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PODCAST - Entrevista Andreoni (Gerente da Velvet em Maringá, PR)

20 de Junho de 2008

Podcast

PODCAST - PROGRAMA PUBLISTORM

» Tema: Entrevista Andreoni Viera
» Participantes: Felipe Agnello, David Lineu, João Paulo Benassi e Vinicius Machado
» Coordenação: Afrísio Lucas Junior
» Local: Rádio Cesumar Maringá (94,3 FM)

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Pois é leitores …

Nessa semana temos um podcast especial. Entrevistamos nosso amigo Andreoni Viera, gerente da casa de shows Velvet, uma das melhores casas (senão a melhor) de Maringá e região. Nosso amigo Andreoni falou de toda a parte de comunicação da casa, e do uso de interessantes ferramentas de marketing como o Orkut, flyers entre outros.

velvet

Em toda a entrevista podemos perceber como casas de show de grande porte se preocupam com sua imagem e com seus frequentadores. A Velvet trás para Maringá grandes shows em um ambiente reservado e comodo. Citamos shows de Cachorro Grande, Matanza, Pitty e diversos DJS mundialmente famosos. A comunicação, ou sua publicidade, é uma chave vital para um bom funcionamento e o conhecimento das atrações.

Expomos também a parte de Merchandising, patrocínios e mídia indoor. Uma excelente entrevista, que mostra a publicidade não como teoria, mas como ela realmente funciona.

Não percam!

PODCAST - Publicidade Verde

2 de Junho de 2008

Podcast

PODCAST - PROGRAMA PUBLISTORM

» Tema: Publicidade Verde
» Participantes: Felipe Agnello, David Lineu, João Paulo Benassi e Vinicius Machado
» Coordenação: Afrísio Lucas Junior
» Local: Rádio Cesumar Maringá (94,3 FM)

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PUBLICIDADE VERDE
A Publicidade Verde ou Marketing Verde é mais que uma tendência atual. As empresas no mundo globalizado de hoje, estão buscando mais do que nunca encaixarem seus produtos nos padrões atuais de mercado. E um desses padrões é justamente as dos produtos verdes. Os produtos verdes, em resumo, são os produtos ecologicamente corretos, que não degradam (ou degradam menos) o meio-ambiente desde sua produção ao momento em que vão para o lixo.

A discussão se baseia no porque dessa nova tendência de mercado. É fato de que os seres humanos passaram a se preocupar mais com o ambiente nesse século 21. Porém, as empresas têm usado dessa preocupação atual, para fazer a diferenciação dos seus produtos frente aos “novos” consumidores, e assim vendendo mais. Exemplificando, uma empresa de refrigerantes, pode receber um selo ou ser certificada de que seu produto é feito com materiais reciclados, que esses materiais são produzidos de maneira que não degradam o meio-ambiente, e depois que suas embalagens forem descartadas, essas terão um fim correto como reciclagem e outros. Os consumidores, vendo a atitude da empresa, deixam de consumir de outras para consumir da empresa ecologicamente correta.

É ai que a “Publicidade Verde” entra. As empresas, mais do que nunca tem anunciado em todos os tipos de mídia que seus produtos são ecologicamente corretos, e atraindo assim a atenção e o bolso do consumidor. É necessário, porém, colocar essa questão em perspectiva; o ato de se produzir um produto de maneira ecológica não é uma diferenciação, e sim uma obrigação que deveria estar sendo cumprida há tempos. A verdade é de que essas companhias aproveitam das falhas de fiscalização do governo e enquadram seus produtos como “diferentes” no mercado frente a outros que ainda não se atualizaram.

É prudente, porém, analisar de que esses produtos vêm para o bem, uma vez que nosso planeta mais do que nunca necessita do cuidado de todos. É fato segundo pesquisas, que o consumidor escolhe pagar mais caro por produtos ecologicamente corretos, e é isso que chama a atenção de inúmeras companhias que se enquadram nessa tendência. Esse número de companhias, não para de crescer, e com certeza vai haver muito mais nos próximos anos.

NEM TUDO É VERDE
Por outro lado, nem tudo é verde. Há um crescente número de empresas que apenas para seguir uma tendência de mercado, estão lançando campanhas a fim de persuadir o consumidor com seus produtos verdes, e na verdade não estão colaborando em nada com o meio-ambiente, em alguns casos a propaganda é até enganosa. Como exemplo, citamos a Petrobras. No dia 17/04/08, o Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar) suspendeu a veiculação de dois anúncios publicitários da Petrobras por considerar que os comerciais passavam uma falsa idéia de que a estatal tem contribuído para a qualidade ambiental e o desenvolvimento sustentável do País. Foram suspensas as campanhas “Petrobras - Sonhar pode valer muito” e “Petrobras - Estar no meio ambiente sem ser notada”. A decisão do Conar foi tomada a partir de uma ação movida por entidades governamentais e não-governamentais, como as secretarias estaduais de meio ambiente de São Paulo e Minas Gerais, do Verde e Meio Ambiente do Município de São Paulo e o Fórum Paulista de Mudanças Climáticas Globais e de Biodiversidade.

