Pesquisa pretende descobrir cargos e salários nas agências digitais no Brasil

A pesquisa desenvolvida pela Associação brasileira de Agências Digitais tem como objetivo dar parâmetros ao mercado digital no Brasil.
Nos próximos dias a Abradi ou Associação Brasileira de Agências Digitais vai iniciar uma extensa pesquisa sobre os cargos e salários no mercado de internet no Brasil. A pesquisa será realizado com 120 afiliados a entidade, e a expectativa é de que até o final de Outubro os resultados já sejam divulgados.
Com essa iniciativa, a Abradi quer proporcionar um maior conhecimento sobre o trabalho desenvolvido pelas agências digitais brasileiras com as informações adquiridas na pesquisa. A Abradi acredita que com a posse de informações pormenorizadas sobre as políticas salariais e de carreira, as empresas do setor terão novos parâmetros para a definição de suas estratégias.
Essa é a segunda pesquisa realizada pela Abradi sobre o setor digital brasileiro. A primeira pesquisa, que fora apresentada há poucos dias, objetivou mensurar os negócios ligados a internet, e os resultados apontam que o mercado brasileiro de Web conta com 2.275 agências digitais, que faturam cerca de 755,3 milhões de reais e empregam 20,8 mil funcionários.
O mercado de internet no Brasil ainda é muito novo. Apenas 56,6% das agências Digitais foram criadas há mais de seis anos. Os resultados também apontaram que 66,3% das empresas consultadas, são responsáveis por empregar até 20 funcionários. Em média, cada agência emprega 25 funcionários. A região Sudeste aparece como a maior empregadora, com 58,1% das agências localizadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. O Sul aparece na segunda posição, com 15,7%, seguido do Nordeste com 14,4%. Centro-Oeste com 7,7% e Norte com 4,1% fecham a lista.
Quanto ao faturamento, 64,4% das agências tem receita de até 1,2 milhões de reais por ano, enquanto apenas 10% do mercado apresenta faturamento acima dos 5 milhões de reais. O principal serviço realizado pelas agências digitais são os websites que correspondem a 11,3% dos serviços. Em seguida, temos programação com 10% e criação de campanhas com 9,3%. Fecham a lista consultoria e divulgações por e-mail, empatadas com 8,5%.
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