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		<title>As 10 casas mais caras do mundo!</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 19:35:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Agnello Ceranto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
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		<category><![CDATA[Casas]]></category>
		<category><![CDATA[Mansões]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>É para poucos. Mas, na verdade, quando que o dinheiro é para muitos? Provavelmente nunca foi, não é e nunca será. Mas como fruto do poder aquisitivo da moeda, estão alguns pertences que acabam se tornando a principal moradia de muitas pessoas que tem as devidas condições financeiras para tal. Hoje vamos apresentar a lista [...]</p><p>O post <a href="http://www.publistorm.com/as-10-casas-mais-caras-do-mundo/">As 10 casas mais caras do mundo!</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.publistorm.com">Publistorm.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/casasmaiscaras.jpg" alt="casasmaiscaras" width="640" height="350" class="aligncenter size-full wp-image-38858" /></p>
<p>É para poucos. Mas, na verdade, quando que o dinheiro é para muitos? Provavelmente nunca foi, não é e nunca será. Mas como fruto do poder aquisitivo da moeda, estão alguns pertences que acabam se tornando a principal moradia de muitas pessoas que tem as devidas condições financeiras para tal. </p>
<p>Hoje vamos apresentar a lista TOP10 das casas mais caras do mundo. A maioria é de propriedade de celebridades, magnatas ou empresários de sucesso no mundo dos negócios. O luxo é um pré-requisito em qualquer uma dessas casas, assim como o conforto, beleza e principalmente as características únicas, exclusivas que ai vai do gosto do freguês. </p>
<h2>As 10 casas mais caras do mundo!</h2>
<h1>10. Castelo do Drácula | Transilvânia, Romênia</h1>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/Dracula-Castle-Romania2.jpg" alt="Dracula-Castle-Romania" width="640" height="483" class="aligncenter size-large wp-image-38849" /><br />
<strong>Custo: 135 milhões de dólares</strong></p>
<p>Castelo do Drácula ou Castelo de Bran é um dos mais famosos castelos e museus do mundo, localizado na Transilvânia, Romênia. É agora propriedade de descendentes da família real romena. O museu é uma oportunidade para ver como vive a família real. </p>
<p><span id="more-38830"></span></p>
<h1>9. Tribunal Updown | Surrey, Inglaterra</h1>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/Updown-Court-Surrey1.jpg" alt="Updown-Court-Surrey" width="640" height="428" class="aligncenter size-large wp-image-38854" /><br />
<strong>Custo: 138 milhões de dólares</strong></p>
<p>O Tribunal Uptown é uma das casas mais bonitas do mundo, localizada em Surrey, Inglaterra. Manteve-se como a casa mais cara do mundo por muitos anos. A mansão tem uma área de 58 hectares com 103 quartos, incluindo uma suite com um banheiro de mármore. Possui duas pistas de boliche totalmente automatizadas, cinco pscinas, uma quadra de squash, uma quadra de tênis e uma adega com capacidade para mais de 3.000 garrafas de vinho, sem contar a chamada sala do pânico, que é uma espécie de abrigo.</p>
<h1>8. A Mansão | Los Angeles, EUA</h1>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/The-Manor-Los-Angeles1.png" alt="The-Manor-Los-Angeles" width="640" height="403" class="aligncenter size-large wp-image-38851" /><br />
<strong>Custo: 150 milhões de dólares</strong></p>
<p>A mansão foi comprada pela herdeira e modelo Petra Ecclestone em 2011. É uma casa de dois andares com 123 quartos e com 56 mil metros quadrados de espaço em mais de 4,6 hectares. É a maior casa em Los Angeles.</p>
<h1>7. The Pinnacle | Montana, EUA</h1>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/the-pinnacle1.jpg" alt="the-pinnacle" width="640" height="448" class="aligncenter size-large wp-image-38853" /><br />
<strong>Custo: 155 milhões de dólares</strong></p>
<p>&#8220;The Pinaccle&#8221; é a sétima casa mais cara do mundo. É de propriedade de Tim Bilxseth, um promotor imobiliário americano e homem de negócios. A casa não é tão grande no espaço físico se comparada as outras da lista, mas seu valor elevado deve-se a localização com vistas absurdamente maravilhosas. A mansão dispõe de piscina interior/exterior.</p>
<h1>6. Vila Vitoriana de Elena Franchuk  | Ucrânia </h1>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/Elena-Franchuk-Victorian-Villa1.jpg" alt="Elena-Franchuk-Victorian-Villa" width="640" height="424" class="aligncenter size-full wp-image-38857" /><br />
<strong>Custo: 161 milhões de dólares</strong></p>
<p>Victorian Villa é a casa da empresária ucraniana e filantropa Elena Franchuk. Tem cinco andares, com piscina, sala do pânico, sala de teatro e sauna, além de academia.</p>
<h1>5. Mansão Coração | Beverly Hills, EUA</h1>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/hearst-mansion1.jpg" alt="hearst-mansion" width="640" height="434" class="aligncenter size-large wp-image-38856" /><br />
<strong>Custo: 190 milhões de dólares</strong></p>
<p>A mansão Coração é uma casa no formato de um H localizada na Califórnia, EUA. Seu proprietário é William Randolph Hearst, um magnata da mídia americana. A mansão foi construída em 1919 e cobre uma área de mais de 90.000 metros quadrados. </p>
<h1>4. Fairfield Pond | The Hamptons, EUA</h1>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/Fairfield-Pond1.jpg" alt="Fairfield-Pond" width="640" height="363" class="aligncenter size-large wp-image-38850" /><br />
<strong>Custo: 190 milhões de dólares</strong></p>
<p>Fairfield Pond é de propriedade do investidor americano, Ira Rennert. É a mais valiosa casa nos Hamptons e é considerada um dos maiores complexos residenciais ocupados nos EUA. Com 29 quartos e 39 banheiros, possui uma quadra de basquete, uma pista de boliche, duas quadras de tênis, duas quadras de squash, e uma banheira de 150 mil dólares.</p>
<h1>3. The Penthouse | One Hyde Park, Inglaterra </h1>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/The-Penthhouse-One-Hyde-Park1.jpg" alt="The-Penthhouse-One-Hyde-Park" width="640" height="442" class="aligncenter size-large wp-image-38852" /><br />
<strong>Custo: 222 milhões de dólares</strong></p>