Na ação, as entidades alegam que a Petrobras “afirma recorrentemente em suas campanhas e anúncios publicitários seu compromisso com a qualidade ambiental, com o desenvolvimento sustentável e a responsabilidade social. Entretanto, essa postura que é transmitida por meio da publicidade não condiz com os esforços para uma atuação social e ambientalmente correta”. Isso porque, dizem as entidades, o óleo diesel produzido pela estatal é um dos piores do mundo e contribui para piorar a qualidade de vida dos brasileiros.

Outra campanha que podemos citar aqui é a dos postos Ipiranga que há alguns meses lançou um cartão de crédito próprio, acompanhado de uma vistosa campanha de divulgação que, segundo publicitários, deve consumir algo em torno de 20 milhões de reais (a Ipiranga não revela o investimento). Ao usar o Cartão Ipiranga Carbono Zero para encher o tanque, o consumidor tem o compromisso da empresa de que árvores serão plantadas para neutralizar as emissões de gases de efeito estufa do veículo.

Embora legítima e pioneira nenhuma concorrente da Ipiranga no Brasil ou no mundo tentou até agora colocar em prática uma estratégia para compensar o dano causado pelos consumidores finais de combustível, a iniciativa da companhia tem pontos vulneráveis. O primeiro deles é que, no afã de sair à frente das outras empresas do setor, a Ipiranga lançou o programa sem antes fazer um estudo para saber quanto ela própria produz de gases de efeito estufa.

A decisão tem um forte apelo de marketing, e é sempre melhor fazer algo nesse sentido do que não fazer nada. Mas os críticos, e quando o assunto é sustentabilidade e meio ambiente, eles são particularmente atuantes, alegam que a iniciativa da Ipiranga relega a segundo plano os danos causados pela própria companhia. Hoje, a Ipiranga conta com mais de 4 200 postos de gasolina espalhados pelo Brasil, e para abastecê-los utiliza 500 caminhões próprios e terceirizados, que cruzam continuamente ruas e estradas do país. Mensalmente, essa frota roda algo em torno de 2,5 milhões de quilômetros, o equivalente a cerca de 60 voltas ao redor da Terra.

Outra crítica feita por especialistas é que a campanha acaba funcionando como uma espécie de incentivo ao consumo de combustível. É provável que o principal objetivo de ações como a da Ipiranga não seja convencer o consumidor de que a empresa não tem nada a ver com os problemas ambientais do mundo, e sim apenas criar uma imagem positiva num mercado que cada vez mais se importa com esse tipo de questão.

AS ONGS
A tendência verde, em grande parte, pode ser atribuída à incansável luta de ONGs para proteger o meio-ambiente. Citamos aqui ONGs como o Greenpeace e o WWF. O Greenpeace é uma organização não-governamental com sede em Amsterdã (Holanda do Norte, Países Baixos) e escritórios espalhados por quarenta e um países.

Atua internacionalmente em questões relacionadas à preservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentável, com campanhas dedicadas às áreas de florestas (Amazônia no Brasil), clima, nuclear, oceanos, engenharia genética, substâncias tóxicas, transgênicos e energia renovável.

O Greenpeace busca sensibilizar a opinião pública através de atos, publicidades e outros meios. A atuação do Greenpeace é baseada nos pilares filosófico-morais da desobediência civil e tem como princípio básico o testemunho presencial e a ação direta.

Greenpeace

Já o WWF (Worldwide Fund for Nature) é uma das mais conhecidas ONGs ambientalistas do planeta tendo iniciado suas atividades, em 1961, por iniciativa de um grupo de cientistas da Suíça preocupados com a devastação da natureza.

A partir da sede na Suíça a entidade se tornou uma rede mundial de defesa do meio-ambiente, com representações nos principais países do mundo. A rede é apoiada por pessoas de origens diferentes, preocupadas com o mesmo objetivo: garantir a preservação do planeta em que vivemos.

Com campanhas pela defesa do urso-panda na China. Hoje está em mais de 100 países, inclusive no Brasil, e atua na defesa das mais diferentes causas relacionadas com a natureza. Edita livros, revistas e cartilhas que ensinam a preservar o meio ambiente. Combate a destruição das florestas, a caça aos animais ameaçados de extinção, a poluição e o desperdícios dos recursos naturais.

É considerada hoje, umas das maiores e mais importantes ONGs. E é conhecida mundialmente pela a ajuda que presta a toda população.

WWF

Ambas as ONGs são ativas e fazem inúmeras campanhas Publicitárias Verdes, além de incontáveis protestos contra a degradação da natureza.

