Esculturas de Bestas Selvagens com Pneus 

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há 10 dias atrás.

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Esculturas de Bestas Selvagens com Pneus

O escultor coreano Yong Ho Ji dominou um meio que a maioria dos artistas jamais ousariam usar: pneus. Yong consegue estilhaçar os pneus e colar os pedaços de uma maneira detalhista, recriando a anatomia de bestas selvagens. Com precisão cirúrgica, o artista recriou cada músculo e detalhe dessas criaturas.

O trabalho é complicado e pode levar até seis meses para se completado. Geralmente o artista começa montando uma estrutura de metal, que funciona como os ossos das esculturas. Yong Ho Ji começou seu trabalho durante a infância, brincando com pneus abandonados e veio aperfeiçoando sua técnica desde então. Para o artista, representa a importante conexão entre a industrialização e a degradação ambienta. Confira as esculturas de bestas selvagens em pneus de Yong Ho Ji!

Esculturas de Bestas Selvagens com Pneus

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 Encontrar outro amor ou não querer mais nenhum? 

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há 10 dias atrás.

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amor

Navegando por um site, me deparei com a tal afirmativa: “É verdade, nós aprendemos com as lições da vida a: ENCONTRAR OUTRO AMOR OU NÃO QUERER MAIS NENHUM”. E como incentivadora e defensora do amor, não me contive a refletir sobre a parte que diz: “NÃO QUERER MAIS NENHUM”. Bem, primeiramente, eu acredito que, jamais, ninguém no MUNDO pode ter esse poder: de nos fazer ter decepções infinitas e nos tirar o prazer de vivenciar o melhor sentimento da vida: O AMOR. Claro que no percurso existencial, passamos por muitas decepções que terminam causando feridas terríveis, mas, vale lembrar que: Nós é que precisamos curar, limpar, tornar leve o nosso coração das pancadas da vida, porque só em nós, ficarão as conseqüências delas ou não.

O outro faz, mas quem escolhe o que vai fazer com o que ele fez, somos nós. Até por que ele faz, segue, continua a viver, muitas vezes – muito bem, obrigada! – e nós é que teremos que parar e desacreditar no amor?!! Claro que não. Por isso, diga sempre, sempre, sempre SIM para o amor. E que venham milhares de desenganos (teremos a capacidade para superar todos – acredite!), mas, o mais importante será como bem disse Roberto Carlos: “Se chorei ou se sorri o importante é que emoções eu vivi…”.

Afinal, os desapontamentos e as quedas servem para nos fazer aprender, evoluir, avançar, jamais estagnar. E quando nos permitimos “parar” de acreditar, sonhar, ser quem somos em toda nossa inteireza e sentimento, porque alguém nos fez sofrer, estamos dando a esse alguém um poder que ele não tem e não deve ter: que é o de retirar de nós a essência pura de acreditar sempre no melhor. Por isso, a necessidade do fortalecimento do íntimo, do seu “eu”, do seu interior, para que você seja sempre como a luz, que é capaz de atravessar a lama suja do pântano sem se contaminar, pois ela é, e sempre será superior a ele.

Encontrar outro amor ou não querer mais nenhum?

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 Tudo Pelo Poder e o Cinema Político 

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há 10 dias atrás.

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tudo pelo poder

Foram muitos os filmes que buscaram adentrar mais profundamente no intricado esquema político norte-americano. Alguns projetos ao longo do tempo se mostraram bem-sucedidos neste objetivo, mas há de se notar que são raros os que realmente conseguiram realizar de modo completo tal feito. Tudo Pelo Poder (The Ides Of March, 2011) se constitui assim numa peça rara para a história recente do cinema, pois consegue ser bem feliz com a escolha de seu fio condutor (exegese política) sem entretanto se ater somente neste viés. O projeto de George Clooney vai além, oferecendo ao espectador uma boa mostra de como o ser humano é afetado pelos males da contemporaneidade, e de como os conceitos (filosóficos ou não) de ética e moral quase sempre se esvaem quando é conveniente.