<p>Classificado como terceiro na lista das 10 casas mais caras do mundo, a cobertura Penthhouseé localizada no Hyde Park, que é um grande complexo residencial e de varejo em Londres, na Inglaterra. A cobertura é o imóvel residencial mais caro da Grã-Bretanha.</p>
<h1>2. Villa La Leopolda | Comuna francesa de Villefranche-sur-Mer, na Costa Azul</h1>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/Villa-La-Leopolda1.jpg" alt="Villa-La-Leopolda" width="640" height="422" class="aligncenter size-large wp-image-38855" /><br />
<strong>Custo: 750 milhões de dólares</strong></p>
<p>Anteriormente propriedade de Bill Gates, a Villa La Leopolda foi comprada pelo empresário e investidor russo Roman Abramovich. A Villa La Leopolda é a mais cara e uma das maiores &#8220;villas&#8221; do mundo, com uma área de 63 ectáres. A moradia abrange mais de 100.000 metros quadrados de edifíciosm além de uma quadra de basquete, pista de boliche, quadras de squash, quadras de tênis, 29 quartos e 39 banheiros.</p>
<h1>1. Antilia | Mumbai, Índia </h1>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/Antilia-Mubai1.jpg" alt="Antilia-Mubai" width="640" height="495" class="aligncenter size-full wp-image-38848" /><br />
<strong>Custo: 1 bilhão de dólares</strong></p>
<p>Antilia é uma casa de 27 andares de propriedade de um magnata indiano, Mukesh Ambani, que é frequentemente considerado como rei sem coroa da Índia. Mukesh Ambani construiu esta casa no desejo de sua amada esposa, Nita Ambani. A casa dispõe de 37.000 metros quadrados de espaço. Tem spa, estúdio de ioga, um pequeno teatro com capacidade para 50 pessoas, piscina, três andares de jardins suspensos, e um salão para bailes. Há mais de 500 funcionários para a manutenção da propriedade.</p>
<p><strong>E aí, o que você achou das casas mais caras do mundo? Se você gostou, curta e compartilhe! :)</strong></p>
<div class="via">
<p class="viap"><strong>Via@ |</strong> <a href="http://www.theworldtoptens.com/top-10-most-expensive-houses-in-the-world-in-2013/" target="blank_">theworldtoptens.com</a></p>
</div>
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		<title>O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 18:20:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Fernando Pereira</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/lorax.jpg" alt="lorax" width="640" height="470" class="alignnone size-full wp-image-38831" /></p>
<p>Unindo de modo bem harmonioso o poder de uma bela animação com alguns elementos que incitam reflexões ambientais interessantes, <em>O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida</em> (adaptação do conto clássico do Dr. Seuss) possui força suficiente para conquistar boa parte das famílias brasileiras consumidoras de cinema. É, em suma, um filme dos mais adequados para um pai levar seu(s) filho(s), seja pelo teor educativo de suas principais mensagens, seja pela beleza plástica de suas imagens. </p>
<p>Na história, temos o menino Ted (Zac Efron, na versão original), que descobriu que o sonho de sua paixão, a bela Audrey (Taylor Swift), é ver uma árvore de verdade, algo em extinção. Disposto a realizar este desejo, ele embarca numa aventura por uma terra desconhecida, cheia de cor, natureza e árvores. É lá que conhece também o simpático e ao mesmo tempo rabugento Lorax (Danny DeVito), uma criatura curiosa preocupada com o futuro de seu próprio mundo. Logo de início percebe-se toda uma atmosfera colorida que chama a atenção do espectador. O início é alegre, leve, bonito. Ver toda a cidade desfilando e cantando em coral faz o espectador acreditar que se trata de uma história que já começa feliz. Ledo engano, pois a premissa da história já estava ali: é uma cidade sem árvores naturais, onde o ar é artificial e comercializado pelo seu dono e prefeito.</p>
<h1>O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida</h1>
<p><iframe width="640" height="510" src="http://www.youtube.com/embed/TP6zALnb9gc?wmode=transparent" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span id="more-38829"></span></p>
<p>É este contexto que faz com que a plateia simpatize tão logo com o protagonista. O menino Ted começa assim sua jornada que, se não tem em vista a salvação da cidade e do mundo, ao menos já indica certa mensagem que a história quer passar: lute pelos seus sonhos, pois se você não o fizer&#8230; Certamente ninguém mais o fará. Assim, no começo de sua jornada ele conhece o velho Umavez-Ildo, peça chave para o entendimento de toda a história. A partir de então se estabelece uma estranha relação de amizade entre os dois e que através de flashbacks todos são apresentados para toda a gênese da história. Ted então corre em busca da tal trúfula perdida que complementa o título do filme. Esta semente é a única e última chance da cidade voltar a ter árvores naturais e ar puro gratuitamente. E ainda, é a grande chance para que Ted conquiste o coração de sua eterna amada Audrey. Assim, sua jornada do herói não será facilitada, tendo vários obstáculos à frente, incitados principalmente pelo seu antagonista: o prefeito e dono da cidade.</p>
<p>O desfecho (como se espera) é dos mais felizes, pois a ideia aqui é fazer com que a esperança em dias melhores perpasse para cada um dos espectadores. E a história faz isso com certa competência, pois de fato a vontade que se tem ao sair da sessão é fazer algo para de algum modo mudar a humanidade. Claro que este sentimento não é forte o suficiente para mudar de fato as coisas. Mas já é um bom começo.</p>
<div class="via">
<p class="viap"><strong>Via@ |</strong> <a href="http://www.facebook.com/nandocpereira?fref=ts" target="blank_">Luis Fernando Pereira</a></p>
</div>
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		<title>Cidade Baixa e o Cinema Baiano</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 20:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Fernando Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Lançado em 2005, com direção de Sérgio Machado e produção de Maurício Andrade Ramos, Cidade Baixa pode ser descrito como um filme que tem sua força motriz no estômago, e não no intelecto. E se uma expressão pode definir este filme, essa expressão é identidade baiana. É incrível como a linguagem e os trejeitos regionais [...]</p><p>O post <a href="http://www.publistorm.com/cidade-baixa-e-o-cinema-baiano/">Cidade Baixa e o Cinema Baiano</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.publistorm.com">Publistorm.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/cidade-baixa.jpg" alt="Cidade Baixa e o Cinema Baiano" width="640" height="574" class="alignnone size-full wp-image-38825" /></p>
