No começo de Julho, a Coca-Cola lançou no Brasil a bebida i9 Hidrotônico (mesmo segmento da Gatorade). Para marcar o lançamento de seu produto, e colocá-lo nos holofotes, a Coca-Cola adotou uma estratégia interessante: resolveu usar de blogs e comunidades virtuais para propagar a imagem de seu produto. Segundo o brainstorm9.com.br, foram escolhidos 9 blogueiros para fazer a experimentação do produto, juntamente com um “hotsite” personalizado para cada blogueiro. (imagem a baixo)
A estratégia da Coca-Cola é bem direta e simples. Esses 9 blogueiros, não foram escolhidos por acaso. São blogueiros de opinião, que tem milhares de visitas por mês. Com isso, a Coca-Cola consegue fazer a propaganda do seu novo produto de uma forma barata, criativa, e rápida.
É importante citar também, que além do “hotsite” personalizado, esses 9 blogueiros receberam uma mini geladeira - leia-se USB - da Coca-Cola com o exemplar do produto. (Imagem a baixo)
Além da ação na Web, a Coca-Cola lançou o comercial para a TV, que por sua vez é muito engraçado e trás como assinatura da campanha a frase: “Energia com sabor e leveza”. Um ponto interessante a ser citado, é a cômica alusão que a Coca-Cola faz no comercial, indagando os consumidores a não confundirem Hidrotônico com Hipopótamo. Veja o comercial a baixo.
Não sei se só eu percebi, mas no Brasil não se usa o termo Hidrotônico, nem repositor de energia, muito menos isotônico. Quando falamos desse segmento de bebida, logo lembramos de Gatorade, ou seja, é um desses casos em que a marca do produto acaba se tornando o produto. (vide BomBril, Gillete, Nescau, Modes, etc). A Coca-Cola faz bem o papel de re-lembrar aos consumidores que o “Gatorade não é Gatorade“, é uma marca de Hidrotônico, e que agora existe o i9. A verdade, porém, é que o Gatorade é líder mundial de mercado nesse segmento.
O novo produto da Coca-Cola estará disponível, inicialmente, nas seguintes cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Santos e Campinas.
A nova lei eleitoral (nº 11.300, de 10 de maio de 2006), que trouxe modificações ao texto da Lei Geral das Eleições (nº 9.504/97), apresenta inovações: redução de gastos de campanha eleitoral e criação de novos instrumentos de controle dos recursos eleitorais.
Contrariando algumas expectativas, o TSE decidiu pela aplicabilidade, ainda em 2006, da maioria dos dispositivos da Lei 11.300. A nova lei restringiu as formas de divulgação eleitoral. Ficaram proibidos: Confecção, utilização, distribuição por comitê, candidato, ou com a sua autorização, de camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas ou quaisquer outros bens ou materiais;
Propaganda em bens públicos, inclusive postes de iluminação pública e sinalização de tráfego, viadutos, passarelas e outros equipamentos urbanos. Não haverá mais banners, estandartes ou faixas fixadas nos postes e viadutos das vias públicas; Propaganda através de outdoors; Showmícios, ou seja, utilização, remunerada ou não, de artistas para animação de comícios.
- COMO SERÁ A PROPAGANDA ELEITORAL?
Através da distribuição de impressos em geral, da divulgação através de alto-falantes ou carros de som, da propaganda em bens particulares e de comícios sem shows, além dos horários gratuitos de propaganda no rádio e na televisão, permaneceram inalterados.
Mas um ponto promete agitar a campanha e ser um marco desse pleito: os sites oficiais de candidatos e prefeito e vereadores.
Segundo a nova lei, todo material de propaganda do candidato deve ter um CNPJ do candidato. O material que não tiver será colocado sob suspeita de caixa dois o que é um prato cheio para sabotagens de candidatos concorrentes. Os sites tipo Orkut, fotoblogs e assemelhados ficam proibidos mesmo que seja criado por um eleitor ou simpatizante. Nesses casos o candidato ou a sua assessoria deve contatar o site e enviar email que a manifestção não foi autorizada pelo candidato. Para evitar problemas basta gravar um print screen com a data do dia e guardar uma cópia de email. Se ainda quiser ser mais eficiente, basta imprimir e comunicar ao promotor eleitoral. Feito antes você e seu candidato se resguardarão.