Tudo Pelo Poder retrata a primeira fase das eleições americanas, chamada de primárias, onde cada uma das duas grandes vertentes políticas (Democratas e Republicanos) decidem quais serão seus candidatos nas eleições gerais. A história é especificamente focada na perspectiva democrata e na disputa entre os candidatos Mike Morris (George Clooney) e o senador Pullman (Michael Mantell). Através deste mote principal, não tão original, é construída uma engenhosa trama sobre os bastidores da política americana, com destaque inicial para o roteiro de Grant Heslov (em parceria com Clooney), que apresenta com coerência admirável uma plausibilidade narrativa de dar inveja a qualquer filme produzido nos dias atuais. Todas as reviravoltas da história mostram-se bem verossímeis ao espectador, originando com isso uma sensação das mais prazerosas.

Esta sensação, diga-se de passagem, também é consequência de um competente trabalho de direção. George Clooney já vem há tempos comprovando sua habilidade como diretor, bem como sua capacidade de escolher bons projetos, seja como ator, seja como diretor. Alguns de seus últimos trabalhos (Boa Noite e Boa Sorte, Syriana, Conduta de Risco e Amor sem Escalas) são exemplos dos mais felizes no cinema atual. Em Tudo Pelo Poder, Clooney consegue presentear o público com cinco grandes personagens, todos muito bem desenvolvidos em suas personalidades, seus objetivos, seus princípios, e é por conta deste elemento (difícil de conseguir) que o filme se destaca ainda mais na multidão.

Tudo Pelo Poder – Trailer

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 Mãe Criativa Ilustra Guardanapos 

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há 12 dias atrás.

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Mãe Criativa Ilustra Guardanapos

Nada melhor do que em pleno Dia das Mães mostrar uma mãe encantadora. Sem dúvida alguma Nina Levy se classifica para essa vaga. Progenitora de dois garotos, um de dez e outro de seis anos, a mãe criativa ilustra os guardanapos dos lanches de seus filhos. Isso mesmo, ela manda junto aos sanduíches, frutas e demais alimentos que acompanham seus filhos durante os intervalos escolares, guardanapos com incríveis ilustrações de personagens dos games, filmes e quadrinhos.

Nina Levy mora no Brooklyn, em Nova York, e criou um blog onde ela loga diariamente os desenhos que executa, e acredite, são incríveis. Um exemplo do que as mães são capazes para verem um sorriso estampado no rosto de seus filhos, é por isso que Nina capricha tanto, mistura personagens, faz humor e se aventura no mundo dos desenhos para fazer a hora do lanche um momento especial e dedicar todo seu amor. Confira as ilustrações!

Mãe Criativa Ilustra Guardanapos

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 Kadavar 

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há 14 dias atrás.

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kadavar

Kadavar é uma das bandas que ainda fazem rock como se fazia antigamente. Com influências que vão do krautrock ao metal, passando pelo stoner e psicodélico, a banda possui um som pesado e carregado de riffs, fiéis ao hard setentista. Muitas vezes lembrando o Black Sabbath e os riffs marcantes de Tony Iommi ou bandas mais contemporâneas que mantém o hard rock vivo como Wolfmother. O trio que compõe esse incrível som é composto por Christoph “Wolf” Lindermann, no vocal e guitarra, Mammut no baixo, e Tiger na bateria.

Se você é fã do rock dos anos 70 pode ouvir que não vai se arrepender, os músicos são talentosos e retomam o hard rock sem medo de espantar ouvidos. O poderoso som de Kadavar ainda é recheado de solos, onde a cozinha segura muito bem a base e deixa Wolf se aventurar pelas casas de sua guitarra. Com faixas longas, ora pesadas, ora espaciais, a banda já conta com 2 discos: Kadavar de 2012 e Abra Kadavar desse ano de 2013. Confira o som!

KADAVAR – Living In Your Head

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 Projeto TEN: O designer gráfico inglês Mike Harrison é o artista do mês de maio 

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há 14 dias atrás.