<p>Lançado em 2005, com direção de Sérgio Machado e produção de Maurício Andrade Ramos, <em>Cidade Baixa</em> pode ser descrito como um filme que tem sua força motriz no estômago, e não no intelecto. E se uma expressão pode definir este filme, essa expressão é identidade baiana. </p>
<p>É incrível como a linguagem e os trejeitos regionais são bem retratados: na briga de galo, na pechincha com a garota de programa, nas gírias e palavrões em quase todos os diálogos, no jogo de damas com peças feitas de tampinhas de garrafas e no almoço. É, em suma, uma nova perspectiva de se ver e de se produzir cinema no Brasil, que ainda é muito visto sob os olhos das regiões sul-sudeste. Neste aspecto, <em>Cidade Baixa</em> junta-se à uma cinematografia que busca incessantemente prover esta mudança de foco, e isto já o torna digno de respeito. </p>
<p>O filme conta a história de uma dançarina chamada Karina, corretamente interpretada por Alice Braga, que sai de Vitória, no Espírito Santo, e sonha em encontrar um estrangeiro rico no carnaval de Salvador. No meio do caminho encontra dois amigos de infância, Deco (Lázaro Ramos) e Naldinho (Wagner Moura), que lhe dão carona em um barco, onde são sócios, em troca de favores sexuais. Numa das paradas antes de chegar ao destino final, Deco e Naldinho se envolvem numa confusão em Cachoeira, por conta de uma aposta mal sucedida numa rinha de galo. É nesse momento que o filme ganha mais fôlego, quando Karina decide ajudá-los ao invés de seguir viagem numa outra carona que havia conseguido num caminhão. </p>
<h1>Cidade Baixa</h1>
<p><iframe width="640" height="510" src="http://www.youtube.com/embed/rEL05fTgpaU?wmode=transparent" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span id="more-38824"></span></p>
<p>A história é de uma densidade dramática crescente, que conta com cenas fortes que podem até chocar uma grande parte do público, induzindo-os erroneamente a pensar que cinema nacional é feito somente de sem-vergonhice e sexualidade desenfreada. </p>
<p>O longa de Sérgio Machado é admirável pela pungência e pela força da direção (não atrapalhando em nada o fato de ser aqui a sua estreia em ficção), pela entrega total e quase sobre-humana dos atores (destaca-se a preparação da treinadora de elenco Fátima Toledo) e pelo teor de qualidade que exala em cada momento no filme. Cidade Baixa é, enfim, um filme que te deixa o tempo inteiro sobressaltado pelas cenas bem vivas. Sendo baiano ou gostando de cinema, não é possível passar por ele sem se identificar de alguma maneira. O filme tem história, é envolvente e mais do que qualquer outra coisa, muito bem representado.</p>
<div class="via">
<p class="viap"><strong>Via@ |</strong> <a href="http://www.facebook.com/nandocpereira?fref=ts" target="blank_">Luis Fernando Pereira</a></p>
</div>
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		<title>Nexo Algum: Assembléia da Rola Santa</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 18:41:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Agnello Ceranto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Videocast]]></category>
		<category><![CDATA[Nexo Algum]]></category>
		<category><![CDATA[Rodolfo Receive]]></category>
		<category><![CDATA[Rola Santa]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Apresentamos para vocês: A Assembléia da Rola Santa! Esse é o tema de hoje do Nexo Algum com o Rodolfo Receive. É polêmico, nós sabemos, o Rodolfo é ácido, também sabemos, mas vale a crítica por alguns fatos horríveis que andam acontecendo por aí. E pra galera que curte o Nexo Algum, confere aí o [...]</p><p>O post <a href="http://www.publistorm.com/nexo-algum-assembleia-da-rola-santa/">Nexo Algum: Assembléia da Rola Santa</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.publistorm.com">Publistorm.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/nexoalgum-assembleia-rolasanta.jpg" alt="Nexo Algum: Assembléia da Rola Santa" width="640" height="350" class="aligncenter size-full wp-image-38817" /></p>
<p>Apresentamos para vocês: A Assembléia da Rola Santa! Esse é o tema de hoje do Nexo Algum com o Rodolfo Receive. É polêmico, nós sabemos, o Rodolfo é ácido, também sabemos, mas vale a crítica por alguns fatos horríveis que andam acontecendo por aí.</p>
<p>E pra galera que curte o Nexo Algum, confere aí o vídeo e e aproveita para se inscrever no canal <a href="http://www.youtube.com/user/NexoAlgum?feature=watch" target="_blank">aqui</a>!</p>
<h2>Nexo Algum: Assembléia da Rola Santa</h2>
<p><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/GewITLBSvls?wmode=transparent" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span id="more-38813"></span></p>
<p><strong>E aí leitor, curtiu o vídeo? Deixa seu pitaco aí embaixo!</strong></p>
<div class="via">
<p class="viap"><strong>Via@ |</strong> <a href="http://www.youtube.com/user/NexoAlgum?feature=watch" target="blank_">Nexo Algum</a></p>
</div>
<p>O post <a href="http://www.publistorm.com/nexo-algum-assembleia-da-rola-santa/">Nexo Algum: Assembléia da Rola Santa</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.publistorm.com">Publistorm.com</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Quem sequestrou nossa infância?</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 18:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angel Marques</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>O tempo passa depressa e com ele vão-se os anos que não voltam mais. Aquele tempo mágico de criança, em que tudo era só fantasia e diversão, onde os sonhos eram fortes e sólidos, e as pessoas, na nossa visão, eram gigantes maravilhosos, heróis e heroínas de um conto de fadas chamado vida. Mas, logo [...]</p><p>O post <a href="http://www.publistorm.com/quem-sequestrou-nossa-infancia/">Quem sequestrou nossa infância?</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.publistorm.com">Publistorm.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/infancia.jpg" alt="infancia" width="640" height="503" class="alignnone size-full wp-image-38810" /></p>