TODA PROPAGANDA ELEITORAL DE CANDIDATO A CARGO PÚBLICO NA INTERNET DEVE SER FEITA APENAS E UNICAMENTE ATRAVÉS DO SEU SITE OFICIAL;
A propaganda via internet só é permitida a partir do dia 6 de julho.
Atual campeão de San Marino, o Murata tenta executar uma grande manobra de marketing nos próximos dias. Preparando-se para jogar a primeira rodada do qualifying para a Liga dos Campeões da Europa, o pequeno clube tenta contratar o veterano Romário e o ex-piloto de Fórmula 1 Michael Schumacher para os duelos contra o Gotemburgo, da Suécia.
O primeiro jogo do confronto está programado para 15 de julho, enquanto a partida de volta será disputada no dia 23 do mesmo mês. “Seria algo que daria prestígio ao time e a San Marino”, comentou o técnico Massimo Agostini ao jornal italiano Gazzetta dello Sport. “Apesar da burocracia, vamos tentar, nem que seja só para a segunda partida”, emendou.
No ano passado, o time contratou o veterano zagueiro brasileiro Aldair em situação semelhante, mas acabou eliminado da Champions pelos finlandeses do Tampere United (2 a 1 e 2 a 0 para os adversários). “Sofremos com a falta de experiência em 2007 e Romário nos ajudaria bastante nisso. Já a contratação de Schumacher seria um grande golpe publicitário”, admitiu o treinador.
No último dia 14 de abril, durante um evento no Rio de Janeiro, Romário anunciou a sua aposentadoria do futebol. Schumacher, por sua vez, deixou a Fórmula 1 no final de 2007 - o alemão é um grande fã do futebol e não é raro vê-lo atuando em partidas beneficientes. Entre outros estádios, ele já mostrou seu lado boleiro na Vila Belmiro e no Parque Antártica.
» Tema: Entrevista Andreoni Viera
» Participantes: Felipe Agnello, David Lineu, João Paulo Benassi e Vinicius Machado
» Coordenação: Afrísio Lucas Junior
» Local: Rádio Cesumar Maringá (94,3 FM)
Nessa semana temos um podcast especial. Entrevistamos nosso amigo Andreoni Viera, gerente da casa de shows Velvet, uma das melhores casas (senão a melhor) de Maringá e região. Nosso amigo Andreoni falou de toda a parte de comunicação da casa, e do uso de interessantes ferramentas de marketing como o Orkut, flyers entre outros.
Em toda a entrevista podemos perceber como casas de show de grande porte se preocupam com sua imagem e com seus frequentadores. A Velvet trás para Maringá grandes shows em um ambiente reservado e comodo. Citamos shows de Cachorro Grande, Matanza, Pitty e diversos DJS mundialmente famosos. A comunicação, ou sua publicidade, é uma chave vital para um bom funcionamento e o conhecimento das atrações.
Expomos também a parte de Merchandising, patrocínios e mídia indoor. Uma excelente entrevista, que mostra a publicidade não como teoria, mas como ela realmente funciona.
As imagens chocantes que o Ministério da Saúde e o Inca (Instituto Nacional do Câncer) lançaram ontem para serem usadas em embalagens de cigarros já estão causando polêmica. Desde 2001, o governo obriga os fabricantes de cigarros a estampar fotos desse tipo nas embalagens. Segundo o governo federal, as fotos – um bebê morto dentro de um cinzeiro, o cadáver de um tabagista numa mesa de necrotério, entre outras ainda mais impressionantes — e as mensagens foram selecionadas com base num estudo sobre o grau de aversão que a campanha pode alcançar. “O próprio ministro José Gomes Temporão disse que o objetivo era depreciar ou denegrir a imagem do consumidor de cigarro”, diz Dante Letti, presidente da Souza Cruz, líder nacional no mercado de cigarros, com 61% de participação nas vendas das 130 bilhões de unidades consumidas no país. Hoje pela manhã, em Porto Alegre, Letti disse que tomou conhecimento das imagens pelos jornais.
Segundo Letti, a indústria não foi consultada nem informada sobre as novas imagens. “Não são informações que eles estão veiculando para que o consumidor decida se quer fumar ou não. São imagens pejorativas”, diz Letti. “Essas imagens ofendem quem optou por fumar”. O presidente da Souza Cruz vai avaliar, junto com seu departamento jurídico, as medidas cabíveis, mas quer esperar a notificação oficial sobre as novas imagens a serem utilizadas nas embalagens. Segundo ele, apesar de grotescas, essas imagens causam menos danos à indústria que o preço do cigarro e as campanhas de educação e conscientização. “O preço médio de uma carteira de cigarros há cinco anos era de 1,20 real. Hoje o nosso preço médio é 2,50 reais. Isso sim é um inibidor de consumo num país de baixa renda”, diz Letti. Hoje o brasileiro consome 130 bilhões de cigarros por ano. No final dos anos 90, o consumo era de 150 bilhões de unidades.