Um dos protestos que mais repercutiu na mídia, foi à veiculação de um comercial do Greenpeace sobre a Dove. A Dove em uma de suas campanhas alertava sobre o padrão de beleza que a mídia impõe as mulheres de hoje (veja a matéria e o podcast: Publicidade na Moda), mas ao mesmo tempo, degrada a natureza na produção de seus cosméticos, e o Greenpeace mostrou isso em uma de suas campanhas. Segue a baixo o vídeo das duas campanhas.


Campanha Dove


Campanha Greenpeace

MAIS VERDE, COM RESPONSABILIDADE
O verde, tanto na Publicidade assim como na vida das pessoas é realmente necessário, isso não temos dúvida. Já a responsabilidade com que essa idéia é passada, é o principal motivo de preocupação. A onda verde, não deve ser encarada apenas como uma tendência, e sim como uma obrigação. Além de reciclagem, produtos sustentáveis e renováveis, é necessário acima de tudo, conscientização.

A Publicidade como formadora de possíveis consumidores deve não só se preocupar na venda de produtos e mercadorias, mas no estabelecimento de uma ideologia verde. Cabe a nós publicitários comprarmos essa “briga” e não apenas levantar a bandeira como tendência e sim como um ato humano em um planeta que pede por socorro.

Já que o governo não faz seu papel (pelo menos no Brasil), é dever de todos os consumidores exigir produtos verdes, como já acontece em inúmeros países na Europa, como a Espanha com um índice de 83% de preocupação com o meio-ambiente, seguido da Rússia com 76% e da Alemanha com 73%. No Brasil, esperamos que as campanhas e as ações comecem a aparecer em maior número, mas com responsabilidade.

PODCAST - Promoções

12 de Maio de 2008

Podcast

PODCAST - PROGRAMA PUBLISTORM

» Tema: Campanhas Promocionais
» Participantes: Felipe Agnello, David Lineu, João Paulo Benassi e Vinicius Machado
» Coordenação: Afrísio Lucas Junior
» Local: Rádio Cesumar Maringá (94,3 FM)

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CAMPANHAS PROMOCIONAIS
As campanhas promocionais existem para estabelecer uma ligação entre cliente e produtos, na maioria das vezes, aumentando e muito a venda desses. Quem não se lembra das campanhas da Elma Chips com os famosos Tazos, os brindes do kinder ovo, ou dos bichinhos da Parmalat na década de 90? Essas foram algumas campanhas promocionais que marcaram época e aumentaram muito as vendas de suas fabricantes, por isso estaremos analisando-as e entendendo-as.

ELMA CHIPS E OS TAZOS
Os Tazos (também chamados de Zap’s) eram pequenos discos colecionáveis que foi uma verdadeira febre no Brasil e Portugal na década de 90. Era muito comum a prática de aposta de tazos entre crianças. Existem vários tipos de tazos: voadores, master-tazos, metalizados, refletivos, Spiners (tazos que se transformam em peões), etc. Várias coleções de tazos foram lançadas pela empresa Elma Chips, e também pela marca de chiclete Ping Pong.

Alguns exemplos de coleções de tazos, e seu ano de produção:
* Looney Tunes - Elma Chips (1997)
* Animaniacs - Elma Chips (1997)
* Tiny Toon - Elma Chips (1997-1998)
* Máskara - Elma Chips (1998)
* Animais em extinção(Ping Pong) - Ping Pong (1998-1999)
* Pokémon - Elma Chips (1999-2000)
* Cartoon Network - Elma Chips (2002)
* Yu-gi-oh! - Elma Chips (2004)
* Dragon Ball Z (Spiners) - Elma Chips (2005)

Com certeza o lançamento da campanha dos Tazos, foi uma grande jogada publicitária que teve um retorno positivo e é lembrada até hoje despertando o interesse pela compra do produto principalmente pelos Brindes contidos. A venda da Elma Chips aumentou em 100% nessa época. Um excelente motivo para que a campanha fosse repetida e copiada.

Logo após o sucesso dos tazos, a Elma Chips lançou outras campanhas, como a da Família Adams, onde os brindes eram pequenas partes de do corpo, como mão, orelha, olhos, etc. Atualmente, a Elma Chips trabalha com a promoção Draco-Mania, que são cartas de RPG de dragões que tem sua força mostrada em números. Lembrando que todos esses brindes vêm dentro dos salgadinhos Elma Chips.

KINDER OVO
Kinder Ovo (português brasileiro) ou Kinder Surpresa (português europeu), também conhecido popularmente em Portugal por Ovo da Kinder, é um produto alimentar e uma marca registrada italiana da empresa Ferrero, é comercializado em vários países do mundo. Pertence à linha infantil Kinder Ferrero que também comercializa barras de chocolate e outros produtos como Kinder Bueno ou Kinder Happy Hippo. É um chocolate em forma de ovo, com parte externa sabor a chocolate ao leite e interna chocolate branco. Contém um brinde surpresa no seu interior, que, por muitas vezes, é a parte preferida pelos compradores.