<p>O tempo passa depressa e com ele vão-se os anos que não voltam mais. Aquele tempo mágico de criança, em que tudo era só fantasia e diversão, onde os sonhos eram fortes e sólidos, e as pessoas, na nossa visão, eram gigantes maravilhosos, heróis e heroínas de um conto de fadas chamado vida. </p>
<p>Mas, logo chega à adolescência, rasgando nossas roupas de renda e sujando nosso rosto com pinturas, quebrando nossos cristais da inocência e nos mostrando que as nuvens não são de algodão, que o circo já não é tão engraçado e que a fantasia faz parte de uma história da carochinha. Nos diz em bom e alto tom, que já não somos mais seguros em nossos castelos de ilusões e que aquela barreira que nos protegia dos dragões, foi derrubada, que estamos vulneráveis aos bandidos das historinhas em quadrinhos, que hoje são reais. E aqueles nossos heróis e heroínas, hoje são criaturas normais, providas de erros e de defeitos como qualquer outro ser humano, inclusive nós mesmos. </p>
<p>E então, quando achamos que a mutação já está completa, chega a maior idade, quase sem nos darmos conta, gritando e escandalizando um novo modo de vida, com grandes responsabilidades, com feridas e também cicatrizes que insistem em nos acompanhar, fazendo com que nossos dias sejam totalmente reais, deixando a doçura de uma noite de natal a espera do papai Noel, adormecer em nossos corações, hoje não mais tranquilos como antes, e sim ansiosos e, por vezes, rancorosos. </p>
<p>Apagando de vez a esperança de podermos voar como Peter pan, de derrotarmos os vilões e de termos super poderes como o super homem. De encontrarmos um mundo louco e mágico como o de Alice, de sermos imortais e imbatíveis, de termos sempre finais felizes como o de Banca de Neve, de encontrarmos o nosso príncipe como Cinderela, de escalarmos a torre, seguros em duas tranças como as de Rapunzel, enfim deixamos para trás todas as bolinhas de sabão, que foram sumindo uma por uma na beira da calçada da vida.</p>
<h1>Quem sequestrou nossa infância?</h1>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/infancia1-640x427.jpg" alt="Children Lying with Heads Together" width="640" height="427" class="alignnone size-medium wp-image-38811" /></p>
<p><span id="more-38809"></span></p>
<p>Com certeza, a vida na maior idade tem as suas emoções e alegrias, mas nessa fase nos esquecemos de cantar bem alto, sorrir por qualquer bobagem, perdoar com facilidade, conversar muito, mesmo que não tenhamos assuntos. Ter sempre um amigo invisível, dançar na chuva, mesmo correndo o risco de levar uma bronca ou pegar uma gripe. Dizer o quanto amamos as pessoas, sem medo de sermos rejeitados ou ignorados, abraçá-los e passarmos para eles que são importantes para nós e que hoje também sentimos medo, insegurança e tristeza, mas que não sabemos expressar, como era antigamente. Que precisamos de colo, mesmo não cabendo mais entre seus braços e sendo tão pesados. Que precisamos de incentivo, de crença, de nos sentirmos mimados e especiais.  Hoje talvez não tenhamos mais o cheiro de bebê, nem a graça, nem a inocência, nem tudo o que fazemos é tolerável, mas que muitas vezes também estamos fazendo para chamar a atenção, e muitas vezes o que falta é tão pouco, que se torna dispensável para outros olhos.</p>
<p>Por que deixamos a magia e a inocência da infância abandonadas, depois que nos tornamos adultos? Quem foi que disse que não é possível acreditar nos sonhos e viver levemente, mesmo não mais estando no colo dos nossos pais, ou nas loucas aventuras de crianças, no mundo mágico e ideal que criávamos e vivenciávamos, acreditando que éramos invencíveis e tudo sempre daria certo no final?<br />
Quem seqüestrou nossas crenças e pensamentos pueris? Quem seqüestrou a infância interior que traz a leveza do ser e a pureza da mente, a sutileza da alma e o frescor dos dias sempre mágicos e cheios de surpresas, apesar de todos os pesares? </p>
<p>Um dos maiores crimes da humanidade é assassinar a infância interior, é transformar os dias simples em complexos com tantas obrigações e responsabilidades excessivas. Manter a infância acordada é salutar e faz com que nos sintamos mais fortalecidos em tempos de crises e adversidades, é como se você pudesse ir lá, naquele lugar encantado e sagrado e se fortalecer  toda vez que sente suas forças se esgotarem, se banhar dessa energia propulsora e ilimitada, beber nessa fonte cristalina de ternura, paz, regeneração, e acima de tudo, mergulhar nesse mar de lembranças, sensações e magias que se perpetuam e solidificam nas paredes da memória. </p>
<p>Trazer a criança interior de vez em quando para o mundo adulto, não é ser tolo ou pueril, mas é poder ter o privilégio de vivenciar emoções presentes, baseadas em emoções passadas, na certeza de equilibrar e ajustar as emoções futuras. Se cada criança interior despertada pudesse amenizar as dores da alma que a desperta, o mundo com certeza não seria tão frio e distante e as pessoas não perderiam tanto tempo buscando algo fora de si para fazê-las felizes, pois dentro de cada uma sempre teria um belo arco-íris a ser descoberto e desbravado, e acima de tudo, apreciado e valorizado. </p>
<p>De vez em quando, marque um encontro com sua criança interior e permita-se ser leve.</p>
<div class="via">
<p class="viap"><strong>Via@ |</strong> <a href="http://www.facebook.com/angelmarie.marques?fref=ts" target="blank_">Angel Marques</a></p>
</div>
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		<title>Butcher Billy: Quem são seus heróis?</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 19:11:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Agnello Ceranto</dc:creator>
				<category><![CDATA[É arte!]]></category>
		<category><![CDATA[Butcher Billy]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[É Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Ilustrações]]></category>
		<category><![CDATA[influência]]></category>