O que mais contribuiu para o aumento do preço foi a carga tributária. As empresas do setor têm uma carga equivalente a 75% do faturamento. “O nosso principal sócio é o próprio governo”, diz Letti. O executivo lembra que, por um lado, o governo está atuando para reduzir o contrabando e também para evitar sonegação. “Também poderiam priorizar a educação em vez de chocar”. Hoje, o contrabando representa 29% das unidades consumidas. Há menos de uma década, o percentual era de 40%. Além da forte atuação da Receita e da Polícia Federal, a indústria está utilizando, desde abril, nota fiscal eletrônica e contadores nas máquinas de fazer cigarros. Esses contadores têm leitores óticos ligados à Receita Federal.
No Brasil, 28% da população adulta é fumante e consome, em média, 14 cigarros por dia. Em países como Japão, Turquia e Rússia, mais de 35% da população adulta fuma entre 20 e 25 cigarros por dia. “O Brasil nunca teve esse padrão de consumo, até pelo preço”, diz Letti. Para completar a preocupação dos fabricantes, o governo federal deve apresentar nos próximos dias um decreto regulamentando o fumo em lugares fechados. O texto já está na Casa Civil. “A Souza Cruz apóia uma medida equilibrada que leve a uma legislação federal que é melhor do que estados e municípios legislarem sobre isso”, diz Letti. “Se um segmento da população é fumante consciente, ele tem direito de fumar em ambientes especiais, varandas”. Sugestões como essas foram levadas pela indústria ao governo antes da redação do decreto. “Esperamos que o texto incorpore nossas sugestões”, diz. Fonte: Exame
Do dia 29 a 31 de Maio, ocorreu em Guarapuava, Paraná o Intercom Sul (Regional). O Intercom é um evento onde acadêmicos, professores, e outros, apresentam seus trabalhos para serem avaliados perante uma banca de Jurados. O Publistorm cobriu o evento, mas esse é assunto para um próximo “post”.
O de hoje, é um pouco mais cômico. Em Guarapuava nos deparamos com mídias exteriores fazendo propaganda de uma concessionária Fiat da cidade. Até ai tudo normal, se o nome da concessionária não fosse “FUCK FIAT”. É isso mesmo, você não leu errado e nós também não escrevemos errado muito menos vimos errado. Esse é um caso que o estrangeirismo caiu muito mal, não só para a concessionária como para a própria marca Fiat. Vai ai a foto!
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Se levarmos em conta que a palavra “FUCK” é bem conhecida no Brasil, e se levarmos em conta também seu significado, o resultado não é dos melhores, dado de que a palavra “FUCK” segundo estudos é a abreviação de “Fornication Under Consent of the King”, que mais tarde foi abreviada para Fuck e tomou um significado mais sujo, que é o que conhecemos hoje.
Mas para salvar (ou não) a concessionária, ouvimos um spot de rádio de uma emissora local que não diz a palavra “Fuck” como todos nós conhecemos, e sim a dizem com o som de “u” em português, ou seja, FU.
De qualquer maneira, é motivo para boas risadas, e para se pensar antes de dar certos nomes. Pior ainda é anunciá-los.
» Tema: Publicidade Verde
» Participantes: Felipe Agnello, David Lineu, João Paulo Benassi e Vinicius Machado
» Coordenação: Afrísio Lucas Junior
» Local: Rádio Cesumar Maringá (94,3 FM)
PUBLICIDADE VERDE
A Publicidade Verde ou Marketing Verde é mais que uma tendência atual. As empresas no mundo globalizado de hoje, estão buscando mais do que nunca encaixarem seus produtos nos padrões atuais de mercado. E um desses padrões é justamente as dos produtos verdes. Os produtos verdes, em resumo, são os produtos ecologicamente corretos, que não degradam (ou degradam menos) o meio-ambiente desde sua produção ao momento em que vão para o lixo.