Tem origem na Itália, onde apareceu pela primeira vez em 1974. A empresa estabeleceu-se, principalmente, na Europa, ainda que tenha, também, uma presença significativa nalguns países da Oceania, América Latina e na Rússia. Além dos vários brinquedos, é lançado, frequentemente, coleções de figuras pintadas à mão com um determinado tema e por tempo limitado, como a recente série d’Os Simpsons, lançada na Alemanha. Nos últimos anos também se introduziram “surpresas da Internet” que consistem num código, fornecido ao lado da surpresa que vem nos ovos da Kinder, deverá introduzir-se o código no sítio da Internet da Kinder, onde normalmente abre um mini-jogo.

Como muitos produtos da Ferrero, o Kinder Surpresa não se comercializa durante o Verão, em vez disso, é substituído por um produto chamado Kinder Joy. O Kinder ovo já custou menos de 1 real, mas hoje passou dos 2, chegando, em alguns casos, ao valor de 3 reais. Sendo tão caro, tornou-se num produto de luxo, restrito a uma parcela muito limitada da população. Por esse motivo, muitas crianças e antigos fãs do produto deixaram de consumi-lo.

Em termos de mercado, o Kinder ovo proporciona muito mais que um bom sabor, o legal é você abrir o ovinho e ter aquele momento mágico de descoberta do brinde, semelhante ao que as crianças sentem na páscoa ao abrir o ovo. Inclusive na páscoa o brinde é mais atrativo por que ele é maior.

LEITE PARMALAT
Parmalat é uma empresa italiana de produtos alimentícios. Foi fundada por Calisto Tanzi em 1961 na cidade de Parma. Foi uma grande empresa européia de produtos lacticínios antes de a justiça italiana declarar sua falência em dezembro de 2003. Ficou bastante conhecida em todo o mundo por patrocinar grandes clubes de futebol e de elaborar modelos de co-gestão, contratando grandes jogadores para suas equipes.

Em 1997, Nizan Guanaes criou a campanha “Mamíferos” para a Parmalat. Foi um marco na publicidade brasileira e distribuiu em três anos mais de 15 milhões de bichinhos de pelúcia. A campanha foi interrompida, pois era uma edição limitada. Na época a revolta dos consumidores foi tanta (para completar sua coleção), que a Parmalat foi obrigada a voltar coma campanha por mais um tempo. A música da campanha era cantada por crianças vestidos de mamíferos, e era a seguinte: (Veja também o vídeo).

O Elefante é fã de Parmalat
O Porco cor de rosa e o Macaco também são
O Panda e a Vaquinha só querem Parmalat
Assim como a Foquinha o Ursinho e o Leão
O Gato mia
O Cachorrinho late
O Rinoceronte só quer leite Parmalat
Mantenha o seu filhote forte “vamo” lá
Trate seus bichinhos com amor e Parmalat
Tomou?

Em 2007, a agência África, do mesmo Nizan Guanaes, criou a campanha de volta dos bichinhos, só que agora crescidos. A intenção dessa campanha era mostrar que, assim como as crianças que fizeram os comercias na época e hoje estão grandes, a família de leites da Parmalat também cresceu, e os seus personagens cresceram justamente por tomarem o leite. Só que dessa vez, a Parmalat focou-se em sua família de leites Premium que já somam 15% do faturamento na venda de leites da empresa. (Veja o vídeo também)

COCA-COLA
Outra grande criadora de campanhas promocionais é a Coca-Cola. Podemos citar aqui várias de suas campanhas, como iô-iô, Cds, Futcards, Garrafinhas em miniatura, entre muitos outros. Mas uma das campanhas que fez maior sucesso foi a dos geloucos, que são aqueles pequenos monstrinhos de acrílico que a gente trocava por um número “X” de tampinhas. Esses podiam ser colocados no freezer e usados como gelo posteriormente.

A Coca-Cola sempre fez e continua fazendo esse tipo de promoção para que seus consumidores comprem, e assim eles podem trocar por um brinde. Essas campanhas na maioria das vezes são um sucesso de participação do publico. O que gera um grande retorno. Só por curiosidade os geloucos são da década de 90 e hoje são vendidos no mercado livre por cerca de 50 centavos cada, para as pessoas que querem completar suas coleções.

Não há dados concretos de quando a Coca-Cola aumenta seu faturamento na época dessas campanhas, mas devido à freqüência que são feitas, pode-se imaginar que são bem lucrativas. Haja criatividade para os publicitários.