		<category><![CDATA[super heróis]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Se tem uma característica que me impressiona bastante nos trabalhos do curitibano Butcher Billy, são as fusões não só nas ilustrações mas na cultura e comportamento em sí dos personagens. Seu último trabalho, talvez seja o auge dessa questão, principalmente quando percebemos e pontuamos quais foram nossos verdadeiros heróis e como essas pessoas (de carne [...]</p><p>O post <a href="http://www.publistorm.com/butcher-billy-quem-sao-seus-herois/">Butcher Billy: Quem são seus heróis?</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.publistorm.com">Publistorm.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-38792" alt="butcherbilly" src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/butcherbilly.jpg" width="640" height="350" /></p>
<p>Se tem uma característica que me impressiona bastante nos trabalhos do curitibano Butcher Billy, são as fusões não só nas ilustrações mas na cultura e comportamento em sí dos personagens. Seu último trabalho, talvez seja o auge dessa questão, principalmente quando percebemos e pontuamos quais foram nossos verdadeiros heróis e como essas pessoas (de carne e osso) nos influenciaram durante nossa estadia nessa planeta chamado Terra.</p>
<p>A pergunta/inspiração do Butcher Billy, é bastante coerente para esse trabalho: como é criado um ícone da cultura pop? Seria sua contribuição para um movimento cultural? É a forma como impactam o tempo e a geração a qual se dirigem? Ou apenas suas características que acabam definindo uma determinada sociedade?</p>
<blockquote><p>Como uma criança dos anos 80, eu fui influenciado por tudo, desde os desenhos animados de sábado de manhã na TV à música que vinha do rádio. Ian Curtis ou Johnny Rotten são tão icônicos para mim como o Superman ou Batman. </p>
<p>Pessoas reais ou personagens imaginários, os ideais incorruptíveis de super-heróis perfeitos ou as falhas e desejos humanos, por muitas vezes são desesperadamente descritos nas letras de músicas &#8211; todas essas influências nos afeta ao ponto de definir nosso caráter e personalidade, carreiras e escolhas na vida. </p>
<p>As referências a que estamos expostos e, especificamente, as que escolhemos para absorver nos fazem quem somos. Quem são seus heróis?</p></blockquote>
<p>Confira o novo trabalho do Butcher Billy abaixo. Além das ilustrações fantásticamente #FODAS ainda temos os cartazes e também as camisetas. Para quem quiser ver as que estão a venda pelo próprio Butcher Billy, vai ai o link: <a href="http://society6.com/ButcherBilly/tshirts" title="T-Shirts" target="_blank">society6.com/ButcherBilly/tshirts</a></p>
<h2>Butcher Billy: Quem são seus heróis?</h2>
<p><img class="aligncenter" alt="butcherbilly-newsuperherowaves (3)" src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/butcherbilly-newsuperherowaves-3.jpg" width="640" height="907" /></p>
<p><span id="more-38767"></span></p>
<p><img class="aligncenter" alt="butcherbilly-newsuperherowaves (12)" src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/butcherbilly-newsuperherowaves-12.jpg" width="640" height="908" /><br />
<img class="aligncenter" alt="butcherbilly-newsuperherowaves (4)" src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/butcherbilly-newsuperherowaves-4.jpg" width="640" height="908" /><br />
<img class="aligncenter" alt="butcherbilly-newsuperherowaves (5)" src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/butcherbilly-newsuperherowaves-5.jpg" width="640" height="907" /><br />
<img class="aligncenter" alt="butcherbilly-newsuperherowaves (17)" src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/butcherbilly-newsuperherowaves-17.jpg" width="640" height="906" /><br />
<img class="aligncenter" alt="butcherbilly-newsuperherowaves (18)" src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/butcherbilly-newsuperherowaves-18.jpg" width="640" height="906" /><br />
<img class="aligncenter" alt="butcherbilly-newsuperherowaves (11)" src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/butcherbilly-newsuperherowaves-11.jpg" width="640" height="907" /><br />
<img class="aligncenter" alt="butcherbilly-newsuperherowaves (13)" src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/butcherbilly-newsuperherowaves-13.jpg" width="640" height="472" /><br />
<img class="aligncenter" alt="butcherbilly-newsuperherowaves (14)" src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/butcherbilly-newsuperherowaves-14.jpg" width="640" height="480" /><br />
<img class="aligncenter" alt="butcherbilly-newsuperherowaves (15)" src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/butcherbilly-newsuperherowaves-15.jpg" width="640" height="450" /><br />
<img class="aligncenter  wp-image-38779" alt="butcherbilly-newsuperherowaves (6)" src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/butcherbilly-newsuperherowaves-6.jpg" width="640" height="450" /><br />
<img class="aligncenter" alt="butcherbilly-newsuperherowaves (1)" src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/butcherbilly-newsuperherowaves-1.jpg" width="640" height="800" /><br />
<img class="aligncenter  wp-image-38780" alt="butcherbilly-newsuperherowaves (7)" src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/butcherbilly-newsuperherowaves-7.jpg" width="640" height="450" /><br />
<img class="aligncenter wp-image-38781" alt="butcherbilly-newsuperherowaves (8)" src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/butcherbilly-newsuperherowaves-8.jpg" width="640" height="450" /><br />
<img class="aligncenter" alt="butcherbilly-newsuperherowaves (10)" src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/butcherbilly-newsuperherowaves-10.jpg" width="640" height="800" /><br />
<img class="aligncenter  wp-image-38782" alt="butcherbilly-newsuperherowaves (9)" src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/butcherbilly-newsuperherowaves-9.jpg" width="640" height="845" /><br />
<img class="aligncenter" alt="butcherbilly-newsuperherowaves (2)" src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/butcherbilly-newsuperherowaves-2.jpg" width="640" height="887" /><br />
<img class="aligncenter  wp-image-38789" alt="butcherbilly-newsuperherowaves (16)" src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/butcherbilly-newsuperherowaves-16.jpg" width="640" height="849" /></p>
<p>Se quiser ver mais trabalhos do Butcher Billy que foram publicados aqui no Publistorm, é só acessar aqui: <a title="Butcher Billy" href="http://www.publistorm.com/?s=butcher+billy" target="_blank">publistorm.com/?s=butcher+billy</a></p>