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Projeto TEN: O designer gráfico inglês Mike Harrison é o artista do mês de maio

A Fotolia, originalmente foi criada como um banco de imagens virtual. Na verdade, foi a primeira organização desse setor a oferecer imagens de freelancers e profissionais no mesmo site. Hoje são mais de 20 milhões de imagens, vetores e clips de vídeo disponibilizadas para os profissionais que precisam de imagens de qualidade para seus trabalhos como as agências de publicidade, agências digitais, designers, empresários, etc. Foi fundada em Nova Iorque em 2004 e hoje tem sites em mais de 13 idiomas em 22 países diferentes.

Em 2011, justamente pensando nesse pessoal que consome imagens, vetores e vídeos, a Fotolia lançou o Projeto TEN, que tem como objetivo atingir essa comunidade digital de designers, publicitários, etc., permitindo que o público baixe gratuitamente os arquivos PSD criados pelos mais renomados artistas digitais da atualidade. Isso possibilita que os designers ao redor mundo possam aprender incríveis técnicas de Photoshop, o que, consequentemente, melhora suas habilidades e os beneficiam no mercado de trabalhos digitais.

Na segunda temporada, o foco voltou-se para as artes digitais. Passaram pelo projeto até então 4 artistas de renome mundial. Para se ter uma ideia, os primeiros 4 trabalhos foram baixados mais de 110 mil vezes em suas datas de lançamento. Nesse mês de maio, o escolhido é o inglês Mike Harrison.

Morando em Londres, Mike Harrison é um Designer Gráfico e Ilustrador freelancer de 28 anos. Este artista auto-didata descobriu sua paixão por arte digital depois de um curso de novas tecnologias na Universidade. Obcecado e inspirado pela idéia de energia, este curinga de muitos talentos é o produtor inspirador de trabalhos gráficos elétricos, que misturam o estilo tradicional ao moderno.

Para o Projeto TEN do mês de maio, ele criou uma composição subversiva e colorida usando um touro como o tema principal. Ele queria “criar uma ilustração muito energética, levemente baseada em touradas, mas adicionando um aspecto brincalhão a ela usando certas cores e elementos.”

“É ótimo fazer parte do Projeto TEN. Para mim, ser capaz de representar o Reino Unido, de todos os possíveis artistas para esse posto, é uma honra.
Eu queria fazer algo baseado num animal poderoso, um que me permitisse criar uma boa energia e complexidade. Então, usando o touro como meu tema principal, eu tentei criar uma ilustração com forte energia, um pouco baseada em Touradas, mas adicionando um aspecto bem-humorado a ela, usando certas cores e elementos.”

Sua composição (imagem abaixo), nomeada “Just a game” ficará disponível gratuitamente por 24 horas, completo com todos os objetos, camadas e efeitos, para que você possa analisar e aprender. Você também pode conferir os dois vídeos sobre o artista. Para acessar o site do projeto é só clicar na imagem.

Projeto TEN | Mike Harrison: Just a game

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Projeto TEN | Mike Harrison: Vídeos


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 Sedlec: A Igreja de Ossos das 40 mil almas 

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há 15 dias atrás.

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O ossuário Sedlec é uma pequena capela católica romana, localizada abaixo do cemitério da igreja de Todos os Santos em Sedlec, um subúrbio de Kutná Hora, na República Checa. Estima-se que hajam ossos de cerca de 40 mil pessoas ali, ossos esses que foram organizados de forma artística desde 1870 pelo entalhador checo Frantisek Rint. Atualmente, o ossuário é uma das atrações turísticas mais visitadas da República Checa, atraindo mais de 200.000 visitantes por ano.

Em 1142 um mosteiro cisterciense foi fundada em Sedlec. Uma das principais tarefas dos monges foi o cultivo das terras e as terras ao redor do mosteiro. Em 1278 o Rei Otakar II da Boêmia enviou Henry, o abade de Sedlec, numa missão diplomática para a Terra Santa. Ao sair de Jerusalém, Henry levou consigo um punhado de terra, que depositou sobre o cemitério do mosteiro de Sedlec.