A discussão se baseia no porque dessa nova tendência de mercado. É fato de que os seres humanos passaram a se preocupar mais com o ambiente nesse século 21. Porém, as empresas têm usado dessa preocupação atual, para fazer a diferenciação dos seus produtos frente aos “novos” consumidores, e assim vendendo mais. Exemplificando, uma empresa de refrigerantes, pode receber um selo ou ser certificada de que seu produto é feito com materiais reciclados, que esses materiais são produzidos de maneira que não degradam o meio-ambiente, e depois que suas embalagens forem descartadas, essas terão um fim correto como reciclagem e outros. Os consumidores, vendo a atitude da empresa, deixam de consumir de outras para consumir da empresa ecologicamente correta.
É ai que a “Publicidade Verde” entra. As empresas, mais do que nunca tem anunciado em todos os tipos de mídia que seus produtos são ecologicamente corretos, e atraindo assim a atenção e o bolso do consumidor. É necessário, porém, colocar essa questão em perspectiva; o ato de se produzir um produto de maneira ecológica não é uma diferenciação, e sim uma obrigação que deveria estar sendo cumprida há tempos. A verdade é de que essas companhias aproveitam das falhas de fiscalização do governo e enquadram seus produtos como “diferentes” no mercado frente a outros que ainda não se atualizaram.
É prudente, porém, analisar de que esses produtos vêm para o bem, uma vez que nosso planeta mais do que nunca necessita do cuidado de todos. É fato segundo pesquisas, que o consumidor escolhe pagar mais caro por produtos ecologicamente corretos, e é isso que chama a atenção de inúmeras companhias que se enquadram nessa tendência. Esse número de companhias, não para de crescer, e com certeza vai haver muito mais nos próximos anos.
NEM TUDO É VERDE
Por outro lado, nem tudo é verde. Há um crescente número de empresas que apenas para seguir uma tendência de mercado, estão lançando campanhas a fim de persuadir o consumidor com seus produtos verdes, e na verdade não estão colaborando em nada com o meio-ambiente, em alguns casos a propaganda é até enganosa. Como exemplo, citamos a Petrobras. No dia 17/04/08, o Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar) suspendeu a veiculação de dois anúncios publicitários da Petrobras por considerar que os comerciais passavam uma falsa idéia de que a estatal tem contribuído para a qualidade ambiental e o desenvolvimento sustentável do País. Foram suspensas as campanhas “Petrobras - Sonhar pode valer muito” e “Petrobras - Estar no meio ambiente sem ser notada”. A decisão do Conar foi tomada a partir de uma ação movida por entidades governamentais e não-governamentais, como as secretarias estaduais de meio ambiente de São Paulo e Minas Gerais, do Verde e Meio Ambiente do Município de São Paulo e o Fórum Paulista de Mudanças Climáticas Globais e de Biodiversidade.
Na ação, as entidades alegam que a Petrobras “afirma recorrentemente em suas campanhas e anúncios publicitários seu compromisso com a qualidade ambiental, com o desenvolvimento sustentável e a responsabilidade social. Entretanto, essa postura que é transmitida por meio da publicidade não condiz com os esforços para uma atuação social e ambientalmente correta”. Isso porque, dizem as entidades, o óleo diesel produzido pela estatal é um dos piores do mundo e contribui para piorar a qualidade de vida dos brasileiros.
Outra campanha que podemos citar aqui é a dos postos Ipiranga que há alguns meses lançou um cartão de crédito próprio, acompanhado de uma vistosa campanha de divulgação que, segundo publicitários, deve consumir algo em torno de 20 milhões de reais (a Ipiranga não revela o investimento). Ao usar o Cartão Ipiranga Carbono Zero para encher o tanque, o consumidor tem o compromisso da empresa de que árvores serão plantadas para neutralizar as emissões de gases de efeito estufa do veículo.
Embora legítima e pioneira nenhuma concorrente da Ipiranga no Brasil ou no mundo tentou até agora colocar em prática uma estratégia para compensar o dano causado pelos consumidores finais de combustível, a iniciativa da companhia tem pontos vulneráveis. O primeiro deles é que, no afã de sair à frente das outras empresas do setor, a Ipiranga lançou o programa sem antes fazer um estudo para saber quanto ela própria produz de gases de efeito estufa.