MCDONALDS
McDonald’s é uma empresa responsável por uma rede internacional de restaurantes cuja atividade é conhecida como fast-food, é também a maior rede de fast-food do mundo. A expressão também se refere à marca desta empresa, a qual a transcende e revela-se inserida na cultura de massas contemporânea. A rede foi fundada em Abril de 1955, em Illinois, nos Estados Unidos da América. Atualmente ela vende cerca de 190 hambúrgueres por segundo no mundo, sendo que uma nova loja é inaugurada a cada dez horas. Entre 1955 e 1993, as suas 14 mil lojas venderam 80 bilhões de sanduíches. Juntamente de marcas como Coca-Cola o McDonald’s é considerado um dos mais disseminados símbolos do capitalismo internacional. Seu produto mais famoso é o lanche conhecido como Big Mac.

No Brasil, o McDonald’s instalou-se primeiramente em 1979, no Rio de Janeiro, e dois anos depois em São Paulo. Em 2005, as vendas de Big Mac ultrapassaram 53 milhões de unidades. A rede tem 1.146 pontos-de-venda no País e está presente em 21 Estados, além do Distrito Federal. São 544 restaurantes e 602 quiosques, por onde passam cerca de 1,5 milhões de clientes por dia. O McDonald’s é um dos maiores empregadores do Brasil, com 34 mil funcionários. A maior campanha promocional do McDonald’s com certeza é o McLanche Feliz. Em 1979 o McLanche Feliz, ou, “Happy-Meal” entrou no cardápio nos Estados Unidos, e em 1993 no Brasil.

De lá pra cá, o número de brindes que existiram na campanha do Mclanche feliz são quase incontáveis. Tivemos desde os personagens da turma (Ronald McDonald e outros) até os idogs que foram recentemente lançados. Esses brindes incentivam particularmente as crianças a comprarem o lanche, não por causa de seu sabor, mas especificamente pelos brindes. Porém, em 2007 a história do McLanche Feliz mudou um pouco no Brasil. Pressionado pelo Ministério Público Federal, o McDonald’s concordou em passar a vender o brinquedo que acompanha o McLanche Feliz sem a necessidade da compra do sanduíche.

A ação do Ministério Público em São Paulo ocorreu após o recebimento de reclamações de pais que se sentiam obrigados a comprar o lanche quando seus filhos queriam apenas o brinquedo. A rede de lanchonetes assinou um termo de ajustamento de conduta em que se compromete a implantar o novo sistema de venda dos brinquedos. Caso descumpra o termo, o McDonald’s ficará sujeito a uma multa diária de R$ 100 mil.

Segundo o Ministério Público, o prazo de nove meses foi concedido à empresa devido a questões operacionais, como a necessidade de encomendar os brinquedos com uma antecedência de seis meses, renegociar contratos e treinar empregados, entre outras coisas.

Procurada, a assessoria de imprensa do McDonald`s não esclareceu quais os preços que serão cobrados pela venda avulsa dos brinquedos. Além disso, a empresa também não quis comentar o acordo assinado com o Ministério Público. Em outras palavras, o McDonald’s além de vender lanches, venderá brinquedos.

CONCLUSÃO
É fato, que os brindes são um grande chamariz para grande parte das vendas de produtos. As campanhas promocionais marcam época para as crianças, e aumentam muito o lucro das fabricantes. É por isso que as empresas não param de criar promoções envolvendo brindes, é uma tendência que não vai parar tão cedo.

PODCAST - Mídia Interna

30 de Abril de 2008

Podcast

PODCAST - PROGRAMA PUBLISTORM

» Tema: MÍDIA INTERNA
» Participantes: Felipe Agnello, David Lineu, João Paulo Benassi e Vinicius Machado
» Coordenação: Afrísio Lucas Junior
» Local: Rádio Cesumar Maringá (94,3 FM)

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MÍDIA INTERNA
Podemos definir mídia interna ou mídia indoor como uma forma de comunicação com o público dentro de um determinado ambiente, seja ele um prédio, um shopping, um banheiro, um mercado ou qualquer outro lugar. Esse tipo de mídia vem crescendo em grande escala com as agências tentando atingir de varias formas seu público.

Em São Paulo, por exemplo, as Mídias Exteriores como: outdoors, placas e fachadas foram proibidas pela lei cidade limpa. Com isso as agências têm que procurar novos meios de atingir o seu público alvo. Um desses locais é o metro de São Paulo que tem seu crescimento em faturamento com publicidade estimado em 30%. Um anúncio nas portas de um trem, por exemplo, rende à empresa R$ 15.142 por mês. Uma volta em qualquer estação da companhia revela a mudança. Propagandas de filmes, celulares, faculdades e chocolates preenchem o cenário onde 2,8 milhões de pessoas passam todos os dias.