Devido a isto, o cemitério tornou-se famoso por toda a Europa Central. Muitas pessoas ricas desejavam ser enterradas ali. Para se ter uma ideia, durante a epidêmia de peste no século 14 foram “enterradas” em no cemitério/mosteiro de Sedlec, mais de 30 mil pessoas.

Em 1400, a Igreja de Todos os Santos foi construida no meio do antigo cemitério. Juntamente à ela, também foi construida uma capela destinada ao depósito de ossos de túmulos que haviam sido abolidos, daí vem o ossuário. Foram esses ossos, que em 1870, pelas mãos do entalhador checo Frantisek Rint, ganharam toda a conotação artística que é encontrada até hoje.

Dentre as criações mais interessantes de Rint, estão o lustre no centro da capela contendo todos os ossos do corpo humano, duas custódias ao lado do altar principal, e o brasão da nobre família Schwarzenberg sobre o lado esquerdo do capela. Todas feitas com ossos humanos. Confira abaixo as impressionantes fotos desse lugar único.

Sedlec: A Igreja de Ossos das 40 mil almas

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 Gibson Min-ETune: O robô que afina sua guitarra 

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há 16 dias atrás.

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Gibson Min-ETune: O robô que afina sua guitarra

O Min-ETune é um compacto robô que afina sua guitarra automaticamente, funcionando com bateria. Em poucos segundos, o pequeno aparelho da Gibson consegue deixar todas as seis cordas afinadinhas por 80 até 100 vezes com apenas uma recarga. Você pode configurar o Min-ETune com até 12 diferentes afinações, seis delas já vem inclusas. Assim você pode deixar sua guitarra pronta para combinar com outros instrumentos.

Sua guitarra continua a mesma, o aparelho apenas fica atrás do headstock ou cabeça, preso nas tarrachas, onde executa seu trabalho. Além disso, o Min-ETune da Gibson também promete uma afinação ainda mais aguçada, por usar as vibrações físicas da corda para afinar e não artimanhas digitais que podem degradar o tom. Um interessante projeto que ajuda a economizar tempo no estúdio e manter o show rolando. Olha só!

Gibson Min-ETune

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Gibson Min-ETune: Batalha da Afinação

“Você se preocupa com tocar – nós lidamos com a afinação.”

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 O Melhor Sentimento do Mundo: O Correspondido 

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há 16 dias atrás.

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o correspondido

Li em algum lugar, não me recordo, agora, sobre essa afirmativa acima: ser o sentimento correspondido o maior e o melhor do mundo. Com certeza, só posso concordar. Na verdade, quando pensamos em sentimento, cremos que para que ele exista, aconteça de verdade, é preciso a permissão dos envolvidos na história. Como assim?! É simples: O único sentimento que pode ser vivido por si, sem a necessidade do outro é o amor Ágape. Aquele amor incondicional, que não precisa de aceitação, correspondências e nem de trocas para que ele sobreviva, cresça e seja salutar, o amor universal. Eu amo meu próximo (com solidariedade, compaixão, abnegação) e por isso, não preciso que ele me ame igualmente, pois o meu amor é puro, do coração e da alma apenas, e assim sendo, dou e não espero que me deem, também. Dando esse amor, me preencho.

Mas quando falamos em sentimentos carnais, amor além Ágape, aquele que envolve o Eros (sexual ou erótico), o Filos (afinidade, amizade), por mais que queiramos senti-lo sozinhos, será com certeza, no mínimo, autoflagelante. Porque esse sentimento, como bem disse Jung, é aquele que precisa de permissão para ser vivido. Pois envolve desejo, atração, entregas, necessidades de trocas de energias para que tenham congruência. Por isso, a necessidade de saber identificar o que realmente você e o outro desejam das relações que vão surgindo pelo caminho. Avaliando os sentimentos – seus e dos outros – para que não haja em sua vida, desequilíbrios e autoflagelações.

