diante da empresa de Bill Gates.

Fonte: Exame