<div class="via">
<p class="viap"><strong>Via@ |</strong> <a href="http://www.behance.net/gallery/The-Post-Punk-New-Wave-Super-Friends-by-Butcher-Billy/8688795" target="blank_">behance.net/butcherbilly</a></p>
</div>
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		<title>Parks and Recreation e as séries de comédia</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 18:10:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Fernando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema e TV]]></category>
		<category><![CDATA[americano]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Nestas últimas semanas resolvi revisitar algumas séries de TV que havia deixado pelo meio do caminho, sobretudo as comédias caracterizadas pelo humor mais rebuscado e sutil. Na lista estavam séries como The Office, Parks and Recreation e 30 Rock. Após uma grande maratona televisiva, assistindo episódio atrás de episódio, resolvi atualizar meu ranking de melhores [...]</p><p>O post <a href="http://www.publistorm.com/parks-and-recreation-e-as-series-de-comedia/">Parks and Recreation e as séries de comédia</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.publistorm.com">Publistorm.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/parks-and-recreations-640x480.jpg" alt="parks and recreations" width="640" height="480" class="alignnone size-medium wp-image-38769" /></p>
<p>Nestas últimas semanas resolvi revisitar algumas séries de TV que havia deixado pelo meio do caminho, sobretudo as comédias caracterizadas pelo humor mais rebuscado e sutil. Na lista estavam séries como The Office, Parks and Recreation e 30 Rock. Após uma grande maratona televisiva, assistindo episódio atrás de episódio, resolvi atualizar meu ranking de melhores comédias americanas da atualidade, e para minha grande surpresa o posto mais alto do pódio, que já algum tempo era da outrora genial Community, passou a pertencer a sempre boa Parks and Recreation.</p>
<p>Para quem ainda não conhece, Parks and Recreation é uma série de comédia de situação criada por Greg Daniels e Michael Schur. Ela retrata a vida de Leslie Knope, interpretada maravilhosamente pela atriz e ex-participante do lendário programa Saturday Night Live, Amy Poehler. Leslie é a vice-diretora do Departamento de Parques e Recreação da cidade ficcional de Pawnee, localizada no estado do Indiana. As histórias da série são contadas em forma de um documentário fictício, e durante as filmagens os personagens aparecem dando suas opiniões sobre o assunto debatido.</p>
<p>A série é desenvolvida em formato documentário (muito próximos de Modern Family ou The Office), e segue Leslie Knope, burocrata do Departamento de Parques, em uma missão que deveria ser bastante simples, que é ajudar a enfermeira Ann Perkins (Rashida Jones) a transformar uma construção abandonada em um parque comunitário. A partir deste plote mostrado logo no piloto somos apresentados à insana equipe de Leslie, capitaneada por Tom Haverford (Aziz Ansari), Ron Swanson (Nick Offerman) e April Ludgate (Aubrey Plaza). Duas temporadas depois a série adiciona ao já ótimo elenco os atores Rob Lowe e Adam Scott e seus sensacionais personagens.</p>
<h1>Parks and Recreation</h1>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/ParksAndRecreation-640x480.jpg" alt="ParksAndRecreation" width="640" height="480" class="alignnone size-medium wp-image-38770" /></p>
<p><span id="more-38768"></span></p>
<p>A grande qualidade da série é equilibrar como nenhuma outra o tempo de aparição de seu elenco, e assim dificilmente um se sobrepõe ao outro. Claro que alguns episódios são focados em algum especifico personagem, mas ainda assim todos tem o seu momento de destaque. Amy Poehler, que protagoniza de fato a série, serve muito mais como uma escada para que todos os seus amigos e membros da equipe de Parques e Recreação se destaquem, e por isso sua função acaba sendo não somente estratégica, mas também de fundamental importância para o crescimento da série. Chris Pratt, que faz o papel do ex-roqueiro Andy Dwyer, dá luz a um dos personagens mais sem noção da TV americana. Suas trapalhadas são geniais, soando ao mesmo tempo absurdas e verossímeis, e ai vai os parabéns para equipe de roteiristas, que trabalham tão bem no desenvolvimento dos personagens que mesmos as mais exóticas peculiaridades deles são entendidas por quem assiste.</p>
<p>É também muito interessante perceber como o nível dos episódios dificilmente cai, e olha que já estamos na quinta temporada, já finalizada. Esse é o diferencial dela, principalmente quando comparamos com outras do mesmo nicho, como Community, The Office, How I Met Your Mother, que no geral são também excelentes, mas que são muito inconstantes, ora apresentando ótimas temporadas, ora se mostrando medianas e até medíocres em alguns casos.</p>
<p>Assim Parks and Recreation toma facilmente o posto mais alto do pódio das melhores comédias atuais, seguida de perto por Modern Family, outra ótima série, mas que perdeu certo gás nas últimas temporadas. Amy Poehler, que merece todos os Emmys (o Oscar das séries de TV) possíveis, e sua equipe merecem ser vistos e aplaudidos por todos que gostam de uma comédia inteligente e que saia do lugar comum.</p>
<div class="via">
<p class="viap"><strong>Via@ |</strong> <a href="http://www.facebook.com/nandocpereira?fref=ts" target="blank_">Luis Fernando Pereira</a></p>
</div>
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		<title>Esculturas de Bestas Selvagens com Pneus</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 23:30:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Alejandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[É arte!]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Artista]]></category>
		<category><![CDATA[bestas]]></category>
		<category><![CDATA[borracha]]></category>
		<category><![CDATA[detalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Escultura]]></category>
		<category><![CDATA[Esculturas]]></category>
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		<category><![CDATA[selvagens]]></category>