O Melhor Sentimento do Mundo: O Correspondido

sentimentos

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 A Extraordinária Vida dos Pregos 

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há 16 dias atrás.

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A Extraordinária Vida dos Pregos

Navegando pela web, sempre acabamos nos deparando com curiosos projetos artísticos, e esse é mais um deles. O projeto do fotógrafo Andrei Nikolaev, que resolveu transformar pregos em personagens para suas fotografias. Sem dúvida alguma é um trabalho que exigiu muita paciência do artista, criando e adequando os cenários para desenvolver suas peças da maneira desejada.

Quem diria que pregos podem ser tão dramáticos, não é mesmo?! Usando na maioria dos casos peças da sua caixa de ferramentas e entortando alguns dos personagens, o criativo russo Nikolaev conseguiu obter ótimos resultados, compilando imagens em uma galeria que atrai a atenção dos mais curiosos fãs do mundo artístico. São pregos protagonizando os mais variados temas, como você confere na galeria abaixo. A extraordinária vida dos pregos por Andrei Nikolaev!

A Extraordinária Vida dos Pregos

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 A última fotografia de figuras históricas 

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há 17 dias atrás.

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A última fotografia de figuras históricas

O melhor de navegar na Internet é encontrar algumas galerias e pesquisas que os próprios usuários desenvolvem e muitas dessas com um resultado fantástico, como é o caso de hoje. Adam Hernderson realizou um levantamento com o que seriam as últimas fotografias conhecidas de algumas celebridades históricas, desde Elvis Presley à Martin Luther King.

Embora não seja uma pesquisa oficial, alguns momentos da morte dessas figuras ficaram bastante conhecidos, como o caso da princesa Daina ou então o presidente americano J.F Kennedy, o que bate de certa forma com as possíveis fotografias.

É dramático pensar que, em alguns desses casos, logo após essas fotografias, algumas vieram a falecer. A fotografia tem a possibilidade de parar o tempo num único frame e posteriormente eternizá-lo, como nas fotografias abaixo.

A última fotografia de figuras históricas

Jim Morrison

Jim Morrison

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 Toy Stories: Ensaio fotográfico mostra crianças e seus brinquedos ao redor do mundo 

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há 18 dias atrás.

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Você se recorda dos brinquedos da sua infância? Você teve muitos brinquedos? Poucos? Então prepare-se, você, assim como eu vai se emocionar. Esse é um dos ensaios fotográficos mais bonitos que já passou aqui no Publistorm com toda certeza. De autoria do fotógrafo italiano Gabriele Galimberti, “Toy Stories” ou “Histórias de Brinquedos” é um projeto realizado durante 18 meses com inúmeras crianças ao redor do mundo. O objetivo de Gabriele foi mostrar os brinquedos que cada criança possui de acordo com as diferenças culturais, geográficas, sociais e financeiras.

Independentemente de onde vivem, as crianças num geral adoram brinquedos e esses são ótimos para seu desenvolvimento pessoal, cognitivo, coordenação motora, entre outros. No entanto, a maneira de se lidar com eles é algo bastante divergente. Como parte do ensaio e também para se identificar melhor com as crianças, Gabriele sempre brincou com elas e seus brinquedos antes de qualquer foto. No entanto, segundo o fotógrafo, as crianças com melhores condições financeiras são bastante possessivas com seus brinquedos, inclusive não deixando o próprio fotógrafo a tocá-los inicialmente. Já as crianças pobres, que muitas vezes só tinham 1 ou 2 brinquedos, não se importavam nenhum pouco em partilhá-los com Gabriele.

Outro aspecto interessante no ensaio do fotógrafo foram os pais das crianças. Gabriele conta que aprendeu mais sobre os pais do que sobre as próprias crianças. Muitos dos brinquedos adquiridos para os filhos são frutos ou oriundo de temáticas que envolvem seus pais. Por exemplo, Gabriele conta que uma garota de uma família bastante influente em Mumbai adora o jogo Banco Imobiliário pois ela gosta da ideia de construir casas e hotéis, enquanto um garoto da zona rural do México ama seus caminhões de brinquedo, uma vez que convive diariamente com caminhões verdadeiros nas plantações.