A criatividade dos publicitários tem inovado cada vez mais. Sobrou até para as catracas do Metrô. Desde dezembro do ano passado, a agência Monster Mídia Brasil entrou no mercado com contrato de exclusividade para a exploração de anúncios em catracas das estações. A agência também vai controlar a publicidade nas catracas dos principais estádios do País. No exterior, a Monster Mídia é especialista neste tipo de anúncio.

A Monster Mídia fechou a primeira campanha no Metrô com a Nestlé. A multinacional alimentícia comprou espaço em todas as estações para anunciar três de suas marcas de chocolate. O diretor comercial da agência, Marcelo Rocha, diz que um dos motivos para a Monster Mídia se instalar em São Paulo foi a Lei Cidade Limpa.

Outras formas de mídia indoor também começaram a aparecer na cidade. Alguns ônibus da frota municipal contam com displays digitais que, além de anúncio, trazem conteúdo próprio. O mesmo acontece em drogarias, livrarias e em alguns shoppings. Para a professora da ESPM, o grande desafio desta nova mídia será trazer opções de qualidade para o público. “Essas novas plataformas precisam se aprimorar em termos de conteúdo. Quem anda de ônibus, assiste todo dia a estes programas. É preciso um conteúdo bom, do contrário não há interesse para o mercado anunciante”, analisa.

TVS DE VAREJO
Outro tipo de mídia interna que vem crescendo muito são as chamadas TVs de Varejo, que nada mais são do que TVs com anúncios de produtos dos próprios pontos de venda. É difícil imaginar que o consumidor saia de casa para assistir à televisão em um supermercado. Mas é exatamente nisso que grandes varejistas, como Carrefour e Wal-Mart, acreditam com fervor cada vez maior. O negócio das redes de varejo continua a ser a construção de uma ponte entre os fabricantes e o consumidor final. Mas, hoje, em meio às gôndolas de molho de tomate, detergente e sabão em pó de lojas do Carrefour e do Wal-Mart, encontram-se telas de 40 polegadas que transmitem programas, notícias e, sobretudo, anúncios de produtos oferecidos a poucos passos de distância.

Trata-se de mais uma prova do poder exercido pelo ponto-de-venda. Pesquisas apontam que 75% das decisões de compra são tomadas dentro da loja. Apoiados nelas, os varejistas tentam com seus canais exclusivos convencer o cliente a comprar algo que está fora de sua lista de supermercado. Eles descobriram, também, que poderiam unir o útil ao agradável e, assim, transformaram suas TVs de ponto-de-venda numa fonte extra de renda, com a venda dos anúncios para seus fornecedores.

Essas mini-emissoras são montadas em parceria com empresas especializadas, responsáveis pela tecnologia de transmissão, produção dos programas e venda dos anúncios. O varejista entra com a instalação dos aparelhos e a carteira de fornecedores como potenciais anunciantes e, em troca, recebe parte da receita publicitária — valor que, no Brasil, fica em torno de 15% da receita total.

Tanto o Carrefour quanto o Wal-Mart não divulgam dados, mas estima-se que projetos como os implantados pelas duas redes tenham potencial de alcançar uma receita anual de 70 milhões de reais.

A TV do varejo já existe há pelo menos dez anos, mas seu crescimento efetivo como ferramenta de marketing aconteceu, de maneira mais intensa, nos últimos dois anos. O impulso ocorreu graças à popularização das telas de plasma e LCD, que tornou viável a implantação de redes de TV nas lojas — antes o custo era proibitivo e o formato dos televisores era pouco prático. Ao mesmo tempo, crescia o interesse pela chamada mídia alternativa, o que colocou a TV do varejo no mesmo patamar da publicidade online, de entretenimento e de guerrilha. Uma pesquisa da consultoria PQ Media aponta que entre 2002 e 2007 a mídia alternativa dobrou sua representação no bolo publicitário americano, passando de 8% do total dos investimentos para 16%.

No Brasil, os números das TVs de ponto-de-venda são ainda modestos quando comparados com as estatísticas americanas. Juntos, Carrefour e Wal-Mart têm um público estimado em 42 milhões de espectadores por mês. A rede francesa reúne 112 lojas equipadas com o sistema, enquanto na subsidiária brasileira do Wal-Mart são 98 unidades. Os primeiros testes, segundo as redes de supermercados, são animadores. “Uma propaganda piloto de uma marca de adoçantes exibida nas lojas levou a um aumento de 70% nas vendas do produto e de 20% em toda a categoria”, diz Rodrigo Lacerda, diretor de marketing do Carrefour. “Esse tipo de publicidade não só ajuda a aumentar as vendas por impulso como também estimula o cliente a experimentar lançamentos.

OUTROS TIPOS DE MÍDIA INTERNA
Na verdade o mercado de mídia interna abrange um leque enorme de possibilidades. Desde uma TV com anúncios em um shopping, assim como um cartaz em um banheiro. Toda a comunicação que é feita em ambientes internos, sejam eles quais forem, podem ser considerados como Mídia Interna.