		<category><![CDATA[yong ho ji]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O escultor coreano Yong Ho Ji dominou um meio que a maioria dos artistas jamais ousariam usar: pneus. Yong consegue estilhaçar os pneus e colar os pedaços de uma maneira detalhista, recriando a anatomia de bestas selvagens. Com precisão cirúrgica, o artista recriou cada músculo e detalhe dessas criaturas. O trabalho é complicado e pode [...]</p><p>O post <a href="http://www.publistorm.com/esculturas-de-bestas-selvagens-com-pneus/">Esculturas de Bestas Selvagens com Pneus</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.publistorm.com">Publistorm.com</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/escultura.jpg" alt="Esculturas de Bestas Selvagens com Pneus" width="640" height="400" class="alignnone size-full wp-image-38761" /></p>
<p>O escultor coreano Yong Ho Ji dominou um meio que a maioria dos artistas jamais ousariam usar: pneus. Yong consegue estilhaçar os pneus e colar os pedaços de uma maneira detalhista, recriando a anatomia de bestas selvagens. Com precisão cirúrgica, o artista recriou cada músculo e detalhe dessas criaturas.</p>
<p>O trabalho é complicado e pode levar até seis meses para se completado. Geralmente o artista começa montando uma estrutura de metal, que funciona como os ossos das esculturas.  Yong Ho Ji começou seu trabalho durante a infância, brincando com pneus abandonados e veio aperfeiçoando sua técnica desde então. Para o artista, representa a importante conexão entre a industrialização e a degradação ambienta. Confira as esculturas de bestas selvagens em pneus de Yong Ho Ji!</p>
<h1>Esculturas de Bestas Selvagens com Pneus</h1>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/110.jpg" alt="1" width="640" height="385" class="alignnone size-full wp-image-38747" /></p>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/210.jpg" alt="2" width="640" height="427" class="alignnone size-medium wp-image-38748" /></p>
<p><span id="more-38746"></span></p>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/43.jpg" alt="4" width="640" height="458" class="alignnone size-medium wp-image-38749" /></p>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/52.jpg" alt="5" width="640" height="452" class="alignnone size-medium wp-image-38750" /></p>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/62.jpg" alt="6" width="640" height="427" class="alignnone size-medium wp-image-38751" /></p>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/82.jpg" alt="8" width="640" height="427" class="alignnone size-medium wp-image-38752" /></p>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/92.jpg" alt="9" width="640" height="640" class="alignnone size-medium wp-image-38753" /></p>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/102.jpg" alt="10" width="640" height="427" class="alignnone size-medium wp-image-38754" /></p>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/112.jpg" alt="11" width="640" height="535" class="alignnone size-medium wp-image-38755" /></p>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/122.jpg" alt="12" width="640" height="428" class="alignnone size-medium wp-image-38756" /></p>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/132.jpg" alt="13" width="640" height="427" class="alignnone size-medium wp-image-38757" /></p>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/142.jpg" alt="14" width="640" height="423" class="alignnone size-medium wp-image-38758" /></p>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/310.jpg" alt="3" width="640" height="428" class="alignnone size-medium wp-image-38759" /></p>
<div class="via">
<p class="viap"><strong>Via@ |</strong> <a href="http://www.mymodernmet.com/profiles/blogs/ferocious-tire-sculptures/" target="blank_">mymodernmet.com</a></p>
</div>
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		<title>Encontrar outro amor ou não querer mais nenhum?</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 19:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angel Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/amor.jpg" alt="amor" width="640" height="427" class="alignnone size-full wp-image-38739" /></p>
<p>Navegando por um site, me deparei com a tal afirmativa: &#8220;É verdade, nós aprendemos com as lições da vida a: ENCONTRAR OUTRO AMOR OU NÃO QUERER MAIS NENHUM&#8221;. E como incentivadora e defensora do amor, não me contive a refletir sobre a parte que diz: &#8220;NÃO QUERER MAIS NENHUM&#8221;. Bem, primeiramente, eu acredito que, jamais, ninguém no MUNDO pode ter esse poder: de nos fazer ter decepções infinitas e nos tirar o prazer de vivenciar o melhor sentimento da vida: O AMOR. Claro que no percurso existencial, passamos por muitas decepções que terminam causando feridas terríveis, mas, vale lembrar que: Nós é que precisamos curar, limpar, tornar leve o nosso coração das pancadas da vida, porque só em nós, ficarão as conseqüências delas ou não.</p>
<p>O outro faz, mas quem escolhe o que vai fazer com o que ele fez, somos nós. Até por que ele faz, segue, continua a viver, muitas vezes &#8211; muito bem, obrigada! &#8211; e nós é que teremos que parar e desacreditar no amor?!! Claro que não. Por isso, diga sempre, sempre, sempre SIM para o amor. E que venham milhares de desenganos (teremos a capacidade para superar todos &#8211; acredite!), mas, o mais importante será como bem disse Roberto Carlos: “Se chorei ou se sorri o importante é que emoções eu vivi&#8230;&#8221;.</p>
<p>Afinal, os desapontamentos e as quedas servem para nos fazer aprender, evoluir, avançar, jamais estagnar. E quando nos permitimos &#8220;parar&#8221; de acreditar, sonhar, ser quem somos em toda nossa inteireza e sentimento, porque alguém nos fez sofrer, estamos dando a esse alguém um poder que ele não tem e não deve ter: que é o de retirar de nós a essência pura de acreditar sempre no melhor. Por isso, a necessidade do fortalecimento do íntimo, do seu &#8220;eu&#8221;, do seu interior, para que você seja sempre como a luz, que é capaz de atravessar a lama suja do pântano sem se contaminar, pois ela é, e sempre será superior a ele.</p>
<h1>Encontrar outro amor ou não querer mais nenhum?</h1>
<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/amor-2.jpg" alt="incertitude" width="640" height="677" class="alignnone size-full wp-image-38741" /></p>