Toy Stories por Gabriele Galimberti

Tangawizi – Keekorok, Kenya

Tangawizi – Keekorok, Kenya

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 Príncipes Encantados Existem? 

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há 18 dias atrás.

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Príncipes Encantados Existem?

Não queira príncipe encantado, homem e amor eterno perfeitos, pois esses, com certeza, só existem nos contos de fadas. Existem lá, porque o “the end” deles sempre acontece logo após o casamento, na verdade, ninguém nunca se atreveu a contar a história depois disso, e até chegar nele, ambos vivem na busca pelo encontro, passando por desafios, separações, distanciamentos e pouco convive realmente.

O mito do homem perfeito, daquele que vai chegar a cavalo branco e nos salvar das garras do “dragão” da solidão, da carência e das expectativas exageradas de um amor sem problemas, acredito eu, é a forma mais fácil e direta de sofrimento. Por quê?! Porque acreditar na perfeição – seja ela qual for ou vinda de quem for – no mundo em que vivemos é o mesmo que acreditar que somos imortais, inatingíveis e oniscientes, resumindo: Deuses.

Mas, a verdade é que somos – TODOS – homens e mulheres, humanos, falhos, errantes, atingíveis, mortais, “ignorantes”, eternos aprendizes imperfeitos, contudo, sempre na busca pelo melhor e por nos tornar melhores. E assim sendo, o objetivo não deve ser encontrar o príncipe encantado, porque ele só a Cinderela, a Rapunzel e a Bela Adormecida encontraram. No caso das meras mortais, que não vivem em um livro de contos de fadas, mas, sim, em um livro existencial chamado vida real, a busca deve ser por aquele que, pode até ser um “sapo”, mas, que saiba ser um “príncipe” no tratamento com você.

Que ele seja doce, educado, cortês, cavalheiro, que tenha respeito, que seja carinhoso, sensato, sincero, honesto, verdadeiro, que saiba cativar e tenha responsabilidade nisso, que ao lidar com você, mesmo sabendo que também não é a “princesa” das historinhas, mas, que lhe trate como se fosse, que saiba valorizar as suas qualidades, obviamente, identificando os defeitos, que saiba conduzir a relação não como uma história com a pretensão de um “foram felizes para sempre…”, porém, com todos os esforços para fazê-la ser “feliz VERDADEIRAMENTE enquanto durar…”.

Príncipes Encantados Existem?

principes encantados existem

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 Liberator: A primeira arma impressa do mundo 

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há 18 dias atrás.

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Se você está se perguntando se é possível imprimir armas em impressoras 3D, a resposta é sim, é totalmente possível. Se você está se perguntando o quanto distante estamos disso, a resposta é: nenhum pouco distante, já foi impressa a primeira arma em uma impressora 3D.

Mas…e agora? Possívelmente todas as regras e leis que regem o comércio, legalidade e posse de armas terão que ser revistos por governos de todo o mundo. A coisa vai ficar ainda mais complicada em países como os EUA, onde há uma discussão tremenda da facilidade para se obter armas de fogo. Não é a toa que por lá andam acontecendo as maiores tragédias envolvendo psicopatas e claro, armas.

Cody Wilson é o responsável por todo o projeto da arma batizada como Liberator – Libertação, numa tradução ao pé da letra. Tem esse nome em homenagem as pistolas baratas que eram distribuídas pelos aliados na França, durante a Segunda Guerra Mundial. O primeiro disparo de testes da Liberator não só é verídico como foi documentado pela Forbes. Nesse disparo, uma corda foi usada para puxar o gatilho da arma. No entanto, Cody Wilson queria ir além. Ele mesmo empunhou a Liberator e realizou um disparo. Na ocasião não houveram danos nem para ele, nem para a arma.