Um exemplo que muitos conhecem acontece exatamente em shoppings. Nesses locais, podemos ver diversos tipos de adesivagens, em escadas rolantes, em paredes, teto, portas automáticas, etc. A Mídia Interna, se mostra muito eficiente justamente pela possibilidade de se segmentar o público alvo, atingindo exatamente os pontos necessários e com uma precisão muito maior. Com a proibição dos anúncios exteriores em São Paulo, por exemplo, a mídia interna se desenvolveu muito. Essa proibição já é estudada em outras cidades no Brasil, com isso é bem provável que a Mídia Interna se desenvolva cada vez mais, e as agências criem peças espetaculares.

PODCAST - Publicidade na Internet

21 de Abril de 2008

Podcast

PODCAST - PROGRAMA PUBLISTORM

» Tema: Publicidade na Internet
» Participantes: Felipe Agnello, David Lineu, João Paulo Benassi, Vinicius Machado
» Coordenação: Afrísio Lucas Junior
» Local: Rádio Cesumar Maringá (94,3 FM)

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A internet teve seu “Boom” mundial na década de 90, porém no Brasil se deu um pouco mais tarde, em meados de 1994. Nesse período a internet não dispunha de recursos interativos, em outras palavras todas as páginas eram estáticas. As empresas apenas faziam suas páginas para rede seguindo uma tendência de crescimento ou modismo. Essas mantinham uma relação de autoridade sob os consumidores, os mesmos não tinham a possibilidade de criticar um serviço ou produto publicamente. As empresas tinham a necessidade de reforçar sua marca, no entanto acabavam por impor a sua visão absoluta. A publicidade digital dessa época, quando ocorria, se dava através de banners e assim como suas paginas eram propagandas estáticas.

Tanto em aspectos técnicos como em comunicativos, é visível o grande avanço da internet em nossas vidas. Deixa de ser uma tendência e passa a ser uma realidade. No Brasil, um país de terceiro mundo, a internet ainda barra na falta de investimentos e no poder aquisitivo das massas mais pobres. A famosa inclusão digital, de fato acontece, porém de forma lenta. Por outro lado, mundialmente, a internet segue crescendo, evoluindo-se e transformando-se, e com ela vemos o surgimento de outras formas de comunicação e mídia.

WEB 2.0
O termo Web 2.0 foi cunhado entre 2003 e 2004 pela Reilly Media, para designar uma segunda geração de comunidades e serviços baseados na plataforma Web. Com o advento da Web 2.0 ganharam forma na internet à interação e a geração autônoma de conteúdo por parte dos usuários. Em sites como Orkut, wikis, blogs, e-commerce, e outros, os usuários não apenas têm a possibilidade de consumir, mas, também a de produzir conteúdo, surgindo assim um novo tipo de consumidor, capaz de, simultaneamente, criticar, adular e ajudar as empresas. Essa nova geração da internet, trás um contexto amplo de informações e divulgação, tornando-se um veículo viável para a publicação de conteúdos diversos inclusive possibilitando as corporações de fazerem propagandas publicitárias, deixando-as mais próximas de seus clientes, comunicando-se e criando um novo tipo de mídia, a mídia digital.

Essa revolução permite aos consumidores elogiarem ou detonarem um produto, tornando-se assim, uma forte arma para as empresas que se preocupam com suas marcas, pois, cada vez mais, os consumidores procuram a opinião de outros consumidores. Empresas que têm seus produtos mal vistos na rede podem ter problemas em mãos. Por isso estar antenado na satisfação do consumidor quanto ao produto e o que ele espera de novo é a cada dia mais importante para ganhar mercado e ter bons resultados.

Com a Web 2.0 e o crescimento mundial no número de usuários na rede, a internet deixa de ser uma tendência e torna-se uma verdadeira necessidade. No Brasil, em janeiro deste ano (2008), o número de internautas chegou a 21,1 milhões de pessoas, 1,4% a menos que o mês anterior, porém, o total é 50% maior que os 14 milhões de janeiro de 2007. No mundo o número de pessoas que acessam a internet atingiu 824 milhões em janeiro de 2008, um crescimento de 10,4%, de acordo com estudo divulgado, comprovando assim o aumento absoluto de usuários.

Embalado nesse crescimento surgem às corporações digitais, verdadeiros empreendimentos virtuais que consigo trazem uma evolução espantosa de tecnologia, muitas vezes sem espaço físico, restringindo-se ao espaço virtual. Atualmente é impossível falar de grandes corporações digitais sem citar Google, Yahoo! e Microsoft. Verdadeiros gigantes da era digital que ditam tendências para esse mercado, agora, tão visado.