<p><span id="more-38738"></span></p>
<p>Como bem diz Freud, é preciso, sim, passar pelo luto da “perda”, senti-lo, vivenciá-lo, mas, também, enfrentá-lo, para que essa energia não fique presa, acumulada e depois se transforme em algum transtorno mental. É preciso que você deixe a dor passar e não fique aprisionado nela. Sinta-a, mas supere-a e siga, porque a vida é isso: ciclos que tem início, meio e fim, e para todo recomeço e renovação é preciso uma finalização. As desilusões existem para que aprendamos a nos tornar mais fortalecidos. Assim, caindo, levantando, aprendendo, superando e alçando voos ainda maiores e melhores, similares as grandiosas águias e não para nos fazer desacreditar, atrofiar, estagnar e atolar “a cabeça na areia” como a medrosa avestruz. Amar sempre valerá à pena. Acredite. E ai, o que você vai escolher ser: Águia ou Avestruz?                   </p>
<div class="via">
<p class="viap"><strong>Via@ |</strong> <a href="http://www.facebook.com/angelmarie.marques?fref=ts" target="blank_">Angel Marques</a></p>
</div>
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		<title>Tudo Pelo Poder e o Cinema Político</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 17:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Fernando Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema e TV]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.publistorm.com/wp-content/uploads/2013/05/tudo-pelo-poder-640x799.jpg" alt="tudo pelo poder" width="640" height="799" class="alignnone size-medium wp-image-38735" /></p>
<p>Foram muitos os filmes que buscaram adentrar mais profundamente no intricado esquema político norte-americano. Alguns projetos ao longo do tempo se mostraram bem-sucedidos neste objetivo, mas há de se notar que são raros os que realmente conseguiram realizar de modo completo tal feito. <em>Tudo Pelo Poder</em> (The Ides Of March, 2011) se constitui assim numa peça rara para a história recente do cinema, pois consegue ser bem feliz com a escolha de seu fio condutor (exegese política) sem entretanto se ater somente neste viés. O projeto de George Clooney vai além, oferecendo ao espectador uma boa mostra de como o ser humano é afetado pelos males da contemporaneidade, e de como os conceitos (filosóficos ou não) de ética e moral quase sempre se esvaem quando é conveniente.</p>
<p><em>Tudo Pelo Poder</em> retrata a primeira fase das eleições americanas, chamada de primárias, onde cada uma das duas grandes vertentes políticas (Democratas e Republicanos) decidem quais serão seus candidatos nas eleições gerais. A história é especificamente focada na perspectiva democrata e na disputa entre os candidatos Mike Morris (George Clooney) e o senador Pullman (Michael Mantell). Através deste mote principal, não tão original, é construída uma engenhosa trama sobre os bastidores da política americana, com destaque inicial para o roteiro de Grant Heslov (em parceria com Clooney), que apresenta com coerência admirável uma plausibilidade narrativa de dar inveja a qualquer filme produzido nos dias atuais. Todas as reviravoltas da história mostram-se bem verossímeis ao espectador, originando com isso uma sensação das mais prazerosas.</p>
<p>Esta sensação, diga-se de passagem, também é consequência de um competente trabalho de direção. George Clooney já vem há tempos comprovando sua habilidade como diretor, bem como sua capacidade de escolher bons projetos, seja como ator, seja como diretor. Alguns de seus últimos trabalhos (<em>Boa Noite e Boa Sorte</em>, <em>Syriana</em>, <em>Conduta de Risco</em> e <em>Amor sem Escalas</em>) são exemplos dos mais felizes no cinema atual. Em <em>Tudo Pelo Poder</em>, Clooney consegue presentear o público com cinco grandes personagens, todos muito bem desenvolvidos em suas personalidades, seus objetivos, seus princípios, e é por conta deste elemento (difícil de conseguir) que o filme se destaca ainda mais na multidão.</p>
<h1>Tudo Pelo Poder &#8211; Trailer</h1>
<p><iframe width="640" height="510" src="http://www.youtube.com/embed/tILdAz2ghKw?wmode=transparent" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span id="more-38734"></span></p>
<p>Ryan Gosling, Evan Rachel Wood, Philip Seymour Hoffman, Paul Giamatti e o próprio George Clooney constroem através de seus personagens um emaranhado bem interessante de características comportamentais que fazem o nosso entendimento sobre o ser humano adquirir uma grande diversidade de perspectivas. Observa-se a relação familiar (tão enaltecida pela sociedade americana) ser destroçada por quem mais a defende; há também um relevante questionamento sobre os limites éticos que um processo eleitoral como este traz consigo; há uma exposição do quão o ser humano pode ser passional ou racional nas suas escolhas e como essas escolhas afetam seus futuros. As temáticas são inúmeras e são sempre trabalhadas de forma inteligente na narrativa.</p>
<p>Tecnicamente, todas as sequências produzidas pela história soam relevantes, não há em momento algum uma cena sem propósito ou quiçá um diálogo solto e sem função. Tudo o que é mostrado durante a trama auxilia sobremaneira no desfecho oferecido. Como curioso exemplo vê-se em uma das primeiras sequências exibidas a personagem Molly Stearns (Evan Rachel Wood) caminhando por dentro do comitê de campanha com os lanches da equipe nas mãos. Já próximo da conclusão esta sequência é reproduzida, só que agora com outra personagem no seu lugar, deixando evidente aos que assistiram a história de que na política americana mudam-se as peças, mas o jogo permanece e sempre permanecerá o mesmo.</p>
<p><em>Tudo Pelo Poder</em> é assim um filme digno de aplausos, não somente por apresentar uma excelente trama, mas acima de tudo por oferecer atuações das mais inspiradas de seu elenco. Todos se destacam, desde o já respeitado Ryan Grosling (em atuação grandiosa) até a mediana Evan Rachel Woods, que ultimamente vem mostrando-se bem irregular nas escolhas dos seus projetos, e passando pela admirável participação de Marisa Tomei. Todos convencem. O filme convence.</p>
<div class="via">
<p class="viap"><strong>Via@ |</strong> <a href="http://www.facebook.com/nandocpereira?fref=ts" target="blank_">Luis Fernando C. Pereira</a></p>
</div>
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