A Liberator é constituída de 16 partes, das quais 15 são impressas. A última parte, o pino de disparo, pode ser encontrado em qualquer loja de ferragens. Construida pela Defense Distributed – companhia fundada por Cody Wilson – a razão de existência da arma impressa, segundo o fundador, não é sobre violência e sim sobre liberdade. Para ele trata-se de permitir que as pessoas criem sua própria segurança ou espaço soberano, uma vez que a liberdade é uma razão mais significativa do que a proibição.

Ao contrário do que você pode pensar, imprimir uma arma não é tão difícil assim. A própria Defcad disponibiliza o Download do projeto em seu site. Ou seja, qualquer pessoa, empresa ou organização que tiver uma impressora 3D e fazer o download do projeto está apta a imprimir a Liberator. Isso assusta um pouco, francamente falando. A discussão sobre esse tipo de armamento vai ser muito longa, mas já está acontecendo.

Liberator: A primeira arma impressa do mundo

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 A Banalização do Amor 

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há 21 dias atrás.

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A Banalização do Amor

Há algum tempo venho observando algumas banalizações na vida, e uma delas é em relação ao amor, aos sentimentos. Percebo que vivemos em uma época, na qual somos privilegiados com tanta tecnologia, informações rápidas, avanços científicos, a medicina evoluindo ainda mais e podendo salvar mais vidas, a cidade crescendo e solidificando concretos e tijolos, arranha-céus, carros potentes, belíssimos, conforto e tudo aquilo, que de certa forma, seria o ideal para se ter uma vida alegre, feliz, saudável e sem grandes transtornos, aborrecimentos e sofrimentos.

Mas, não é o que realmente acontece, quando se assiste ou ler a um jornal, as notícias em qualquer meio de comunicação mostram uma realidade “emocional” bem diferente do que se deseja ou se esperava. A cada dia, o ser humano está mais desequilibrado emocionalmente, menos conhece a si mesmo, e por conseqüência, menos conhece o outro, pouco se valoriza, e assim, termina por valorizar muito menos ainda o próximo, e nesse “jogo” desenfreado na busca mais do “ter” que do “ser”, as pessoas acabam por banalizar totalmente os sentimentos, o respeito, o amor, o cuidado, e tudo aquilo que possa dizer respeito à parte mais íntima de cada um.

Hoje, observando a postura de um homem em relação a uma mulher, nos recorda muito a era primitiva, que ele apenas caçava e procriava, sem maiores preocupações. Contudo, avaliando racionalmente, então teríamos que dizer que esse animal “homem” não evoluiu mental e emocionalmente?! Que tudo em volta progrediu e ele intimamente estagnou ou retrogrou?! E pior, concluir que as mulheres, para poder se inserirem ao meio, precisaram se igualar a eles, mas intimamente, vivem “frustradas” (não generalizando, é claro), porque há uma diferença imensa entre ambos, e por mais que queiram estar em igualdade emocional, até por questões culturais e biológicas, não estão?!

Com certeza, muitas pessoas irão discordar de minhas palavras, afinal, discordar da teoria é simples, mas quando vamos à prática das situações, o que mais vemos, são relacionamentos inconstantes, pessoas altamente carentes, casais juntos por conveniência, mesmo vivendo em um tempo, em que isso nem cabe mais – já que estamos vivendo a era da “liberdade” geral, e ninguém é obrigado a estar com ninguém – o que também se confunde com falta de respeito e libertinagem.
Enfim, poderia citar muitas outras situações que mostrariam que a maioria das pessoas que buscam insaciavelmente algo para preencher o vazio que não sacia, de certa forma, estão perdidas e apenas querendo se encontrar, mas não querem ter esse esforço. Por que conhecer a si mesmo requer muita coragem, força de vontade, renúncias e, acima de tudo, retirar a capa de “vítima da situação” e vestir a de “assumir suas escolhas”.

A Banalização do Amor

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