Ainda sobre a Web 2.0 e seu funcionamento, podemos destacar mais uma forte tendência: os blogs corporativos e as comunidades de usuários. Na parte dos blogs corporativos observamos o forte interesse de grandes conglomerados empresariais em manter uma relação ativa com os seus consumidores no mundo digital. Existe um grande investimento por parte destes em fiscalizar e sanar possíveis dúvidas e insatisfações dos consumidores, uma vez que, agora, estes como provedores de conteúdo podem vir a falar mal de empresas e seus produtos. Há também, os blogs pessoais. Esses, cada vez mais “povoam” a internet e entram em um grupo chamado atualmente de “Blogsfera”, uma espécie de mundo virtual de blogs, uma verdadeira revolução em termos de conteúdo, uma vez que, como dito, os usuários passam a se expressarem da forma e como desejarem, muitas vezes atingindo uma grande parte de outros usuários.

Com a evolução dos bancos de dados e de suas ferramentas, hoje é possível personalizar conteúdos criando assim publicidades cruzadas e segmentadas para atingir um determinado grupo de consumidores. É neste ponto que colocamos o Google como a principal organização de publicidade digital mundial. Em 2007 o faturamento do Google em publicidade foi de 99% de seu faturamento em um total de 16,6 bilhões de dólares, seguido do Yahoo! com 87,3% de 6,97 bilhões de dólares. É importante deixar claro, que a publicidade cruzada se dá com anúncios na tela, de acordo com os interesses consumistas de cada usuário do computador em questão. Um exemplo: Ao entrar em um portal de vendas e fazer a procura por um livro de determinado assunto, os próximos anúncios tendem a aparecer de acordo com sua procura. Agora, já está registrado que o usuário se interessa por livros, e qual os seus assuntos preferidos.

O Google é a empresa que mais cresce na publicidade digital. Em 2007 o Google adquiriu a agência DoubleClick por um valor exorbitante de 3,1 bilhões de dólares. Constando, A DoubleClick era uma das maiores empresas especializada em internet e mídia digital, por isso o interesse do gigante Google. Por outro lado, temos a Microsoft, um verdadeiro dinossauro na venda de Softwares operacionais, mostrando forte interesse na aquisição do Yahoo!, por sua grande parcela de lucros na área publicitária. É importante citar que apenas 4,1% do lucro da Microsoft provêm da publicidade digital.

Como sucesso de serviços e publicidade na Web 2.0 temos sites como: Youtube, Wikipédia, Flickr, Orkut, Fotolog, etc. Dentre esses não podemos deixar de destacar o Youtube. Uma verdadeira revolução da Web em termos de vídeos e publicidade. O Youtube provém a seus usuários uma quantidade infinita de vídeos de todos os possíveis gêneros. Com ele, vemos o surgimento de verdadeiras estrelas; pessoas, bandas, grupos que saem do anonimato e passam a ser cultuadas de “artistas”. Há também empresas das quais aproveitam do inteligente mecanismo para fazer publicidade. Um retorno quase sempre certo, visto que o Youtube é um dos sites mais acessados no mundo inteiro.

É comum também, no meio digital, encontrar Links patrocinados divulgando produtos, serviços e organizações, e ainda rendendo algum dinheiro aos usuários que decidem e aceitam usar destas ferramentas em suas páginas como uma forma de publicidade. O valor é pago de acordo com visitas, clicks ou compras de produtos, que neste caso ainda rende mais.

O comércio virtual é outra área que vem crescendo a cada minuto. Sites como: Mercado Livre, Submarino, Americanas, E-bay, Amazon, faturam milhões de reais em vendas, sem contar os lucros dos consumidores com a venda de seus produtos. A publicidade não fica fora disso, é comum encontrar banners ou anúncios de produtos do nosso interesse que levam a esses sites, como já falamos; publicidade cruzada, e links patrocinados.

A Web em 2008 se tornou no Brasil o terceiro veículo em alcance, atrás apenas de rádio e TV. No entanto, mesmo com esse absurdo crescimento da internet e da publicidade online, no Brasil a verba publicitária para internet é de apenas 2,77% (2007). Isso gera, no momento, uma intensa discussão envolvendo a publicidade digital, publicidade tradicional, empresas e jornalistas, uma vez que o potencial difere muito dos investimentos, e esses buscam responder quem liderará essa verdadeira revolução da nova mídia.

Com a inclusão digital acontecendo (TV digital, Rede 3G e Computadores), fica difícil determinar tendências e caminhos uma vez que a realidade social econômica, cultural e tecnológica no Brasil difere muito de países como EUA e Japão, onde essa revolução já acontece há anos. A era da internet veio para quebrar barreiras, acabar com a exclusão digital, desigualdade e pobreza social de forma a não barrar as novas tecnologias. É imprescindível ir além das fronteiras alcançadas, manter-se antenado, uma vez que o verdadeiro poder, por hora, está na mão do consumidor.

“A concorrência está a um click de distância.”