A decisão tem um forte apelo de marketing, e é sempre melhor fazer algo nesse sentido do que não fazer nada. Mas os críticos, e quando o assunto é sustentabilidade e meio ambiente, eles são particularmente atuantes, alegam que a iniciativa da Ipiranga relega a segundo plano os danos causados pela própria companhia. Hoje, a Ipiranga conta com mais de 4 200 postos de gasolina espalhados pelo Brasil, e para abastecê-los utiliza 500 caminhões próprios e terceirizados, que cruzam continuamente ruas e estradas do país. Mensalmente, essa frota roda algo em torno de 2,5 milhões de quilômetros, o equivalente a cerca de 60 voltas ao redor da Terra.
Outra crítica feita por especialistas é que a campanha acaba funcionando como uma espécie de incentivo ao consumo de combustível. É provável que o principal objetivo de ações como a da Ipiranga não seja convencer o consumidor de que a empresa não tem nada a ver com os problemas ambientais do mundo, e sim apenas criar uma imagem positiva num mercado que cada vez mais se importa com esse tipo de questão.
AS ONGS
A tendência verde, em grande parte, pode ser atribuída à incansável luta de ONGs para proteger o meio-ambiente. Citamos aqui ONGs como o Greenpeace e o WWF. O Greenpeace é uma organização não-governamental com sede em Amsterdã (Holanda do Norte, Países Baixos) e escritórios espalhados por quarenta e um países.
Atua internacionalmente em questões relacionadas à preservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentável, com campanhas dedicadas às áreas de florestas (Amazônia no Brasil), clima, nuclear, oceanos, engenharia genética, substâncias tóxicas, transgênicos e energia renovável.
O Greenpeace busca sensibilizar a opinião pública através de atos, publicidades e outros meios. A atuação do Greenpeace é baseada nos pilares filosófico-morais da desobediência civil e tem como princípio básico o testemunho presencial e a ação direta.
Já o WWF (Worldwide Fund for Nature) é uma das mais conhecidas ONGs ambientalistas do planeta tendo iniciado suas atividades, em 1961, por iniciativa de um grupo de cientistas da Suíça preocupados com a devastação da natureza.
A partir da sede na Suíça a entidade se tornou uma rede mundial de defesa do meio-ambiente, com representações nos principais países do mundo. A rede é apoiada por pessoas de origens diferentes, preocupadas com o mesmo objetivo: garantir a preservação do planeta em que vivemos.
Com campanhas pela defesa do urso-panda na China. Hoje está em mais de 100 países, inclusive no Brasil, e atua na defesa das mais diferentes causas relacionadas com a natureza. Edita livros, revistas e cartilhas que ensinam a preservar o meio ambiente. Combate a destruição das florestas, a caça aos animais ameaçados de extinção, a poluição e o desperdícios dos recursos naturais.
É considerada hoje, umas das maiores e mais importantes ONGs. E é conhecida mundialmente pela a ajuda que presta a toda população.
Ambas as ONGs são ativas e fazem inúmeras campanhas Publicitárias Verdes, além de incontáveis protestos contra a degradação da natureza.
Um dos protestos que mais repercutiu na mídia, foi à veiculação de um comercial do Greenpeace sobre a Dove. A Dove em uma de suas campanhas alertava sobre o padrão de beleza que a mídia impõe as mulheres de hoje (veja a matéria e o podcast: Publicidade na Moda), mas ao mesmo tempo, degrada a natureza na produção de seus cosméticos, e o Greenpeace mostrou isso em uma de suas campanhas. Segue a baixo o vídeo das duas campanhas.
Campanha Dove
Campanha Greenpeace
MAIS VERDE, COM RESPONSABILIDADE
O verde, tanto na Publicidade assim como na vida das pessoas é realmente necessário, isso não temos dúvida. Já a responsabilidade com que essa idéia é passada, é o principal motivo de preocupação. A onda verde, não deve ser encarada apenas como uma tendência, e sim como uma obrigação. Além de reciclagem, produtos sustentáveis e renováveis, é necessário acima de tudo, conscientização.
A Publicidade como formadora de possíveis consumidores deve não só se preocupar na venda de produtos e mercadorias, mas no estabelecimento de uma ideologia verde. Cabe a nós publicitários comprarmos essa “briga” e não apenas levantar a bandeira como tendência e sim como um ato humano em um planeta que pede por socorro.
Já que o governo não faz seu papel (pelo menos no Brasil), é dever de todos os consumidores exigir produtos verdes, como já acontece em inúmeros países na Europa, como a Espanha com um índice de 83% de preocupação com o meio-ambiente, seguido da Rússia com 76% e da Alemanha com 73%. No Brasil, esperamos que as campanhas e as ações comecem a aparecer em maior número, mas com responsabilidade.